Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Filhos

E porque não há famílias perfeitas?!

Não há famílias perfeitas. É uma frase na negativa, mas não é uma afirmação negativista. A primeira ideia que deve afirmar-se como essencialmente positiva é a existência de FAMÍLIA. Esta é, e deve ser, a primeira aspiração do ser humano, do ser homem e ser mulher, o “ser família”. Depois, constatamos que não há, individualmente, homens ou mulheres perfeitos. Costuma dizer-se usualmente: ninguém é perfeito. Logo, quando se juntam, pelo amor, duas imperfeições, não quer dizer que o resultado vai ser a obtenção da perfeição, mas um todo, também ele, imperfeito, à busca do aperfeiçoamento.

Não há famílias perfeitas - XII Jornada da Família

“Não há famílias perfeitas!” pode ser considerada uma frase feita... No entanto, é uma afirmação inegável.  Assumindo-a como tema da XII Jornada da Família desafiamos as famílias, as comunidades, cada um de nós, a fazer este caminho paciente, belo e fascinante na vida familiar.  O nosso objectivo não é valorizar a imperfeição mas pormo-nos a caminho para descobrir a melhor maneira de fazer do nosso futuro um futuro com famílias. O Papa Francisco, falando na Praça de São Pedro repleta de noivos, no 14 fev., 2014, dizia: "Sabemos todos que não existe a família perfeita, o marido perfeito, ou a mulher perfeita... não falemos da sogra perfeita! É habitual os casais zangarem-se...". Se assim é, como superar estas dificuldades!?

“Os pais não são amigos dos filhos. São adultos e devem funcionar como tal, traçando limites”

O psiquiatra Daniel Sampaio, que trabalha há mais de 30 anos com adolescentes e famílias, alerta: “quando as gerações ficam muito próximas, a autoridade enfraquece”Na última crónica que escreveu para a revista P2, do jornal Público, em Dezembro último, dizia que os pais estão mais próximos dos filhos como nunca, mas, em muitos casos, há um marcado défice de autoridade”. O que está a falhar? Na primeira metade do século XX, os pais estavam mais distanciados dos filhos. Existia autoritarismo e, muitas vezes, castigos físicos. A relação entre pais e filhos era de uma certa distância repressiva. A partir da segunda metade do século XX, nos anos 70 e 80, houve uma aproximação das gerações. Os pais, sobretudo, os progenitores masculinos, ficaram próximos das crianças. Do ponto de vista psicológico, isso foi muito benéfico. Mas, quando as gerações ficam muito próximas, a autoridade enfraquece. Neste momento existem muitos problemas porque os pais têm dificuldade em exercer a autoridade e a fu…

Batizar é pedir a Fé

Neste domingo, 8 de Janeiro (2017), o Papa Francisco presidiu na Capela Sustinha  no Vaticano, à Eucaristia por ocasião do Baptismo do Senhor. E como já é tradição, neste dia, o Papa baptizou algumas crianças: 28 ao todo, 13 de sexo feminino e 15 de sexo masculino.Na sua breve homilia, dirigindo-se aos pais dessas crianças, o Papa disse:“Vós pedistes para as vossas crianças, a fé que será dada pelo baptismo. A fé: isto significa vida de fé, porque a fé deve ser vivida. Caminhar pelos caminhos da fé e dar testemunho da fé. A fé não é recitar o “Credo” domingo, quando vamos à Missa: não é só isto. A fé é acreditar naquilo que é a Verdade: Deus Pai que enviou o seu Filho e o Espírito que nos vivífica. Mas a fé é também confiar-se a Deus, e deveis ensinar isto às vossas crianças, com o vosso exemplo, com a vossa vida. E a fé é luz: na cerimónia do baptismo vos será dada uma vela acesa, como nos primeiros dias da Igreja.

Bênção para famílias "irregulares"

Senhor, que sondais e perscrutais os corações destes Vossos filhos e filhas, Vós que conheceis e alimentais os seus sonhos, e os amparais nos seus pesadelos:
Infundi neles a Vossa luz e sabedoria, para iluminarem, de esperança e confiança, as suas crises, angústias e dificuldades, e discernirem, na verdade e na caridade, com humildade e a ajuda da Igreja, os caminhos possíveis de resposta a Deus e de crescimento, no meio dos limites.

