Anestesiados vamos passando Como se tudo se resumisse a passar E não nos colocamos, inquietos, a vigiar... Atordoados pelo barulho voraz E às escuras no meio de tanta luz Não ouvimos a voz suave de Cristo Jesus.
Eis que chega, sempre novo, o advento Como página em branco de outro tempo Para elevar a Deus a nossa alma e oração. Pode o mar agitar-se e a terra estremecer Que aquilo que está para acontecer Será a grandiosa e inaudita novidade...
Porque o que há de mais divino No nosso tempo e no nosso mundo "É viver cada segundo, como nunca mais!" De rosto erguido e mãos levantadas Elevemos a nossa voz para dizer: Neste advento, tu também podes renascer!
Eis que chega, sempre novo, o advento Como página em branco de outro tempo Para elevar a Deus a nossa alma e oração. Pode o mar agitar-se e a terra estremecer Que aquilo que está para acontecer Será a grandiosa e inaudita novidade...
Porque o que há de mais divino No nosso tempo e no nosso mundo "É viver cada segundo, como nunca mais!" De rosto erguido e mãos levantadas Elevemos a nossa voz para dizer: Neste advento, tu também podes renascer!