Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta recasar

Namorar...

E porque não há famílias perfeitas?!

Não há famílias perfeitas. É uma frase na negativa, mas não é uma afirmação negativista. A primeira ideia que deve afirmar-se como essencialmente positiva é a existência de FAMÍLIA. Esta é, e deve ser, a primeira aspiração do ser humano, do ser homem e ser mulher, o “ser família”. Depois, constatamos que não há, individualmente, homens ou mulheres perfeitos. Costuma dizer-se usualmente: ninguém é perfeito. Logo, quando se juntam, pelo amor, duas imperfeições, não quer dizer que o resultado vai ser a obtenção da perfeição, mas um todo, também ele, imperfeito, à busca do aperfeiçoamento.

A Família Que Somos - Inquérito

A Equipa da Pastoral Familiar Arciprestal de Vila Nova de Famalicão está a levar a cabo um inquérito acerca da Família.  Este inquérito surge na lógica dos desafios do papa Francisco feitos na Exortação Apostólica  Amoris Laetitia (A Alegria do Amor).  Na realidade, este inquérito parte da constatação da realidade de cada família que somos (“Como é e como está”) para se deixar questionar e iluminar pela Exortação Apostólica. Por outras palavras, depois do sínodo sobre a família, depois desta exortação do papa Francisco, que  continuidade dar, ou como concretizar a Exortação Apostólica, quais as dificuldades e/ou constrangimentos da sua aplicação, que caminhos propor... Como trazer para as famílias e como coloca-las a refletir sobre a proposta cristã de família?

"É importante que divorciados sintam que fazem parte da Igreja"

O papa pediu hoje, na exortação apostólica 'Amoris Laetitia' ('A alegria no amor"), que sejam evitadas posturas rígidas perante situações "familiares irregulares", como a dos divorciados que voltaram a casar. Francisco apoiou a readmissão dos recasados nos sacramentos, mediante um processo de acompanhamento. Nesta exortação sobre a família, o papa indica "o caminho do discernimento", ou seja, um padre deve identificar caso a caso "as situações irregulares", como um casal de divorciados recasados, para que sejam readmitidos nos sacramentos. "É importante que os divorciados que vivem uma nova união sintam que fazem parte da Igreja, que 'não estão excomungados', e não são tratados como tal, porque sempre integram a comunhão eclesiástica", defendeu Francisco.

Quando acaba o amor no casal é preciso «não condenar» nem «fazer casuística», mas «caminhar» com ele, diz papa

O papa vincou na última sexta-feira, no Vaticano, que a Igreja tem o dever de acompanhar os membros de um casal que deixam de estar unidos pelo amor, em vez de os criticar ou de os analisar à luz de argumentos subtis. «[Quando] o amor fracassa, porque muitas vezes fracassa, devemos sentir a dor do fracasso, acompanhar as pessoas que tiveram este fracasso no próprio amor. Não condenar. Caminhar com eles. E não fazer casuística com a sua situação», vincou Francisco, segundo a Rádio Vaticano. As palavras do papa foram proferidas na homilia da missa a que presidiu, intervenção baseada no Evangelho proclamado nas eucaristias de hoje (cf. Artigos relacionados), em que um grupo de fariseus pergunta a Jesus se um homem pode repudiar a sua mulher. «Sempre o pequeno caso. E esta é a armadilha: por trás da casuística, por trás do pensamento casuístico, há sempre uma armadilha. Sempre. Contra as pessoas, contra nós, contra Deus, sempre», vincou.

Papa telefona para coordenador de um projeto para separados ou divorciados

No último sábado, o Papa Francisco telefonou para o diácono Paolo Tassinari, coordenador do projeto “O anel perdido”, da Diocese de Fossano, Itália, vinculado à pastoral das pessoas separadas ou divorciadas. A notícia do jornal da diocese “La Fedeltà”, citado pela Sir, explica que o telefonema do Papa aconteceu depois que algumas pessoas do grupo enviaram uma carta ao Pontífice.  O Papa, relata Tassinari, “pediu para falar sobre as iniciativas do projeto diocesano com as pessoas separadas ou divorciadas, ou em nova união, demonstrando ter na mão a carta que o grupo tinha escrito e me incentivando a continuar o caminho”. Ele então convidou o grupo para uma audiência no Vaticano. “Depois do telefonema – diz o diácono – eu disse para o meu filho: “Era o Papa! E comecei a chorar!

