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A mostrar mensagens com a etiqueta Amor

O amor é tão importante como a água

Naquele dia, Maria saiu cedo de casa. Mais cedo do que era comum, porque a sua amiga que vivia só morava longe e precisava da sua ajuda, apesar de não ter tido coragem de lha pedir.
Os anos pesavam a Maria, mais de 80… mas a sua vontade e determinação eram grandes. Aprendera, desde criança, que as necessidades mais básicas são as mais importantes. As nossas e as dos que nos estão mais próximos. Só depois é que, se sobrarem forças e tempo, nos podemos e devemos preocupar com problemas de menor importância.

"Nunca foi tão urgente a visão cristã estruturada em torno do amor"

É preciso "desocultar" a realidade para que os cidadãos não vivam num estado de medo e de incerteza, defende Rui Marques, um dos oradores do Faith's Night Out, marcado para este sábado. Rui Marques é formado em Medicina e em Comunicação Social, participou em várias causas sociais, nacionais e internacionais, com destaque para a Missão Paz em Timor – Lusitânia Expresso. Foi alto-comissário para a Imigração e é coordenador da Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR).
O seu tema no FNO é “Confiança, para que te cremos?”. A que se deve este apelo à confiança? O grande défice do nosso tempo é o défice da confiança. Sem confiança não há sociedade nem há futuro. É fundamental olharmos para o tempo da desconfiança que vivemos, para perceber que temos que a ultrapassar, porque a desconfiança associada ao medo leva-nos a um comportamento irracional, à destruição dos laços que nos unem enquanto sociedade e à total impossibilidade de construir algo positivo. O tema da confiança é absol…

AMO-TE SEM SABER COMO

Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio ou seta de cravos que propagam o fogo: amo-te como se amam certas coisas obscuras, secretamente, entre a sombra e a alma. . Amo-te como a planta que não floriu e tem dentro de si, escondida, a luz das flores, e, graças ao teu amor, vive obscuro em meu corpo o denso aroma que subiu da terra.

O MEU AMOR EXISTE

O meu amor tem lábios de silêncio e mãos de bailarina e voa como o vento e abraça-me onde a solidão termina . O meu amor tem trinta mil cavalos a galopar no peito e um sorriso só dela que nasce quando a seu lado eu me deito

Desculpa

«Pedir desculpas é difícil,  mas torna-se libertador.»  Pe. Rui Miguel
Não é fácil admitir que erramos. Não é fácil interiorizar que nem sempre temos razão. É preciso olharmos para dentro e percebermos do que somos feitos. É preciso nascermos de novo. É necessário sabermos que "é muito mais aquilo que nos une, que aquilo que nos separa.". É urgente que tenhamos a coragem de pedir desculpas. É urgente que tenhamos a audácia de entender que aquele que se cruza connosco vai encontro da mesma humanidade. É certo que é uma humanidade recheada de diferenças, mas são nelas que encontramos toda a sua beleza.

Um ano que termina… uma vida que se renova...

Mais um ano que termina…e o que é que mudou?A guerra é uma realidade dos nossos dias, o sofrimento continua a imperar num mundo que parece cada vez mais cruel, as populações são obrigadas a migrar, gerando uma devastação enorme e cruel, a corrupção mina e empobrece diversos países, a exploração e escravidão humana aumenta, a intolerância também cresce nas redes sociais e entre os jovens e, até, na nossa pacata sociedade esta está cada vez mais presente. Apesar da facilidade de acesso das pessoas à informação, da facilidade de comunicação entre elas e destas serem cada vez mais instruídas e provavelmente mais conscientes…, podemos elencar uma série de acontecimentos mundiais, anuais, diários e locais (só nossos), que nos desumanizam e nos distanciam da tolerância, da paz, da justiça, da solidariedade, do acolhimento, do amor e de todos os valores que se anseiam e sonham para todo o mundo e para toda a humanidade.Mas, visualizando todos os acontecimentos deste ano que fragilizaram a hum…

DE REPENTE...

