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A mostrar mensagens com a etiqueta felicidade

DE REPENTE...

De repente,
num instante fugaz,
os fogos de artifício anunciam que
o ano novo está presente e o ano velho ficou para trás.
De repente, num instante fugaz,
as taças de champanhe cruzam-se e o vinho francês borbulhante anuncia que o ano velho se foi e ano novo chegou.

Dificilmente voltarei a gostar do Natal

Hoje não gosto do Natal, da correria, da preocupação, do enredo à volta de um presente, da ostentação, de quem vai dar ou receber o melhor, da pressa levada às lojas, do consumismo louco e sem regras
A minha avó contava-me que na véspera, quando já todos dormiam, metia dentro dos sapatos de cada uma das crianças um rebuçado, e que na manhã de Natal aquilo era de uma felicidade levada a extremos. Que faziam daquilo história para o ano todo, que depois daquela manhã eram todos mais felizes. Foi este o Natal que ela me passou, mesmo que eu o achasse fraco porque já tinha um Game Boy e carros telecomandados; mas apreciava o verdadeiro sentido das coisas, o gesto que enchia corações e os tornava felizes com tanto no meio de tão pouco.

SOBRE ESTAR SOZINHO

Não é apenas o avanço tecnológico que marcou o início deste milênio. As relações afetivas também estão a passar por profundas transformações e revolucionando o conceito de amor. O que se procura hoje é uma relação compatível com os tempos modernos, na qual exista individualidade, respeito, alegria e prazer de estar junto, e não mais uma relação de dependência, em que um responsabiliza o outro pelo seu bem-estar. A ideia de que uma pessoa é o remédio para nossa felicidade, que nasceu com o romantismo, está fadada a desaparecer neste início de século. O amor romântico parte da premissa de que somos uma fração e precisamos encontrar nossa outra metade para nos sentirmos completos. Muitas vezes ocorre até um processo de despersonalização que, historicamente, tem atingido mais a mulher. Ela abandona suas características, para se amalgamar ao projeto masculino. A teoria da ligação entre opostos também vem dessa raiz: o outro tem de saber fazer o que eu não sei.

Meteorologia

Se há coisa que aprendemos depressa é esta: todos queremos, precisamos, desesperamos por ser felizes. Mas cada um é feliz à sua maneira. Dentro da semelhança aloja-se, portanto, esta inultrapassável variação que torna a vida (ainda mais) complexa e fascinante. Por exemplo, uma das minhas amigas mais antigas adora a chuva e o frio. Eu, por mim, prefiro de longe o calor e o sol. A princípio nem percebia bem as lamentações dela quando a primavera se enrobustecia e tudo decididamente se ilumina. Com os anos habituei-me ao mau humor dela em relação ao verão, aos adjetivos resmungados contra as rotinas estivais, ao completo rancor com que ela olha a meteorologia desses meses seguidos que fazem a felicidade de tantos.

Entre um humor, ainda que reles, e qualquer fanatismo refinado, venha daí o humor

Virginia Woolf escreveu que “a felicidade é ter um pequeno fio onde as coisas se prendem por si”. Por vezes, o riso tem na vida a função desse pequeno fio que consegue o milagre de colar os fragmentos distantes e desavindos da própria experiência. Parece mesmo que as coisas, mesmo as mais difíceis, se prendem por si, convergem suavemente para uma repentina espécie de encaixe, sem o esforço que sabemos necessário. O riso é um instantâneo da graça, flagrante como uma iluminação. É uma resolução inesperada que reorganiza o mundo. Aquele meu amigo estava a principiar uma análise. Como todos os que começam, não sabia bem o que estava a fazer ali, deitado naquele divã. O psicanalista tentava movê-lo para algum sítio. Sugeriu-lhe que, se sentia dificuldade em falar, pegasse num elemento do seu campo visual. Foi então que ele reparou na estrelícia que estava na jarra. E concentrou nela o seu desgosto profundo. Detestava estrelícias, confessou.