O Sínodo dos bispos sobre a família explicado aos filhos, em nove pontos

No domingo passado, um dos meus filhos perguntou-me à queima-roupa: «Porquê esse Sínodo era tão importante? Três semanas para dizer o quê?» Eu aceitei o desafio, tentando não "cair na fácil repetição do que é indiscutível ou já foi dito", ou tentando não usar "uma linguagem arcaica ou simplesmente não compreensível", em nove pontos.
1) A Igreja do Papa Francisco ama os homens e as mulheres de hoje, com as suas qualidades (a sua busca de liberdade e credibilidade) e com os seus defeitos (o individualismo e a falta de planeamento em que muitas vezes se atolam as relações entre as pessoas); e assim também as famílias. Na Igreja, porém, há os nostálgicos, ou seja, aqueles que voltam o olhar para o passado, imaginando-o como um paraíso perdido e pensando que podem empurrar os ponteiros do relógio para trás ao som de batalhas e de slogans.

SÍNODO: DIFERENÇAS, MARTÍRIOS E BOA-DISPOSIÇÃO

No dia 09 de Outubro foram publicados os primeiros relatórios 
dos diferentes grupos de trabalho. Dia 4: Culturas e olhares diferentes O quarto dia do sínodo ficou marcado pelas declarações de representantes da Europa, África e Médio Oriente. Temas como a perseguição aos cristãos, a visão europeísta do mundo e a homossexualidade estiveram em análise sob olhares culturalmente diferentes. No dia em que três cristãos foram decapitados por um grupo de jihadistas, na Síria, o patriarca sírio Inácio Younan denunciou o “inferno” que tem sido a perseguição aos cristãos no Médio Oriente. Younan referiu-se à impotência da Igreja perante esta “situação trágica” e lamentou o abandono das famílias, particularmente do Iraque e da Síria, que fazem “todos os possíveis para sair do inferno”. “Sentimos que fomos esquecidos, mesmo traídos pelos países ocidentais”, lamentou.



"Famílias em situação irregular" Catequese do Papa Francisco

O Papa prosseguiu suas catequeses sobre a família, desta vez falando sobre as feridas que permeiam o núcleo familiar. Francisco afirmou não gostar do termo "famílias em situação irregular".

Por que muitos jovens não querem casar-se?

Na catequese desta quarta-feira, Francisco refletiu sobre o sacramento do matrimônio e recordou que é uma união protegida por Deus O Santo Padre Francisco estava acompanhado por dois convidados de honra no papamóvel hoje pela manhã. Um jovem com síndrome de Down e um acólito percorreram a praça com o Papa saudando os fiéis e peregrinos de todo o mundo reunidos para participar da Audiência Geral. A chuva que tem caído estes dias em Roma deu uma trégua hoje, permitindo que os peregrinos desfrutassem mais a companhia do Papa. Como de costume, antes da catequese, Francisco abençoou e beijou as crianças que lhe foram trazidas, e trocou algumas palavras com os fiéis que estavam nas filas da frente.

"A esperança da família": reflexão pós-sinodal na Universidade Europeia de Roma

Cardeal Müller, Dom Negri, Dom Melina e Constance Miriano juntos na mesa redonda organizada pela Universidade para falar sobre Família, Fé e Matrimonio.
A primeira fase do Sínodo terminou e agora é o momento das reflexões pós-sinodal, cuja tarefa é traduzir no tecido vivo da comunidade dos fiéis as instancias que emergiram durante a assembleia religiosa. Testemunho da fecundidade das ideias que emergiram do Sínodo foi a mesa redonda "A esperança da família - O Sínodo e depois", realizada em 21 de outubro, na UER- Universidade Europeia de Roma-, no âmbito dos encontros organizados pelos "Círculos Culturais João Paulo II". A mesa redonda foi introduzida por Antonio Gaspari, diretor editorial de Zenit, que, após as saudações habituais, apresentou os renomados palestrantes: Cardeal Gerhard Ludwig Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé; Dom Luigi Negri, Arcebispo de Ferrara-Comacchio, presidente da Fundação Internacional João Paulo II para o Magistério da Ig…

Divorciados recasados: Afinal, um debate tão antigo como a Igreja

As notícias do que se passa no sínodo dos bispos dão conta de um debate acesso entre duas tendências que, afinal, vêm de muito longe no tempo.
O casamento cristão é indissolúvel. Este palavrão significa que nada, a não ser a morte, pode dissolver o vínculo que se estabelece entre marido e mulher. Embora o matrimónio tenha sido, desde os inícios do cristianismo, considerado indissolúvel, esta indissolubilidade conheceu sempre algumas nuances de interpretação – e da respectiva gestão pastoral. Ao contrário da sensação comum, a questão de como lidar com casamento-divórcio-recasamento, é tudo menos recente. Logo na era apostólica surgem diferentes sensibilidades e mesmo propostas de solução. O próprio Novo Testamento testemunha duas destas possibilidades. Segundo o Evangelho de Mateus, Jesus diz: “se alguém repudiar a sua mulher – exceto em caso de adultério – e casar com outra, comete adultério” (Mt 19, 9; cf. Mt 5, 32).