De repente,
num instante fugaz,
os fogos de artifício anunciam que
o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás.
De repente, num instante fugaz,
as taças de champanhe cruzam-se e o vinho francês borbulhante anuncia que o ano velho se foi e ano novo chegou.

Dificilmente voltarei a gostar do Natal

Hoje não gosto do Natal, da correria, da preocupação, do enredo à volta de um presente, da ostentação, de quem vai dar ou receber o melhor, da pressa levada às lojas, do consumismo louco e sem regras
A minha avó contava-me que na véspera, quando já todos dormiam, metia dentro dos sapatos de cada uma das crianças um rebuçado, e que na manhã de Natal aquilo era de uma felicidade levada a extremos. Que faziam daquilo história para o ano todo, que depois daquela manhã eram todos mais felizes. Foi este o Natal que ela me passou, mesmo que eu o achasse fraco porque já tinha um Game Boy e carros telecomandados; mas apreciava o verdadeiro sentido das coisas, o gesto que enchia corações e os tornava felizes com tanto no meio de tão pouco.

Advento: o que você está esperando?

Uma pergunta que você pode responder hoje mesmo - e ser muito mais feliz depois disso
Quem não se comove ao ver uma mãe abraçando seu filho recém-nascido? A gravidez é motivo de grande alegria. Cada criança que nasce é um verdadeiro milagre. Amor semeado, cresce, cresce, cresce. E quando nasce, Deus fica feliz. Dá gargalhadas de alegria: “- Luz! Luz! Luz!”, grita Ele sorridente. -“Luz para iluminar o mundo!” Quem espera um bebê pode ter muitos medos mas o amor cobre uma multidão de temores e a ansiedade de ver chegar a criança não cabe no peito. E essa espera da mãe? De nove meses, semana após semana, contando os dias, as horas, sofrendo as dores de parto, esperando aquele momento único de abraçar o fruto do seu ventre? Noites em vigília. Quantas vezes deve ter ouvido o título deste texto: “o que você está esperando?” E lá se iniciava o relato da história de uma vida. Quanta esperança renasce nos lares após o nascimento de um bebê.

Constrói para ti um jardim

Na tradição culta chinesa um intelectual era aquele que se distinguia no cuidado do seu jardim, não apenas aquele que fabricava ideias ou palavrasUm dos aspetos mais interessantes deste tempo desencontrado em que vivemos é o regresso à terra. Passámos, como sociedade, por um processo de industrialização acelerada que nos levou para longe da natureza e das suas formas. Hoje vemos uma geração de gente nova a voltar ao campo, a tentar descobrir um outro estilo de vida e uma economia diferentes. Com este regresso à terra, há também um retorno, digamos assim, àquilo que a terra nos pode dar de mais autêntico, vencendo as formas de exploração selvagem da criação: o uso abusivo dos químicos, os vários tipos de produção cega, que se torna perigosamente tóxica.

O que foi e o que fica do Ano da Misericórdia?

O papa recordou vigorosamente que usar misericórdia não significa calar as realidades que ferem os seres humanos e a sua dignidade.
«Ide aprender o que quer dizer “misericórdia quero, e não sacrifícios”» (Mateus 9, 13). Assim Jesus se dirigia aos homens religiosos do seu tempo que o censuravam porque se sentava à mesa com publicanos e pecadores. Ele, com efeito, veio «não para os justos, mas para os pecadores». E sobre este «aprender a misericórdia» o papa Francisco quis configurar o jubileu que se encerrou no domingo: não uma rejeição daquilo que é bem e daquilo que é mal em absoluto, não uma relativização da gravidade de certos comportamentos, mas a convicção evangélica de que, para usar as palavras do papa João XXIII na abertura do Vaticano II, «no tempo presente a Igreja prefere usar o remédio da misericórdia em vez de pegar nas armas do rigor; pensa que se deve ir ao encontro das necessidades contemporâneas, expondo mais claramente o valor do seu ensinamento, em vez de condenar».

