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Eutanásia e o «mito da autonomia»

A solidariedade é sentida como o primeiro e mais expressivo dever de humanidade. Por isso se rebela a inteligência e o coração contra os muros que se erguem e contra os mortos que ninguém chora.
TAGS Uma só coisa é certa no debate da eutanásia: está em causa uma fronteira civilizacional. Ultrapassá-la ou defendê-la, depende da perspetiva. A questão de fundo é inelutável: a centralidade da autonomia, como valor antropológico e jurídico. É em nome da autonomia que se reclama o direito a decidir quando e em que circunstâncias podemos pôr termo à própria vida; é em nome da autonomia que se exige a assistência médica nesse momento singular; é em nome da autonomia que se postula uma leitura dignificante, altruísta, humanizadora do que até há bem poucos anos era sinal de barbárie… E é também em nome da autonomia que se condena qualquer visão diferente, catalogada como intolerante e sem direito de cidadania, porque, justamente, parece ameaçar a auto-determinação do sujeito.

AMO-TE SEM SABER COMO

Não te amo como se fosses rosa de sal, topázio ou seta de cravos que propagam o fogo: amo-te como se amam certas coisas obscuras, secretamente, entre a sombra e a alma. . Amo-te como a planta que não floriu e tem dentro de si, escondida, a luz das flores, e, graças ao teu amor, vive obscuro em meu corpo o denso aroma que subiu da terra.

O MEU AMOR EXISTE

O meu amor tem lábios de silêncio e mãos de bailarina e voa como o vento e abraça-me onde a solidão termina . O meu amor tem trinta mil cavalos a galopar no peito e um sorriso só dela que nasce quando a seu lado eu me deito

Namorar é caminhar. Fácil? Não, não é.

Hoje celebra-se São Valentim, dia dos namorados. Podia ficar por aqui e estaria tudo dito sobre esta comemoração comercial. Confesso que sou pouco romântico "por marcação" ou "por pedido". Explico-me. Ou o amor é um caminho que se percorre ou não é amor. Portanto, o dia 14 de fevereiro, ou foi o início de uma caminhada a dois ou não faz falta nenhuma no calendário do casal de namorados.Vivemos numa sociedade cada vez mais globalizada e comercial. O dia dos namorados é consequência desta vivência "interesseira". Ainda na semana passada escrevia acerca da queda do número de casamentos pela Igreja. E o Papa Francisco, já alertou, por diversas vezes,  para a nulidade sacramental da maioria destes. Muitos casais entendem que este sacramento é apenas uma bênção, um costume social para agradar a pais e família. A realidade sobrenatural é completamente esquecida.

A mulher é quem dá harmonia ao mundo, não está aqui para lavar louça

O Pontífice indicou que é necessário evitar se referir à mulher falando somente sobre a função que realiza na sociedade ou em uma instituição, sem levar em consideração que a mulher, na humanidade, realiza uma missão que vai além e que nenhum homem pode oferecer: “O homem não traz harmonia: é ela. É ela que traz a harmonia, que nos ensina a acariciar, a amar com ternura e que faz do mundo uma coisa bela”. Em sua reflexão sobre a Criação, a partir da leitura do Livro do Gênesis, o Papa Francisco se referiu ao papel da mulher na humanidade.

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA A QUARESMA DE 2017

A Palavra é um dom. O outro é um dom.
Amados irmãos e irmãs! A Quaresma é um novo começo, uma estrada que leva a um destino seguro: a Páscoa de Ressurreição, a vitória de Cristo sobre a morte. E este tempo não cessa de nos dirigir um forte convite à conversão: o cristão é chamado a voltar para Deus «de todo o coração» (Jl 2, 12), não se contentando com uma vida medíocre, mas crescendo na amizade do Senhor. Jesus é o amigo fiel que nunca nos abandona, pois, mesmo quando pecamos, espera pacientemente pelo nosso regresso a Ele e, com esta espera, manifesta a sua vontade de perdão (cf. Homilia na Santa Missa, 8 de janeiro de 2016). A Quaresma é o momento favorável para intensificarmos a vida espiritual através dos meios santos que a Igreja nos propõe: o jejum, a oração e a esmola. Na base de tudo isto, porém, está a Palavra de Deus, que somos convidados a ouvir e meditar com maior assiduidade neste tempo. Aqui queria deter-me, em particular, na parábola do homem rico e do pobre Lázaro (cf. L…

"Formar consciências e não substituí-las", mesmo sabendo que "Não há famílias perfeitas"...