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Mensagens

Rezar em Família no Natal - NA SEMANA DEPOIS DA EPIFANIA E PRIMEIRA DO TEMPO COMUM

CONTEMPLAR A ALEGRIA DO EVANGELHO “Onde está o rei dos judeus que acaba de nascer?”
ITINERÁRIO SIMBÓLICO Atitude mariana: Interioridade
ABRIR A CASA À LUZ No início da oração acender a vela
ORAÇÃO P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. R. Amém!
 P. Com Maria e José, oremos ao Senhor!
 R. Neste Natal, Ele nos dá a alegria do Seu amor!

Desculpa

«Pedir desculpas é difícil,  mas torna-se libertador.»  Pe. Rui Miguel
Não é fácil admitir que erramos. Não é fácil interiorizar que nem sempre temos razão. É preciso olharmos para dentro e percebermos do que somos feitos. É preciso nascermos de novo. É necessário sabermos que "é muito mais aquilo que nos une, que aquilo que nos separa.". É urgente que tenhamos a coragem de pedir desculpas. É urgente que tenhamos a audácia de entender que aquele que se cruza connosco vai encontro da mesma humanidade. É certo que é uma humanidade recheada de diferenças, mas são nelas que encontramos toda a sua beleza.

Solenidade da Epifania do Senhor: Caminhar para encontrar a Glória

O Papa presidiu na manhã da sexta-feira (06/01) a Solenidade da Epifania do Senhor, na Basílica de São Pedro. Francisco falou de uma "nostalgia" que impeliu os reis magos a colocarem-se a caminho e seguir a estrela de Belém.  "Lá, em Belém, havia uma promessa de novidade, uma promessa de gratuidade. Lá estava a acontecer algo de novo", refletiu o Pontífice.
Homilia integral
«Onde está o Rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo» (Mt 2, 2).
Com estas palavras, os Magos, que vieram de terras distantes, dão-nos a conhecer o motivo da sua longa caminhada: adorar o Rei recém-nascido. Ver e adorar são duas ações que sobressaem na narração evangélica: vimos uma estrela e queremos adorar.

Rezar em Família no Natal - 1 DE JANEIRO À EPIFANIA

CONTEMPLAR A ALEGRIA DO EVANGELHO “Maria conservava todos estes acontecimentos e meditava-os em seu coração” ITINERÁRIO SIMBÓLICO Atitude mariana: Interioridade ABRIR A CASA À LUZ No início da oração acender a vela
ORAÇÃO P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. R. Amém!
 P. Com Maria e José, oremos ao Senhor!
 R. Neste Natal, Ele nos dá a alegria do Seu amor!
P. Iniciámos um novo ano civil. No dia 1, Dia Mundial da Paz, invocámos a bênção divina e expressámos os nossos sonhos, em muitos votos, compromissos, desejos. O novo ano começou, como sempre, sob o olhar protetor da Mãe de Deus.
 Neste início de ano, queremos acolher em nossa casa, nas nossas famílias o desafio da Paz. Por isso devemos aprender a dizer muitas vezes, três palavras simples: «por favor», «obrigado» e «desculpa». O Evangelho do passado Domingo, dia 1, dizia-nos algo muito belo, a respeito do modo como a Mãe de Jesus vivia o seu dia a dia, atenta a tudo o que vivia e ouvia. Dizia assim São Lucas:

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A CELEBRAÇÃO DO 50.º DIA MUNDIAL DA PAZ

A não-violência: estilo de uma política para a paz
1. No início deste novo ano, formulo sinceros votos de paz aos povos e nações do mundo inteiro, aos chefes de Estado e de governo, bem como aos responsáveis das Comunidades Religiosas e das várias expressões da sociedade civil. Almejo paz a todo o homem, mulher, menino e menina, e rezo para que a imagem e semelhança de Deus em cada pessoa nos permitam reconhecer-nos mutuamente como dons sagrados com uma dignidade imensa. Sobretudo nas situações de conflito, respeitemos esta «dignidade mais profunda»[1]e façamos da não-violência ativa o nosso estilo de vida.

Esse desconhecido chamado JESUS

Resistindo à oposição dos mais próximos, Jesus tornou-se, de facto, um pregador itinerante...
Jesus permanece para nós um desconhecido, e em muitos sentidos. Ao pensar nele assalta-nos o mesmo desconcerto dos seus concidadãos que o viram largar, ali diante dos olhos de todos, o ofício de artesão que exercia e abraçar um ministério de ensinamento e sanação, para o qual não o consideravam qualificado. Ele era apenas um deles, naquela aldeia que não excederia os seiscentos habitantes, a maior parte ocupados no cultivo do trigo e da oliveira, outros de cerâmica para uso doméstico, outros ainda, como ele e a sua família, dependentes da carpintaria, atividade necessária à manutenção do povoado. Não reconheciam naquele conterrâneo alguém capaz de anunciar o Reinado de Deus e ainda menos de alargar a compreensão sobre as suas implicações históricas.

Um ano que termina… uma vida que se renova...

Mais um ano que termina…e o que é que mudou?A guerra é uma realidade dos nossos dias, o sofrimento continua a imperar num mundo que parece cada vez mais cruel, as populações são obrigadas a migrar, gerando uma devastação enorme e cruel, a corrupção mina e empobrece diversos países, a exploração e escravidão humana aumenta, a intolerância também cresce nas redes sociais e entre os jovens e, até, na nossa pacata sociedade esta está cada vez mais presente. Apesar da facilidade de acesso das pessoas à informação, da facilidade de comunicação entre elas e destas serem cada vez mais instruídas e provavelmente mais conscientes…, podemos elencar uma série de acontecimentos mundiais, anuais, diários e locais (só nossos), que nos desumanizam e nos distanciam da tolerância, da paz, da justiça, da solidariedade, do acolhimento, do amor e de todos os valores que se anseiam e sonham para todo o mundo e para toda a humanidade.Mas, visualizando todos os acontecimentos deste ano que fragilizaram a hum…