A herança de meu pai

Precisamos de pensar na natureza dos tesouros que podemos efetivamente dar ou receber, e como eles estão afinal mais ao nosso alcance do que porventura julgamos... Quando se fala de heranças, deveria ser claro que as coisas materiais são o aspeto menos importante de uma transmissão que se for apenas dos direitos de propriedade disto ou daquilo verdadeiramente não se consuma. As heranças verdadeiras, aquelas que nos confirmam numa determinada filiação ou linhagem, têm por força que ser mais amplas, mais ambiciosas e, ao mesmo tempo, mais irredutivelmente pessoais do que a pura materialidade. Lembro-me de um verso de Ruy Cinatti: “Quem não me deu Amor, não me deu nada”. E ele escrevia Amor assim, com maiúscula, como que a sugerir que a única dádiva que conta é aquela que nos inicia, através de mil entradas possíveis, no conhecimento do amor como o nome maior entre todos os outros, como a experiência que nos ancora no absoluto.

Quando ser mãe muda o coração

Quando era jovem, comecei a trabalhar como redatora de "crónica negra". Era um trabalho duro andar entre hospitais, morgues, periferias onde ao amanhecer um traficante fora morto. Tinha pouco mais de 20 anos e todavia movia-me tranquilamente entre aquela morte, atenta a observar escrupulosamente os detalhes que deveria referir. Um homem morto num passeio não me impressionava excessivamente, nem sequer o coração se me apertava por piedade. Tinham-me ensinado que um cronista deve ser distante e narrar, como a objetiva de uma máquina fotográfica. Eu, diligente, obedecia. Anos depois comecei a ser enviada. Continuava a ver a morte, simplesmente ia para mais longe. Continuava a observar, distante. Depois, deve ter-me acontecido algo.

A experiência dos avós na Família - Dia dos Avós

6 conselhos de amor de Madre Teresa de Calcutá

1- O amor chega a quem espera, ainda que o tenham decepcionado; a quem ainda acredita, mesmo que antes tenha sido traído; a quem ainda precisa amar, mesmo que tenha sido ferido; e a quem tem coragem e fé para construir a confiança novamente.
2- O princípio do amor é deixar que aqueles que conhecemos sejam eles mesmos, e não tentar mudá-los segundo nossa própria imagem, porque então só amaremos o reflexo de nós mesmos.
3- Não se deixe levar pelo exterior, porque ele pode enganar. Não se deixe levar pelas riquezas, porque ela pode ser perdida. Procure alguém que faça você sorrir, porque um sorriso é capaz de fazer um dia escuro brilhar.

11 Conselhos do Papa Francisco para os namorados e noivos na exortação «A Alegria do Amor»

É necessário «ajudar os jovens a descobrir o valor e a riqueza do matrimónio», escreve o Papa Francisco na exortação apostólica Amoris Laetitia («A Alegria do Amor»), apresentada a 8 de abril. Dela podemos retirar uma série de conselhos do pontífice para os namorados e noivos:
1. Na preparação dos noivos para o matrimónio, «é necessário lembrar a importância das virtudes. Dentre elas, resulta ser condição preciosa para o crescimento genuíno do amor interpessoal a castidade» (n.º 206)
2. «Aprender a amar alguém não é algo que se improvisa, nem pode ser o objectivo dum breve curso antes da celebração do matrimónio. Na realidade, cada pessoa prepara-se para o matrimónio, desde o seu nascimento. Provavelmente os que chegam melhor preparados ao casamento são aqueles que aprenderam dos seus próprios pais o que é um matrimónio cristão, onde se escolheram um ao outro sem condições e continuam a renovar esta decisão» (n.º 208)

