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Mensagens

A mostrar mensagens de Julho, 2016

«Felizes as famílias que têm os avós perto»

Saber renovar-se, aceitar mudar o próprio coração e, consequentemente, o próprio estilo de vida em nome da novidade que carrega a esperança: não é um desafio fácil para a experiência humana aquela com que se depararam os “avós” de Jesus, pais de Maria, os santos Joaquim e Ana. Dois anciãos, segundo a tradição, que receberam o dom da filha como uma graça capaz de trazer um novo sentido a toda a existência. Nos Evangelhos canónicos não se fala destes dois santos, cujas vicissitudes surgem, todavia, nos textos apócrifos. No Oriente o seu culto chegou primeiro, enquanto no Ocidente só se difunde em torno do séc. X, embora já haja referências em séculos anteriores, embora circunscritas. Para a Igreja, Joaquim e Ana são as testemunhas do antigo que se abre ao novo e por isso representam o chamamento de cada ser humano a colocar-se à escuta da voz de Deus, sempre prontos, mesmo em idade avançada, a colhê-la na própria vida.

A experiência dos avós na Família - Dia dos Avós

Férias em Família

Encontramo-nos num tempo em que o tema Férias é quase inevitável. Desejamos “boas férias” aos amigos e até aos mais ou menos conhecidos. Férias tempo de pausa, tempo de alterar rotinas, tempo de descanso merecido, tempo de família e de partilha, onde diferentes gerações se cruzam, tempo para refletir e encontrar pontos comuns , os sonhos no olhar de cada um, as histórias que se vão contando, as experiências que se vão transmitindo. Férias tempo de paragem no turbilhão do dia a dia . Quantas vezes vivemos encurralados no nosso pequeno Mundo, sem lugar para os outros, os outros que são os nossos , que somos nós mesmos. Féria tempo de recarregar energias para um novo ano de trabalho, que rapidamente se avizinha. O tempo passa demasiadamente depressa, quando fazemos algo de que gostamos e nos dá prazer.

Tempo de férias escolares é também altura de reforçar a segurança na internet lá em casa

Mais tempo livre é atualmente igual a mais tempo online, o que se pode tornar um problema para pais e educadores já que os mais novos estão entre os utilizadores mais vulneráveis na internet. O site SeguraNet pode ser uma ajuda. O website tem várias ferramentas dirigidas aos pais e educadores mas também outras para os mais novos, aliando a prevenção e educação aos jogos e entretenimento, uma das melhores formas de captar a atenção de crianças e adolescentes.

6 conselhos de amor de Madre Teresa de Calcutá

1- O amor chega a quem espera, ainda que o tenham decepcionado; a quem ainda acredita, mesmo que antes tenha sido traído; a quem ainda precisa amar, mesmo que tenha sido ferido; e a quem tem coragem e fé para construir a confiança novamente.
2- O princípio do amor é deixar que aqueles que conhecemos sejam eles mesmos, e não tentar mudá-los segundo nossa própria imagem, porque então só amaremos o reflexo de nós mesmos.
3- Não se deixe levar pelo exterior, porque ele pode enganar. Não se deixe levar pelas riquezas, porque ela pode ser perdida. Procure alguém que faça você sorrir, porque um sorriso é capaz de fazer um dia escuro brilhar.

Crianças mais generosas

O sucesso depende, mais do que nunca, de saber colaborar com os outros, por isso é fundamental educar crianças empáticas e socialmente conscientes. Segundo a revista online “Pazes”, investigadores de Harvard chegaram aos seguintes cinco conselhos para ensinar os mais novos, desde cedo, a serem mais generosos e altruístas.
1. Passe tempo com os seus filhos Essa parece ser a base de tudo. Quando as crianças são tratadas com respeito e amor, tendem a aprender a respeitar e a importar-se mais com o próximo. Converse, faça perguntas, escute as respostas com interesse, planeie programas divertidos para fazerem juntos… Uma criança que se sente amada já tem meio caminho andado.
2. Dê o exemplo As crianças aprendem a ter comportamentos éticos e morais, observando o comportamento dos pais e de outros adultos que respeitam. Preste atenção ao seu comportamento.

AS FÉRIAS ESCOLARES, A FAMÍLIA E A ESCOLA

As actividades lectivas acabaram, a maior parte dos Professores ainda está nas escolas a terminar milhentas tarefas em que sobressaem os inúmeros relatórios que vão ficar, na sua maioria, cuidadosamente guardados em ficheiros, e os Pais lamentam-se porque não sabem o que hão-de fazer aos filhos e criticam “as longas férias dos Professores”. E esta situação obriga-me a colocar uma questão: O que é que os Pais sabem da Escola e dos Professores? Se os Pais conhecessem melhor a escola e aqueles a quem entregam os seus filhos, certamente que a sua posição seria diferente, mas nós, portugueses, fazemos, de facto, muito pouca vida comunitária. E eu pergunto-me o que eles fariam se fossem obrigados a fazer algumas tarefas que os encarregados de educação têm de realizar em alguns países. Por exemplo, nos Estados Unidos não se fazem visitas de estudo sem que haja acompanhamento de alguns pais. Na Hungria, onde há uma pausa lectiva para a neve, em que os alunos têm que fazer actividades na montan…

Carta ao meu marido nesta fase complicada do casamento

A nossa vida é complicada neste momento, não é? Nós não queremos que seja. Mas neste momento é. Trabalhamos para ser pagos para pagarmos contas e parece que há sempre mais meses do que dinheiro. Temos duas pessoas muito pequeninas que parecem nossos chefes, enquanto nos esforçamos por manter o controlo. Somos empurrados de tantas maneiras que, por vezes, damos por nós e estamos em lados opostos. Acabamos por discutir. Discutimos sobre as decisões parentais e também sobre “quem é a vez de trocar a fralda”. Discutimos sobre dinheiro e sobre as vezes que escolhemos ir almoçar fora na semana passada. Discutimos sobre a roupa para lavar e passar e sobre a limpeza da casa. Discutimos sobre coisas estúpidas que, eventualmente, acabamos por nos desviar do tema e discutimos sobre outras coisas à mistura.

O papel da família na orientação moral e vocacional

Comunicar com os filhos

O Verbo COZINHAR

Jurou que nunca cozinharia, até que um dia o filho a alertou para a falta dessa forma de afeto
Teria então uns seis anos de idade. Naquele dia, esteve perto da mãe na cozinha a preparar o jantar. A mãe dizia que ela ajudava. E ajudava. Passava o feijão que estava de molho numa taça para uma pequena panela vazia. Ia buscar alguma coisa que lhe era pedida ao frigorífico. Fechava-o depois com mil cuidados. E isso era também ajudar, explicava-lhe a mãe. Conversava. Cantarolava. E isso ajudava. E na cumplicidade delas a tarde deslizava devagar. Sentia a mãe nervosa, mas também controlada e quase serena sempre que lhe falava. Duas ou três vezes, porém, quando surpreendeu a mãe recolhida no seu mundo, alarmou-se com a nuvem que viu pousada nos seus olhos grandes. Mas depois a mãe falava-lhe, sorria para ela, e era como se nada se passasse. Terminada a confeção do jantar, trataram de colocar a mesa e ficaram ainda muito tempo juntas e abraçadas à espera do pai. O pai chegou tarde e alcoolizado…