Sínodo das famílias: uma síntese dos assuntos abordados pelos bispos

A família, suas dificuldades, o desafio educativo e a educação cristã em situações difíceis…

“Há um caminho de reflexão sendo trilhado com serenidade, sabendo-se que as conclusões não são para os próximos dias; haverá outra reflexão antes do sínodo de 2015”, declarou hoje o diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, pe. Federico Lombardi, ao comentar o andamento do sínodo dos bispos sobre a família, que entrou em seu quinto dia de reuniões. Estavam presentes hoje na Sala de Imprensa da Santa Sé, além do pe. Lombardi, os porta-vozes Rosica e Manuel Dorantes, respectivamente para os idiomas inglês e espanhol, bem como o casal norte-americano Alice e Jeffrey Heinzen e a jornalista e teóloga libanesa Jocelyne Khoueiry. “O papa Francisco chega e escuta, dando assim um grande testemunho”

Um sínodo sobre a Família para incomodar!

Todos os olhos estão postos no sínodo que o Papa Francisco promoveu. Muitas têm sido as reflexões e as discussões sobre os verdadeiros objectivos do sínodo. A partir do inquérito inicial começaram a vislumbrar-se as diferenças e as divergências. Para iniciar os trabalhos, o Papa Francisco convocou um consistório entre os dias 21 e 22 de fevereiro do corrente ano. A convite do Santo Padre, o cardeal Walter Kasper apresentou algumas propostas que reclamavam “uma aplicação realista da doutrina à situação atual da grande maioria dos homens e para contribuir para a felicidade das pessoas” (‘O Evangelho da Família’). Contudo, esta proposta recebeu duras críticas do cardeal Gerhard Müller, prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé. No jornal do Vaticano reafirmou a sua posição escrevendo: os que vivem num estado de vida contrário à “indissolubilidade” do Matrimónio estão impedidos de receber a Comunhão. Estava claro, desde o início, que o sínodo não ia ser fácil. Este é um sínodo para inco…

Homilia do Papa Francisco na missa de abertura do Sínodo Extraordinário sobre a Família

"Podemos «frustrar» o sonho de Deus, se não nos deixarmos guiar pelo Espírito Santo"
Nas leituras de hoje, é usada a imagem da vinha do Senhor tanto pelo profeta Isaías como pelo Evangelho. A vinha do Senhor é o seu «sonho», o projecto que Ele cultiva com todo o seu amor, como um agricultor cuida do seu vinhedo. A videira é uma planta que requer muitos cuidados!
O «sonho» de Deus é o seu povo: Ele plantou-o e cultiva-o, com amor paciente e fiel, para se tornar um povo santo, um povo que produza muitos e bons frutos de justiça.
Mas, tanto na antiga profecia como na parábola de Jesus, o sonho de Deus fica frustrado. Isaías diz que a vinha, tão amada e cuidada, «produziu agraços» (5, 2.4), enquanto Deus «esperava a justiça, e eis que só há injustiça; esperava a rectidão, e eis que só há lamentações» (5, 7). Por sua vez, no Evangelho, são os agricultores que arruínam

"Divórcio católico??"

O patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, é hoje o entrevistado do Programa ECCLESIA (RTP 2, 15h30), antecipando os temas que vão estar em debate na terceira assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos, dedicada às questões da família. Segundo o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, que rejeita a ideia de um ‘divórcio católico’, a Igreja Católica tem de se preocupar com a “complexidade” humana. A assembleia sinodal que se inicia este domingo gerou “expectativas” na Igreja e na sociedade que D. Manuel Clemente diz “partilhar”. Um dos assuntos mais discutidos na opinião pública foi o do acesso à Comunhão pelos divorciados, em particular os recasados. Segundo o patriarca de Lisboa, a vida sacramental na Igreja Católica “tem de coincidir, na sua globalidade, com aquilo que Cristo propõe, não são atos desgarrados”. “Eu comungo se estiver em comunhão, para acrescentar a comunhão: se tenho na minha vida uma rutura grave, concretamente no campo do Matrimónio, como é que posso comunga…

Sabe quais sãos os objectivos do Sínodo da família? A polémica face ao essencial!