A misericórdia é escandalosa e louca

«A misericórdia é qualquer coisa de escandaloso, louco, até, para a lógica humana. Não raro, no decorrer da história e dentro da Igreja, foi interpretada exatamente ao contrário de como Jesus a colocou em prática com a mulher adúltera, que escribas e fariseus queriam apedrejar.» Enzo Bianchi fala com a verve do homem apaixonado. Cita os Evangelhos, a festa hebraica do Yom Kippur, o profeta Oseias e o místico russo Silvano do Monte Athos. No Salão do Livro de Turim dialogou com o psicanalista Massimo Recalcati, partindo do seu último livro, “L’amore scandaloso di Dio”, o amor escandaloso de Deus (editora San Paolo, 144 págs.). O prior da Comunidade de Bose sublinha o sentido paradoxal da misericórdia: «Não é o arrependimento que cria o perdão, mas o perdão que nos é dado é que provoca o arrependimento». Isto é possível graças à «força assimétrica», como a define Recalcati, do perdão: «Não perdoo o outro porque se arrepende mas perdoo-o porque este gesto abre o cenário inédito do arrepend…

13 conselhos do Papa Francisco em Amoris Laetitia para um bom matrimónio

"Alegria do Amor" para um bom matrimónio:
O Papa Francisco usou o “hino da caridade” de São Paulo, em sua primeira Carta aos Coríntios, a fim de dar alguns conselhos sobre como sustentar um bom casamento durante os anos baseado no amor verdadeiro. O Papa Francisco usou o “hino da caridade” de São Paulo, em sua primeira Carta aos Coríntios, a fim de dar alguns conselhos sobre como sustentar um bom casamento durante os anos baseado no amor verdadeiro. “Vale a pena deter-se a esclarecer o significado das expressões deste texto, tendo em vista uma aplicação à existência concreta de cada família”, explicou.
1. Paciência:Esta, escreveu Francisco, “não é deixar que nos maltratem permanentemente, nem tolerar agressões físicas, ou permitir que nos tratem como objetos”, mas “o amor tem sempre um sentido de profunda compaixão que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, também quando atua de um modo diferente ao qual eu desejaria”.

XI Jornada da Família - Família: uma questão jurídica ou uma união de facto!?

Realiza-se no dia 21 de Maio, de 2016, a partir das 14h30, no Centro Pastoral de Santo Adrião de Vila Nova de Famalicão. A esta jornada está associado o Dia Arciprestal Jubilar da Família. Para além da formação a celebração da família. As equipas responsáveis pela Jornada deixam-nos uma primeira reflexão.
FAMÍLIA UMA QUESTÃO JURÍDICA OU UMA UNIÃO DE FACTO?! XI JORNADA DA FAMÍLIA

O amor na família e o amor à família. Poderíamos definir assim o contexto em que vamos realizar a XI Jornada da família, promovida pelas equipas de Pastoral Familiar da Unidade Pastoral de São Martinho de Brufe, São Martinho de Cavalões e de Santo Adrião de Vila Nova de Famalicão, em parceria com a Equipa Arciprestal de Pastoral Familiar de Vila Nova de Famalicão. A família é o bem mais preciso de qualquer sociedade. É um bem a cuidar e a preservar. Cuidar da família é desde sempre um tarefa imprescindível que pertence a cada um mas também à sociedade e à Igreja. Não só porque é um bem preciso, nem porque é a base …

Aquele que não ama a si próprio, não reconhece em si qualidades e talentos

Amar a si mesmo é um requisito fundamental para que o ser humano possa vivenciar a felicidade. Embora tenhamos aprendido que a autoestima é individualista e egoísta, ela é essencial para que possamos nos expor ao mundo com coragem e confiança. Aquele que não ama a si próprio, não reconhece em si qualidades e talentos e se acha inferior ao resto do mundo, dificilmente conseguirá amar verdadeiramente o outro, pois seu amor será sempre revestido de medo.