Advento: o que você está esperando?

Uma pergunta que você pode responder hoje mesmo - e ser muito mais feliz depois disso
Quem não se comove ao ver uma mãe abraçando seu filho recém-nascido? A gravidez é motivo de grande alegria. Cada criança que nasce é um verdadeiro milagre. Amor semeado, cresce, cresce, cresce. E quando nasce, Deus fica feliz. Dá gargalhadas de alegria: “- Luz! Luz! Luz!”, grita Ele sorridente. -“Luz para iluminar o mundo!” Quem espera um bebê pode ter muitos medos mas o amor cobre uma multidão de temores e a ansiedade de ver chegar a criança não cabe no peito. E essa espera da mãe? De nove meses, semana após semana, contando os dias, as horas, sofrendo as dores de parto, esperando aquele momento único de abraçar o fruto do seu ventre? Noites em vigília. Quantas vezes deve ter ouvido o título deste texto: “o que você está esperando?” E lá se iniciava o relato da história de uma vida. Quanta esperança renasce nos lares após o nascimento de um bebê.

Reconhecer a vida do não nascido em registro civil

A Áustria estabelece um precedente para reconhecer a vida do não nascido. Neste caso, o governo dirigido pelos social-democratas obteve apoio suficiente para avançar com uma reforma que permite aos pais inscrever no Registo Civil as crianças falecidas antes do nascimento com peso inferior a 500 gramas. Esta medida, que saiu graças ao apoio dos cristãos democratas e dos socialistas, outorga aos pais uma certidão de nascimento de seu filho falecido, assim como a certidão de óbito na qual consta o nome do bebê.

TUDO COMEÇA PELO ESPANTO

Uma das grandes virtudes que precisamos de reencontrar é a arte do espanto, pois é verdadeiramente por aí que tudo começa...

Lembro-me muitas vezes de um ensaio da escritora italiana Natalia Ginzburg sobre aquilo que os pais transmitem aos filhos. E a opinião dela é que os pais parecem esgotar o seu papel no ensinamento das pequenas virtudes, e frequentemente se demitem de dizer uma palavra ou tomar uma iniciativa sobre as grandes. É como se todo o nosso sistema de valores educativos se restringisse à aprendizagem do que é o senso comum adquirido, aquilo que de uma forma ou de outra se respira no ar, escolhendo assim a estrada mais cómoda. O pior, porém, é o que, neste modelo educativo, se deixa a descoberto em termos da aventura humana como aventura de construção do sentido. E Natalia Ginzburg dá exemplos. A relação com o dinheiro é um deles. Os pais sentem o cuidado de ensinar os filhos a poupar e a utilizar de forma parcimoniosa os recursos financeiros, mas sentem menos, como tarefa…

Quer ser um bom pai?

Veja os conselhos do Papa Francisco A sabedoria do Papa Francisco em forma de dicas valiosas
“Um bom pai sabe esperar e sabe perdoar, do fundo do coração”, afirmou o Papa Francisco durante uma catequese na qual refletiu sobre o papel do pai na família, colocando como exemplo a parábola do Filho Pródigo. O Papa se referiu à função do pai na família, a partir de uma perspectiva positiva, deixando de lado os “perigos dos pais ‘ausentes’”.
“Toda família precisa do pai”, disse. O pai “sabe bem quanto custa transmitir esta herança: quanta proximidade, quanta doçura e quanta firmeza”, mas também “quanto consolo e recompensa se recebe quando os filhos honram esta herança! É uma alegria que redime todo cansaço, que supera toda incompreensão e cura toda ferida”.

Entre um humor, ainda que reles, e qualquer fanatismo refinado, venha daí o humor

Virginia Woolf escreveu que “a felicidade é ter um pequeno fio onde as coisas se prendem por si”. Por vezes, o riso tem na vida a função desse pequeno fio que consegue o milagre de colar os fragmentos distantes e desavindos da própria experiência. Parece mesmo que as coisas, mesmo as mais difíceis, se prendem por si, convergem suavemente para uma repentina espécie de encaixe, sem o esforço que sabemos necessário. O riso é um instantâneo da graça, flagrante como uma iluminação. É uma resolução inesperada que reorganiza o mundo. Aquele meu amigo estava a principiar uma análise. Como todos os que começam, não sabia bem o que estava a fazer ali, deitado naquele divã. O psicanalista tentava movê-lo para algum sítio. Sugeriu-lhe que, se sentia dificuldade em falar, pegasse num elemento do seu campo visual. Foi então que ele reparou na estrelícia que estava na jarra. E concentrou nela o seu desgosto profundo. Detestava estrelícias, confessou.