A polémica se centra excessivamente na questão da comunhão para divorciados novamente casados, mas você sabe quais são os objetivos do sínodo?

Focalizar é reduzir. Os debates que precederam o sínodo da família se cristalizaram na questão do acesso dos divorciados novamente casados à comunhão sacramental, mas não mostraram os objetivos deste sínodo. É verdade que a questão não é secundária, porque detrás dela se esconde a da indissolubilidade do matrimónio sacramental. Mas este tema ocupa apenas um lugar muito pequeno (só 3 dos 159 artigos) no Instrumentum laboris que servirá de base para os trabalhos dos padres sinodais.
A Igreja, hospital de guerra Os bispos tenderão menos a debater sobre o casamento que sobre a família, como indica claramente o tema do sínodo (que às vezes é esquecido): “Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização”. No entanto, no âmbito da família, que passa por uma crise mundial, os sofrimentos não se reduzem (obviamente) ao dos divorciados novamente …

Papa Francisco aos noivos e casais: "Isto faz-nos pensar nos casais que «não suportam o caminho»"

A primeira Leitura fala-nos do caminho do povo no deserto. Pensemos naquele povo em marcha, guiado por Moisés! Era formado sobretudo por famílias: pais, mães, filhos, avós; homens e mulheres de todas as idades, muitas crianças, com idosos que sentiam dificuldade em caminhar... Este povo lembra a Igreja em caminho no deserto do mundo actual; lembra o Povo de Deus que é composto, na sua maioria, por famílias. Isto faz pensar nas famílias, nas nossas famílias, em caminho pelas estradas da vida, na história de cada dia... É incalculável a força, a carga de humanidade presente numa família: a ajuda mútua, o acompanhamento educativo, as relações que crescem com o crescimento das pessoas, a partilha das alegrias e das dificuldades... As famílias constituem o primeiro lugar onde nos formamos como pessoas e, ao mesmo tempo, são os «tijolos» para a construção da sociedade. Voltemos à narração bíblica... A certa altura, o povo israelita «não suportou o caminho» (Nm 21, 4): estão cansados, falta a …

A batalha mais difícil

Roubo este título ao livro Mapa Sentimental (Editora Aguilar, Madrid, 2012), do meu amigo Javier Urra. Psicólogo clínico e forense, Javier tem dedicado a sua vida à defesa dos direitos das crianças e à intervenção junto de jovens com problemas comportamentais. É autor de vários livros, alguns publicados em Portugal, que se recomendam pela abordagem ética dos problemas dos mais novos e das suas famílias. No livro Mapa Sentimental, Javier Urra defende que a estabilidade emocional se alcança através do conhecimento aprofundado dos próprios sentimentos e da responsabilização pelas acções de cada um. Através do autocontrolo, atingimos a segurança emocional, essencial para consolidarmos uma boa saúde mental.  Javier Urra, a propósito da “batalha mais difícil”, cita Napoleão Bonaparte, que afirmou: “Tenho-a todos os dias comigo mesmo.” E assinala como essenciais o compromisso, a responsabilidade e o vínculo, para a construção de relações humanas mais satisfatórias.

Respostas às questões propostas para a IX Jornada da Família - Nas periferias da Família

O PAPA FRANCISCO DESAFIA-NOS A IR ÀS PERIFERIAS EXISTÊNCIAS, A ABRIR AS PORTAS DA IGREJA PARA SAIR E IR AO ENCONTRO DE TODOS, QUAISQUER QUE SEJAM AS SITUAÇÕES. O QUE TE DIZ ESTE DESAFIO? COMO PENSAS CONCRETIZA-LO?
- É sem duvida uma mente aberta. Jesus acolheu todos, são todos filhos de Deus. Não é nada fácil, é preciso muita coragem, mas não podemos desanimar. Ás vezes uma palavra na hora certa faz a diferença.
- Este desafio faz falta na igreja, especialmente na minha paróquia fecha-se as portas em vez de as abrir, ajudando as pessoas a compreender que Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
- É bom o desafio mas é difícil os jovens aderirem, mas vamos tentando falar hoje e amanhã.
- A Igreja relativamente a este conceito deveria ser mais aberta a acolher, não rejeitar, saber os motivos e tentar ajudar. Não deveria ser tão rígida e ser mais flexível.
- Este desafio do Papa Francisco está por enquanto num plano dos discursos e temo que não saia daí tão cedo. É bonito, fica bem, corre o ris…