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Mensagens

Papa deseja que famílias leiam, pensem e falem da exortação "A alegria do amor"

O papa manifestou hoje o desejo de que sejam propostas às famílias formas de «aprofundar a sua reflexão e a sua partilha» sobre a exortação "Amoris laetitia" ("A alegria do amor"), e relembrou o seu projeto para a Igreja. O amor, precisamente, está no centro da mensagem que Francisco dirige ao responsável pelo departamento do Vaticano que assume a organização do 9.º Encontro Mundial das Famílias, que de 21 a 26 de agosto, em Dublin, Irlanda, é dedicado ao tema "O Evangelho da Família: alegria para o mundo".

«Alguns homens parecem viver no tempo das cavernas», Igreja tem de prevenir violência contra mulheres

O presidente do Conselho Pontifício da Cultura mostrou-se hoje convicto de que «o único verdadeiro instrumento de prevenção da violência, em geral e especificamente contra as mulheres, é a educação, e essa é um grande tarefa para a escola e para a Igreja».

Toda a verdade sobre as mães

(Advertência: Este texto não deve ser lido por todas as pessoas! É exclusivo e recomendado só para aquelas que serão, muito provavelmente, as melhores mães do mundo.)
Não, não é verdade que as mães sejam serenas, macias e bucólicas, quase sempre. E que, seja diante do que for, reajam num tom ameno, almofadado e cheio de açúcar, sem sequer gritarem, esbracejarem e esconjurarem todos os descuidos que, sempre que elas são dedicadas e atentas, abundam numa casa. As mães saudáveis têm o direito (milenar!) a esganiçar-se, sim senhora! (Aliás, mães esganiçadas são um património imaterial da Humanidade; como se sabe.) E têm o direito a ameaçar que, um dia, se vão embora e “aí sim, vocês vão ver a falta que vos faço!”.

Os amigos...

O que aproxima os amigos, o que os liga entre si é a descoberta de uma afinidade interior, puramente gratuita, mas suficientemente forte para fazer persistir no tempo o afeto, a cumplicidade, a relação e o cuidado. Se quisermos explicar que afinidade é essa nem sabemos. E isto é verdade tanto na amizade anónima que, por exemplo, dois miúdos do mesmo bairro estarão agora a iniciar, como nas amizades célebres, como aquela de Montaigne por Étienne de La Boétie, que levou o primeiro a escrever: “Na amizade, as almas mesclam-se e fundem-se uma na outra em união tão absoluta que elas apagam a sutura que as juntou, de sorte a não mais a encontrarem.

Papa escreve às famílias de todo o mundo com mensagem de «misericórdia»

Francisco convida a aprofundar conteúdos da exortação apostólica pós-sinodal «Amoris Laetitia» Cidade do Vaticano, 30 mar 2017 (Ecclesia) - O Papa Francisco escreveu uma carta às famílias de todo o mundo, publicada hoje pelo Vaticano, para dirigir-lhes uma mensagem de “misericórdia”, com atenção às “feridas” da humanidade. “Sonho com uma Igreja em saída, não autorreferencial, uma Igreja que não passe longe das feridas da humanidade, uma Igreja misericordiosa que anuncie o coração da revelação de Deus Amor, que é a misericórdia”, refere o texto, que apresenta o próximo Encontro Mundial das Famílias (EMF).

“As famílias estão a dizer que existem e são maioria. E isso choca”

Está a chegar ao fim o prazo para assinar a petição “Pai, mãe e filhos”, que pede à Europa que reconheça a família natural.

Um grupo de cidadãos quer que a União Europeia reconheça oficialmente que a família é constituída por mãe, pai e filhos, quando os há.
A petição, que se chama “Mum, dad and kids” (“Pai, mãe e filhos”, em português) afirma que há cada vez mais documentos europeus que falam de família e que procuram mesmo definir o conceito, embora nem todas as definições estejam de acordo entre si. “Como não existe esta clareza de conceitos, os textos europeus estão a tornar-se cada vez mais difíceis de interpretar e aplicar”, lê-se no site.

O filho não nascido mas por Deus dado

A pequena urna branca está diante do altar. A igreja repleta de gente, num silêncio atónito e comovido. Uma multidão de amigos aperta-se junto aos pais de Pedro Maria Adeodato, morto na barriga da mãe poucas semanas antes do termo da gravidez. Chamaram-no assim, colocando-lhe o nome do grande amigo de Jesus, o da Virgem e um terceiro que significa "dado por Deus". Um dom que os pais não quiseram renunciar depois de os médicos terem diagnosticado uma grave malformação incompatível com a vida. E assim viveram sete meses, rezando e esperando, pedindo o milagre da cura a par do da conversão do coração? Porque é que pôde acontecer? Que sentido tem uma morte tão atroz? Apetece dizer que não há palavras para responder.