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Rezar em família no Advento - I Domingo

1.ª SEMANA DO ADVENTO
CONTEMPLAR A ALEGRIA DO EVANGELHO “Virá o Filho do homem”
ITINERÁRIO SIMBÓLICO Atitude mariana: Silêncio vigilante

ORAÇÃO P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. R. Amém!
 P. Com Maria e José, oremos ao Senhor!
 R. Neste Natal, Ele nos dê a alegria do Seu amor!
P. Nesta primeira semana do Advento, a Palavra de Deus adverte-nos para estarmos atentos e não deixarmos arrombar a nossa casa! Uma maneira simples de “guardar” a nossa casa do risco e da ameaça da divisão, da violência ou da tristeza, é rezar. Família que reza unida, permanece unida (AL 227).

Reconhecer a vida do não nascido em registro civil

A Áustria estabelece um precedente para reconhecer a vida do não nascido. Neste caso, o governo dirigido pelos social-democratas obteve apoio suficiente para avançar com uma reforma que permite aos pais inscrever no Registo Civil as crianças falecidas antes do nascimento com peso inferior a 500 gramas. Esta medida, que saiu graças ao apoio dos cristãos democratas e dos socialistas, outorga aos pais uma certidão de nascimento de seu filho falecido, assim como a certidão de óbito na qual consta o nome do bebê.

ADVENTO EM FAMÍLIA - CONSTRUIR A CASA DA SAGRADA FAMÍLIA

O ano pastoral da Arquidiocese tem, em 2016/2017, um desafio mariano: “A Fé Contemplada”. A alegria de ser discípulos missionários entusiasma- nos a viver de forma renovada este Ano Pastoral. Fazemo-lo, assumindo a celebração nacional do Centenário das Aparições em Fátima (1917-2017), na perspetiva da fé contemplada. Neste ano, propomo-nos continuar a redescobrir a nossa identidade cristã e o dom da fé, numa contínua adesão e conversão a Jesus Cristo, através da contemplação das maravilhas que Deus opera em Maria e na nossa própria vida pessoal, familiar, paroquial e social. Deste modo, como Maria, somos felizes, porque acreditamos! A oração é uma das principais fontes da alegria e felicidade, em que se renova a nossa fé na luz, guia e companhia de Maria. Por isso, na nossa caminhada do Advento e Natal, julgamos oportuno propor a oração do rosário (ou parte dela). Posto isto, cada família é convidada a construir a “Casa” para a Sagrada Família.

Constrói para ti um jardim

Na tradição culta chinesa um intelectual era aquele que se distinguia no cuidado do seu jardim, não apenas aquele que fabricava ideias ou palavrasUm dos aspetos mais interessantes deste tempo desencontrado em que vivemos é o regresso à terra. Passámos, como sociedade, por um processo de industrialização acelerada que nos levou para longe da natureza e das suas formas. Hoje vemos uma geração de gente nova a voltar ao campo, a tentar descobrir um outro estilo de vida e uma economia diferentes. Com este regresso à terra, há também um retorno, digamos assim, àquilo que a terra nos pode dar de mais autêntico, vencendo as formas de exploração selvagem da criação: o uso abusivo dos químicos, os vários tipos de produção cega, que se torna perigosamente tóxica.

O que foi e o que fica do Ano da Misericórdia?

O papa recordou vigorosamente que usar misericórdia não significa calar as realidades que ferem os seres humanos e a sua dignidade.
«Ide aprender o que quer dizer “misericórdia quero, e não sacrifícios”» (Mateus 9, 13). Assim Jesus se dirigia aos homens religiosos do seu tempo que o censuravam porque se sentava à mesa com publicanos e pecadores. Ele, com efeito, veio «não para os justos, mas para os pecadores». E sobre este «aprender a misericórdia» o papa Francisco quis configurar o jubileu que se encerrou no domingo: não uma rejeição daquilo que é bem e daquilo que é mal em absoluto, não uma relativização da gravidade de certos comportamentos, mas a convicção evangélica de que, para usar as palavras do papa João XXIII na abertura do Vaticano II, «no tempo presente a Igreja prefere usar o remédio da misericórdia em vez de pegar nas armas do rigor; pensa que se deve ir ao encontro das necessidades contemporâneas, expondo mais claramente o valor do seu ensinamento, em vez de condenar».

Dúvidas de fé: muro intransponível ou fronteira aberta?

«"Padre, tenho tantas dúvidas sobre a fé, que devo fazer? O senhor nunca tem dúvidas?": este diálogo imaginário, que ocorrerá a muitos crentes ao longo da sua vida, foi evocado esta quarta-feira pelo papa, no Vaticano, para salientar que os questionamentos sobre as convicções religiosas fazem parte da vida cristã e não têm de se tornar num muro intransponível para Deus.Depois de responder à segunda pergunta sobre as interrogações de fé - «tenho muitas» -, Francisco afirmou: «É certo que em alguns momentos a todos ocorrem as dúvidas. As dúvidas que tocam a fé, em sentido positivo, são um sinal de que queremos conhecer melhor e mais a fundo Deus».

SOBRE ESTAR SOZINHO

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão a passar por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se procura hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A ideia de que uma pessoa é o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.