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Que histórias contamos a nós mesmos?

O sentido da vida passa pela capacidade que temos de nos aproximar da verdade.
Se a vida nos dói ou dá alegrias, depende muito da forma como a interpretamos. As adversidades podem ser vistas como castigos ou como desafios.

Os episódios tristes do nosso passado tanto podem valer como um peso que havemos de carregar, como podem ter o valor de nos ter ensinado, à custa de grande sacrifício, muito sobre nós, sobre os outros e sobre o mundo em que vivemos.
Os sonhos passam a ser pesadelos logo que os julgamos impossíveis, bem como se começam a tornar reais assim que acreditamos neles, ao ponto de começarmos a construir o caminho para a sua concretização.
O sentido da vida passa pela capacidade que temos de nos aproximar da verdade.
Nos silêncios da vida podemos escutar-nos. Muitos fogem do fundo de si mesmos, escapam à própria consciência, tentam esconder o sussurro da verdade, sobrepondo-lhe barulhos, mais ou menos ruidosos, mais ou menos melodiosos, de todos os tipos, mas sempre vazios.
Se a nossa vida é um inferno sem fim ou um caminho para o paraíso que se deve merecer, é uma perspetiva pessoal, uma opção individual.
Se me fixo em todos os problemas do mundo e me sinto esmagado sob o seu peso, ou se enfrento um de cada vez, como se fosse o único antes de combater o próximo, é uma escolha minha. Só minha.
Recordo as derrotas ou as vitórias? Aprendo ou apenas revivo esses momentos vezes sem conta?
Em quem acredito? Quem são as minhas referências? Quem permito que me ensine?
Valorizo quem me valoriza pelo que sou? E quem me critica?
O que decido fazer depois de constatar que a felicidade não está onde julgava que a iria encontrar? Aprendo com isso? O que mudo? Mudo-me?
Sou eu que faço quem sou. Cabe-me escolher como deve ser vivida a minha história e lida a minha vida.
Afinal, o que quero eu?
Ser ou ter?
Dar ou receber?
Ser generoso ou egoísta?

Opinião de José Luís Nunes Martins

RENASCENÇA

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