«Felizes as famílias que têm os avós perto»

Saber renovar-se, aceitar mudar o próprio coração e, consequentemente, o próprio estilo de vida em nome da novidade que carrega a esperança: não é um desafio fácil para a experiência humana aquela com que se depararam os “avós” de Jesus, pais de Maria, os santos Joaquim e Ana. Dois anciãos, segundo a tradição, que receberam o dom da filha como uma graça capaz de trazer um novo sentido a toda a existência. Nos Evangelhos canónicos não se fala destes dois santos, cujas vicissitudes surgem, todavia, nos textos apócrifos. No Oriente o seu culto chegou primeiro, enquanto no Ocidente só se difunde em torno do séc. X, embora já haja referências em séculos anteriores, embora circunscritas. Para a Igreja, Joaquim e Ana são as testemunhas do antigo que se abre ao novo e por isso representam o chamamento de cada ser humano a colocar-se à escuta da voz de Deus, sempre prontos, mesmo em idade avançada, a colhê-la na própria vida.

13 conselhos do Papa Francisco em Amoris Laetitia para um bom matrimónio

"Alegria do Amor" para um bom matrimónio:
O Papa Francisco usou o “hino da caridade” de São Paulo, em sua primeira Carta aos Coríntios, a fim de dar alguns conselhos sobre como sustentar um bom casamento durante os anos baseado no amor verdadeiro. O Papa Francisco usou o “hino da caridade” de São Paulo, em sua primeira Carta aos Coríntios, a fim de dar alguns conselhos sobre como sustentar um bom casamento durante os anos baseado no amor verdadeiro. “Vale a pena deter-se a esclarecer o significado das expressões deste texto, tendo em vista uma aplicação à existência concreta de cada família”, explicou.
1. Paciência:Esta, escreveu Francisco, “não é deixar que nos maltratem permanentemente, nem tolerar agressões físicas, ou permitir que nos tratem como objetos”, mas “o amor tem sempre um sentido de profunda compaixão que leva a aceitar o outro como parte deste mundo, também quando atua de um modo diferente ao qual eu desejaria”.

"5 Ingredientes para uma criança feliz" do Dr. Mário Cordeiro

5 Ingredientes para uma criança felizNão é preciso muito para fazer uma criança feliz: o Dr. Mário Cordeiro fala-nos em 5 ingredientes muito especiais. Se gostarem, estão à vontade para partilhar. :)Podem visitar http://pumpkin.pt/familia/o-melhor-da-vida-em-familia/as-16-inspiracoes-para-criancas-e-familias-felizes para descobrir o nosso mini-guia para crianças e famílias felizes, onde encontram este e outros artigos.Publicado por Pumpkin.pt em Quarta-feira, 6 de Abril de 2016

No final de mais um ano...

Estamos no final de mais um ano e nesta etapa derradeira de mais um ano vivido e experienciado, provavelmente, surge no pensamento de cada um os planos, os desejos, os projetos, as intenções para o novo ano que já está à porta. Todos ansiamos por um ano novo melhor ou pelo menos igual (ou nunca pior) ao que finda. Endereçamos votos de Bom e Feliz Ano Novo aos amigos e aqueles que amamos. Quando esboçamos este tipo de votos e sentimentos parece que estamos sempre a pedir mais… Este é um facto sentido pela maioria das pessoas e que em nada nos deve perturbar, mas que nos deve impulsionar a refletir, a fazer uma revisão e a questionar em que sentido o que ansiamos e desejamos para nós, para os nossos familiares e para os nossos amigos, é verdadeiro e sentido.

As bem-aventuranças do papa Francisco

No Evangelho [de 1 de novembro, solenidade de Todos os Santos] escutámos Jesus que ensina os seus discípulos e a multidão reunida na colina junto ao lago da Galileia (cf. Mateus 5, 1-12). A palavra do Senhor ressuscitado e vivo indica-nos também, hoje, o caminho para alcançar a verdadeira bem-aventurança, o caminho que conduz ao Céu. É um caminho difícil de compreender porque vai contracorrente, mas o Senhor diz-nos que quem vai por este caminho é feliz, antes ou depois torna-se feliz. «Felizes os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus.» Podemos perguntar-nos como pode ser feliz uma pessoa pobre de coração, cujo único tesouro é o Reino dos Céus. O motivo é precisamente este: tendo o coração despojado e livre de tantas coisas mundanas, essa pessoa está à espera do Reino dos Céus. «Felizes aqueles que choram, porque serão consolados.» Como podem ser felizes aqueles que choram? Todavia, quem na vida nunca experimentou a tristeza, a angústia, a dor, nunca conhecerá a força da co…

