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Respostas às questões propostas para a IX Jornada da Família - Nas periferias da Família

HÁ MUITOS DIVÓRCIOS, SEPARAÇÕES, UNIÕES DE FACTO. COMO TE POSICIONAS FACE A ESTAS SITUAÇÕES? ACEITAS COM INDEFERENÇA E RESIGNADO ÀS EVIDENCIAS? SABES O QUE DIZ A IGREJA SOBRE ELAS? CONHECES ALGUÉM NESTAS CIRCUNSTANCIAS?


- Não aceito. Sei, Jesus disse “o que Deus une jamais o homem pode separar”. Conheço bastantes, infelizmente.

- A nossa sociedade vive a ritmo alucinante, com vários problemas; desemprego, falta de dinheiro, doenças, fome e para agravar surgem sentimentos de revolta; ciúme, orgulho e comportamentos indevidos. Tudo isto contribui para os divórcios e separações. Eu penso que a Igreja luta contra estas “enfermidades”. A Igreja precisa de capacidade de tratar feridas.

- Este é um tema muito delicado e sensível (sou casada). Hoje existem muitos estados emocionais desequilibrados, daí o assunto ser delicado. Aceito as indiferenças a que estou sujeita. A Igreja neste assunto é muito diversa. Infelizmente ou felizmente conheço.

- Com respeito. Não, tento mediar alguns casos. Outros já não têm retorno, eu própria aconselho a separação. Sei. Infelizmente conheço muitas pessoas.


- Na minha família tenho de tudo, apesar de nós darmos o exemplo do matrimónio católico há muitos anos.

- Lamentamos, mas vemos com tolerância e apoiando casos próximos de divórcios e separações, pois esta atitude pode trazer essas pessoas até uma Igreja tolerante.

- As principais obras de Satanás são precisamente as referidas anteriormente. Na Igreja existe uma grave lacuna no que se refere ao príncipe deste mundo. Se não conhecermos o nosso inimigo como o podemos enfrentar.

- Não posso ignorar o que se passa na sociedade actual. Penso que estas situações criam sempre muita angústia e dor, que ninguém se divorcie só porque é uma moda. Penso que a Igreja tem obrigação de aceitar e acolher estas pessoas.

- São uma realidade nos dias de hoje e não adianta ignorar. Acho que a Igreja devia ser mais atenta, receptiva e compreensiva a estas situações ou realidades. A Igreja deve modificar os seus discursos e também as suas praticas face a estas realidades.

- Não aceito resignado. Sempre que me abordam sobre o tema tento ajudar com o diálogo e o posicionamento da Igreja. Conheço pessoas nessas circunstâncias.

- Não concordo. Conheço alguns casais por conveniência e outros porque não estão para se chatear.

- Tenho conhecimento de alguns casos e custa-me a aceita-los. Mas a Igreja em alguns casos ou antes alguns ministros da Igreja são mais exigentes que acolhedores.

- Aceito com alguma resignação e com muita pena de quem chega a esta situação. Em tempos a Igreja (ou os padres) rejeitavam, agora está mais aberta a estas situações, mas é preciso mais.

- Os divórcios, separações e uniões de facto configuram “novos arranjos familiares”, por vezes dolorosos e angustiantes. Todavia nem todas as familias bem estruturadas na aparência desempenham bem a sua função de formação do bem-estar e felicidade dos seus elementos. A união de facto pode desempenhar bem a função de uma família, mas falta-lhe caminhar naquele Êxodo proposto por Deus.

- Nas familias onde acontecem divórcios, separações as relações entre os seus membros adoecem. Porque a família define-se pela qualidade das relações entre os seus membros, pela forma como se tratam e estimam. No seio da família deve-se rever o que de mais precioso há no ser humano, aquilo que é mais básico; a necessidade de dar e receber afectos.

- Penso que existem divórcios a mais e casamentos a menos e não aceito com indiferença as evidências. Se conheço o papel da Igreja na sociedade também conheço a sua posição e até à data de hoje parecem-me correctas.

- Eu aceito todas estas situações. Procuro compreender...
A Igreja deveria caminhar e encontrar formas de aproximar mais estes seus filhos. Muitos caiem nestas situações quase por imposição. Vejamos, será aceitável a violência doméstica? Ou, por exemplo, um dos elementos do casal ser infiel e provocar no outro sentimentos de inferioridade, humilhação, falta de cuidado, de verdade, …?


- Separações pela Igreja, contribui para algumas um problema: afastamento dos sacramentos, sobretudo a comunhão. Acho que há muita angústia e afastamento da igreja por essas pessoas.

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