A herança de meu pai

Precisamos de pensar na natureza dos tesouros que podemos efetivamente dar ou receber, e como eles estão afinal mais ao nosso alcance do que porventura julgamos... Quando se fala de heranças, deveria ser claro que as coisas materiais são o aspeto menos importante de uma transmissão que se for apenas dos direitos de propriedade disto ou daquilo verdadeiramente não se consuma. As heranças verdadeiras, aquelas que nos confirmam numa determinada filiação ou linhagem, têm por força que ser mais amplas, mais ambiciosas e, ao mesmo tempo, mais irredutivelmente pessoais do que a pura materialidade. Lembro-me de um verso de Ruy Cinatti: “Quem não me deu Amor, não me deu nada”. E ele escrevia Amor assim, com maiúscula, como que a sugerir que a única dádiva que conta é aquela que nos inicia, através de mil entradas possíveis, no conhecimento do amor como o nome maior entre todos os outros, como a experiência que nos ancora no absoluto.

A arte de corrigir

Vivemos hoje em plena era tecnológica, o triunfo da correção automática. Telemóveis, iPhones, iPads… Os teclados colocados à nossa disposição são tão ágeis que nem precisamos de olhar para eles. Podemos digitar uma mensagem a uma velocidade recorde, sem especiais preocupações, pois o automatismo do dispositivo vai alterando e (supostamente) corrigindo os nossos erros de escrita. A publicidade, cada vez mais agressiva, explica que o corretor automático tem a enorme vantagem de nos fazer poupar tempo. Mas tempo para quê? Nas relações interpessoais existe também a tentação da correção automática. Quando, por exemplo, nos agarramos como a um totem à letra da lei, ao ditado de uma tradição, aos escritos de um ponto de vista sem olhar a mais, como resolução para todos os problemas que surjam. Ou quando desatamos a corrigir os outros por tudo e por nada. Nem precisamos de olhar para as pessoas. Basta-nos citar maquinalmente o número da regra que estão a infringir naquele momento, ou a nossa …

Acolhidos, compreendidos e acompanhados pela Igreja

Ana Mansoa e Diogo Silva têm 3 filhos: Maria e Francisco, já no Céu, e Teresinha, de 1 ano. A falta de auxílio, dentro e fora da Igreja, quando perderam os dois primeiros filhos levou este jovem casal a criar, há um ano, o projeto A Esperança de Ana, que quer ajudar os casais a viver na fé a dor de perder um filho durante a gravidez ou em caso de infertilidade.
“Ser um espaço onde as pessoas se sintam acolhidas na sua dor, se sintam acolhidas na sua incompreensão” é a primeira missão de A Esperança de Ana. “Os casais dizem-nos muitas vezes que sentem ter de viver um luto envergonhado. Frases como ‘Deixa lá’ ou ‘Não correu bem desta vez, corre melhor na próxima’ provocam, em muitos casais, uma dor profunda, porque sentem que as pessoas, mesmo em contexto de Igreja, não compreendem. Um filho que nasça a seguir não vem substituir o que se perdeu”, alerta Ana Mansoa, ao Jornal VOZ DA VERDADE. É também desejo deste projeto que as pessoas consigam fazer “um caminho de compreensão desta exper…

Filhos que são como estrangeiros

A depressão juvenil é um dos maiores dramas que acontecem nas famílias. Enche a casa de perplexidades e pavores, mancha a relação entre pais e filhos, intoxica todos os que se aproximam para ajudar. Primeiro dia de chuva de Outono. Horas corridas, reuniões aceleradas, encontros fugazes e conversas atropeladas. Tudo vivido numa vertigem porque a rentrée veio com força e, para cúmulo, chove, há obras por todo o lado na cidade e o trânsito fica imediatamente parado. No meio deste pára-arranca, uma curta visita profissional a um amigo que depois me acompanha pela rua, até ao carro, para termos mais tempo para conversar. Pergunto sempre pelos seus. Mulher e filhos, mas também por projectos novos e antigos, bem como por amigos comuns. Desta vez a conversa centrou-se em alguém que ambos conhecemos por ser muito novo, mas já ter um histórico grande de depressões e desânimos. A conversa fez-nos parar numa esquina e ali ficámos nesse tempo breve-demorado, em bolha, alheios ao movimento em volta. –…

