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Rezar em Família no Natal - 1 DE JANEIRO À EPIFANIA

CONTEMPLAR A ALEGRIA DO EVANGELHO “Maria conservava todos estes acontecimentos e meditava-os em seu coração” ITINERÁRIO SIMBÓLICO Atitude mariana: Interioridade ABRIR A CASA À LUZ No início da oração acender a vela
ORAÇÃO P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. R. Amém!
 P. Com Maria e José, oremos ao Senhor!
 R. Neste Natal, Ele nos dá a alegria do Seu amor!
P. Iniciámos um novo ano civil. No dia 1, Dia Mundial da Paz, invocámos a bênção divina e expressámos os nossos sonhos, em muitos votos, compromissos, desejos. O novo ano começou, como sempre, sob o olhar protetor da Mãe de Deus.
 Neste início de ano, queremos acolher em nossa casa, nas nossas famílias o desafio da Paz. Por isso devemos aprender a dizer muitas vezes, três palavras simples: «por favor», «obrigado» e «desculpa». O Evangelho do passado Domingo, dia 1, dizia-nos algo muito belo, a respeito do modo como a Mãe de Jesus vivia o seu dia a dia, atenta a tudo o que vivia e ouvia. Dizia assim São Lucas:

MENSAGEM DO SANTO PADRE FRANCISCO PARA A CELEBRAÇÃO DO 50.º DIA MUNDIAL DA PAZ

A não-violência: estilo de uma política para a paz
1. No início deste novo ano, formulo sinceros votos de paz aos povos e nações do mundo inteiro, aos chefes de Estado e de governo, bem como aos responsáveis das Comunidades Religiosas e das várias expressões da sociedade civil. Almejo paz a todo o homem, mulher, menino e menina, e rezo para que a imagem e semelhança de Deus em cada pessoa nos permitam reconhecer-nos mutuamente como dons sagrados com uma dignidade imensa. Sobretudo nas situações de conflito, respeitemos esta «dignidade mais profunda»[1]e façamos da não-violência ativa o nosso estilo de vida.

Esse desconhecido chamado JESUS

Resistindo à oposição dos mais próximos, Jesus tornou-se, de facto, um pregador itinerante...
Jesus permanece para nós um desconhecido, e em muitos sentidos. Ao pensar nele assalta-nos o mesmo desconcerto dos seus concidadãos que o viram largar, ali diante dos olhos de todos, o ofício de artesão que exercia e abraçar um ministério de ensinamento e sanação, para o qual não o consideravam qualificado. Ele era apenas um deles, naquela aldeia que não excederia os seiscentos habitantes, a maior parte ocupados no cultivo do trigo e da oliveira, outros de cerâmica para uso doméstico, outros ainda, como ele e a sua família, dependentes da carpintaria, atividade necessária à manutenção do povoado. Não reconheciam naquele conterrâneo alguém capaz de anunciar o Reinado de Deus e ainda menos de alargar a compreensão sobre as suas implicações históricas.

Um ano que termina… uma vida que se renova...

Mais um ano que termina…e o que é que mudou?A guerra é uma realidade dos nossos dias, o sofrimento continua a imperar num mundo que parece cada vez mais cruel, as populações são obrigadas a migrar, gerando uma devastação enorme e cruel, a corrupção mina e empobrece diversos países, a exploração e escravidão humana aumenta, a intolerância também cresce nas redes sociais e entre os jovens e, até, na nossa pacata sociedade esta está cada vez mais presente. Apesar da facilidade de acesso das pessoas à informação, da facilidade de comunicação entre elas e destas serem cada vez mais instruídas e provavelmente mais conscientes…, podemos elencar uma série de acontecimentos mundiais, anuais, diários e locais (só nossos), que nos desumanizam e nos distanciam da tolerância, da paz, da justiça, da solidariedade, do acolhimento, do amor e de todos os valores que se anseiam e sonham para todo o mundo e para toda a humanidade.Mas, visualizando todos os acontecimentos deste ano que fragilizaram a hum…

DE REPENTE...

De repente,
num instante fugaz,
os fogos de artifício anunciam que
o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás.
De repente, num instante fugaz,
as taças de champanhe cruzam-se e o vinho francês borbulhante anuncia que o ano velho se foi e ano novo chegou.

Contemplar o Presépio e a Sagrada Família

Estes dias da oitava do Natal são algo de magnífico. Já passou o rebuliço das consoadas e o ano novo ainda se vem aproximando de mansinho. Se durante o Advento preparamos a chegada do Menino, na oitava podemos e devemos celebrar a Alegria e Graça de sentirmos que Deus se fez verdadeiro Homem, para melhor nos poder conduzir à salvação.
Desde pequeno que para mim os Natais não são verdadeiramente Natal sem que na família se faça uma encenação e reprodução do presépio. Temos a sorte de ser muitos primos, e de quase todos os anos haver um recém-nascido convocado para representar o papel de Menino Jesus. Sempre rodeado de Maria e José, de uma miríade de pastores (em regra os primos mais pequeninos) uma série de anjos (os primos em torno dos sete anos) e no final os três reis magos (sempre os primos que estão já a caminho da idade da ‘aborrecência’). Todos os anos a algazarra é muita, com os papéis a rodarem, com algum amuo porque se achava que nesse ano é que se era promovido de pastor a an…

Rezar em Família no Natal - NA OITAVA DO NATAL

CONTEMPLAR A ALEGRIA DO EVANGELHO “Era a luz verdadeira que ilumina todo o homem”
ITINERÁRIO SIMBÓLICO Atitude mariana: Interioridade
ABRIR A CASA À LUZ No início da oração acender a vela
ORAÇÃO P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. R. Amém!
 P. Com Maria e José, oremos ao Senhor!
 R. Neste Natal, Ele nos dá a alegria do Seu amor!
P. Celebramos, em festa, com grande alegria, o nascimento de Jesus. É esse o convite que ressoa na noite de Natal, e que é dirigido, em primeiro lugar, a uns pastores, que pernoitavam nos campos, guardando os seus rebanhos durante a noite. O Anjo disse-lhes:
LEITURA BÍBLICA “Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias, Senhor. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura” (Lc 2,11-12).