No
domingo passado, um dos meus filhos perguntou-me à queima-roupa: «Porquê esse
Sínodo era tão importante? Três semanas para dizer o quê?» Eu
aceitei o desafio, tentando não "cair na fácil repetição do que é
indiscutível ou já foi dito", ou tentando não usar "uma linguagem
arcaica ou simplesmente não compreensível", em nove pontos.
1) A Igreja do Papa Francisco ama os homens e as mulheres de hoje, com as suas qualidades (a sua busca de liberdade e credibilidade) e com os seus defeitos (o individualismo e a falta de planeamento em que muitas vezes se atolam as relações entre as pessoas); e assim também as famílias. Na Igreja, porém, há os nostálgicos, ou seja, aqueles que voltam o olhar para o passado, imaginando-o como um paraíso perdido e pensando que podem empurrar os ponteiros do relógio para trás ao som de batalhas e de slogans.
1) A Igreja do Papa Francisco ama os homens e as mulheres de hoje, com as suas qualidades (a sua busca de liberdade e credibilidade) e com os seus defeitos (o individualismo e a falta de planeamento em que muitas vezes se atolam as relações entre as pessoas); e assim também as famílias. Na Igreja, porém, há os nostálgicos, ou seja, aqueles que voltam o olhar para o passado, imaginando-o como um paraíso perdido e pensando que podem empurrar os ponteiros do relógio para trás ao som de batalhas e de slogans.