Férias em Família

Encontramo-nos num tempo em que o tema Férias é quase inevitável. Desejamos “boas férias” aos amigos e até aos mais ou menos conhecidos. Férias tempo de pausa, tempo de alterar rotinas, tempo de descanso merecido, tempo de família e de partilha, onde diferentes gerações se cruzam, tempo para refletir e encontrar pontos comuns , os sonhos no olhar de cada um, as histórias que se vão contando, as experiências que se vão transmitindo. Férias tempo de paragem no turbilhão do dia a dia . Quantas vezes vivemos encurralados no nosso pequeno Mundo, sem lugar para os outros, os outros que são os nossos , que somos nós mesmos. Féria tempo de recarregar energias para um novo ano de trabalho, que rapidamente se avizinha. O tempo passa demasiadamente depressa, quando fazemos algo de que gostamos e nos dá prazer.

O Verbo COZINHAR

Jurou que nunca cozinharia, até que um dia o filho a alertou para a falta dessa forma de afeto
Teria então uns seis anos de idade. Naquele dia, esteve perto da mãe na cozinha a preparar o jantar. A mãe dizia que ela ajudava. E ajudava. Passava o feijão que estava de molho numa taça para uma pequena panela vazia. Ia buscar alguma coisa que lhe era pedida ao frigorífico. Fechava-o depois com mil cuidados. E isso era também ajudar, explicava-lhe a mãe. Conversava. Cantarolava. E isso ajudava. E na cumplicidade delas a tarde deslizava devagar. Sentia a mãe nervosa, mas também controlada e quase serena sempre que lhe falava. Duas ou três vezes, porém, quando surpreendeu a mãe recolhida no seu mundo, alarmou-se com a nuvem que viu pousada nos seus olhos grandes. Mas depois a mãe falava-lhe, sorria para ela, e era como se nada se passasse. Terminada a confeção do jantar, trataram de colocar a mesa e ficaram ainda muito tempo juntas e abraçadas à espera do pai. O pai chegou tarde e alcoolizado…

Castigar!?

Ser mãe... Ser filha...

Defender o casamento e a família

PAI, MÃE E FILHOS
Iniciativa de cidadania europeia para defender o casamento e a família Juntos vamos apoiar o casamento e a família na Europa:
Casamento: união permanente e fiel entre um homem e uma mulher com o propósito de construir uma família.
Família: o pai, a mãe e os filhos.
Relação familiar: relação jurídica entre os dois cônjuges, ou de cada um dos pais com o(a) filho(a).
Sim, eu apoio o pedido à EU para haver legislação que defina o significado de casamento e família: casamento, como a união entre um homem e uma mulher e a família, como relação baseada no casamento e/ou descendência. Visite: http://www.mumdadandkids.eu/pt Faça a sua assinatura por esta causa.

BALADA PARA OS NOSSOS FILHOS

A canção que eu hoje cantava para todos os filhos do mundo. Um filho é como um ramo despontado
do tronco já maduro que sou eu
um filho é como um pássaro deitado
no ninho da mulher que me escolheu
Um filho é ver-se um homem prolongado
no mundo da verdade em que nasceu
um filho é ver-se um homem atirado
das raízes da terra para o céu Meu filho, minha vida, és meu sangue e meu caminho
meu pássaro de carne meu amor
meu filho que nasceste do ventre do carinho
da minha companheira que deu flor João é um botão de cravo rubro
Joana é uma rosa cor de Abril
dois filhos que eu embalo
e que descubro
que sendo só dois podem ser mil
Dois filhos do amor e da ternura
que sendo de todos não são de nenhum
e não há no mundo coisa mais pura
que a gente amar em todos cada um Meu filho minha vida és meu sangue e meu caminho
meu pássaro de carne meu amor
meu filho que nasceste do ventre do carinho
da minha companheira que deu flor"