Avançar para o conteúdo principal

Um grande "sim" à família

O Cardeal Christoph Schönborn disse que o Sínodo dos Bispos já atingiu o objetivo principal: reafirmar um grande "sim" à família.
Em declarações à Zenit na semana passada, o arcebispo de Viena aplaudiu a nova metodologia escolhida pelo Papa Francisco para o Sínodo, apesar das críticas iniciais de que as mudanças causaram "confusão".
Em vez disso, disse o cardeal, a mudança é "muito, muito útil, pois envolve cada um dos participantes”.
"Há 13 reuniões em pequenos grupos, três vezes mais do que os sínodos precedentes. Com este método - menos Plenárias e mais grupos linguísticos - mais direto, eu diria, gera um contato mais frutuoso para as discussões", disse ele.

O cardeal afirmou que após os primeiros dias do Sínodo, o ambiente estava mais tranquilo.
"O fato é que o tema da família nos envolve muito; portanto, há uma tensão em torno das questões, que envolve desafios", destacou, acrescentando que é uma "tensão positiva” porque mostra o cuidado e amor que a Igreja tem para com esta instituição fundamental que é a família”.
"O que me impressionou e me impressiona dia após dia é que - apesar das diferentes realidades, experiências e problemas - os testemunhos de todo o mundo demonstram a mesma coisa: não há nenhum projeto mais estupendo do que a família. É verdadeiramente a obra do Criador".

"O êxito do matrimónio e da família vale muito mais do que todas as dificuldades e as crises que existem. O desejo do matrimônio e da família está verdadeiramente enraizada no mundo todo", comentou o cardeal austríaco, afirmando que além de todos os resultados que este Sínodo pode obter, já atingiu o principal objetivo: "Um grande sim da Igreja à família - uma grande esperança de que a família é mais forte do que todas as crises".

Por Salvatore Cernuzio
Roma, 21 de Outubro de 2015

In http://www.zenit.org/pt

Mensagens populares deste blogue

Em Setembro passa a ser proibida a eutanásia nos canis...

Em Setembro passa a ser proibida a eutanásia nos canis como medida de controlo dos cães e gatos vadios. Governo pode vir a estender prazo, porque maioria dos canis não sofreu obras. Em 31 concelhos nem sequer existem.

E se ajudássemos os outros a viver?

Nunca fui autónoma, mas isso não me tornou menos digna em nenhum dos dias, desde que nasci. É por isso que não posso ficar em silêncio, numa altura em que nos preocupamos em como ajudar os outros a morrer.

Eutanásia: Interrupção Voluntária do Amor (IVA)

Nestas últimas semanas, estou em visita pastoral às paróquias mais pequenas do arciprestado de Cabeceiras de Basto. No contexto atual de debate sobre a eutanásia, tenho procurado saudar ainda com mais respeito e carinho os idosos que encontro nos Centros de Convívio, em suas casas ou na Igreja Paroquial na celebração do Sacramento da Unção dos Doentes.