Parabéns por me teres dado a vida... Dia do Pai

Pai que me abriste o caminho da vida, como não dizer-te o meu amor?… Dia a dia, hora a hora, desembrulhas a prenda que sou; ofereces-me gestos e olhares, palavras, sonhos, desafios e sorris de me ver crescer. Levas-me à descoberta da magia dos dias da sabedoria das horas e na mesa partes o pão. Conversas com o Deus ternura e comigo elevas as mãos. A tua vida é espelho onde me aconchego e revejo. Obrigado pelo que és obrigado porque te dás, Pai, é o meu maior tesouro quero fazer feliz o teu olhar.
o teu filho
Parabéns

"O amor é forte como a morte" - Dia dos Namorados

Eis a voz do meu amado! Ele aí vem, transpondo os montes, saltando sobre as colinas. O meu amado é semelhante a uma gazela ou ao filhinho da corça. Ei-lo detrás do nosso muro, a olhar pela janela, a espreitar através das grades. O meu amado ergue a voz e diz-me: «Levanta-te, minha amada, formosa minha, e vem. Minha pomba, escondida nas fendas dos rochedos, ao abrigo das encostas escarpadas, mostra-me o teu rosto, deixa-me ouvir a tua voz. A tua voz é suave e o teu rosto é encantador». O meu amado é para mim e eu sou para ele. Ele disse-me: «grava-me como um selo no teu coração, como um selo no teu braço, porque o amor é forte como a morte e a paixão é violenta como o abismo. Os seus ardores são setas de fogo, são chamas do senhor. As águas torrenciais não podem apagar o amor, nem os rios o podem submergir».
Cant 2, 8-10.14.16a; 8, 6-7a

Poema de um(a) apaixonado(a) para o Dia dos Namorados

O que é que tu sentes? Ensina-me a ver-te como tu me vês! Que passos tenho que dar para que tu sejas mais tu e menos um eu? Estou a aprender a fazer-te feliz e parece nunca saber... O teu mistério em mim só me traz alegria e felicidade... e não sei por quê!? Não te compreendo tantas vezes  e no entanto compreendo-te sempre... A grandeza da tua presença não dá para me habituar e acostumar porque sempre tudo é tão novo em ti... que bom! Tens tanto e recebo tanto... E eu não tenho nada e não te dou nada... e no entanto sinto que estás tão sintonizada com minha fragilidade, a minha miséria, o meu nada... nem sequer pensas nisso, ou isso não te perturba como se fosse uma equação impossível... pelo contrário, fazes-te fraca com a minha fraqueza, assumes a minha finitude como se fosse a tua finitude... só para que o sorriso do olhar aconteça... A coragem de me dizer, de me dizer-te a ti, de me expor já não é problema, nem estranho.. Tu és mais um eu de mim do que eu de mim mesmo... e eu só quero ser o te…

O Papa fala aos namorados - Dia dos namorados

O papa Francisco vai encontrar-se esta sexta-feira, dia de S. Valentim e Dia dos Namorados, com mais de 20 mil noivos, provenientes de 28 países, que vão casar-se nos próximos meses. A iniciativa, que decorre na Praça de S. Pedro, no Vaticano, começa às 10h00 (hora de Lisboa) com a apresentação de testemunhos, canções e poemas de amor. O encontro com Francisco está marcado para as 11h00. Não é a primeira vez que um papa fala aos namorados. Em 11 de setembro de 2011, por exemplo, Bento XVI encontrou-se ao ar livre com vários casais na cidade italiana de Ancona. Apresentamos alguns excertos das suas palavras, acompanhados pelas pinturas de Marc Chagall. «Em certos aspetos, o nosso é um tempo difícil, sobretudo para vós jovens. A mesa está posta com tantas coisas apetecíveis, mas, como no episódio evangélico das bodas de Caná, parece que faltou o vinho da festa. Sobretudo a dificuldade de encontrar um trabalho estável é causa de incerteza sobre o futuro. Esta condição contribui para adiar a…

Namorar noutro rumo - Dia dos Namorados

Devemos entender a palavra namorar como seduzir, encantar, cobiçar, apaixonar-se, prender, criar afetos e laços com alguém ou alguma coisa. Quantas vezes nos indagamos sobre o sentido de namorar, na sociedade atual? Estarão os jovens preparados para namorar? Que sentido tem, nas nossas vidas, esta palavra tão fecunda? E namorar será somente cortejar, desejar ou gostar de alguém? Sem dúvida que a palavra namorar pode assumir vários contornos. Namorar pode ser entendido no sentido mais universal do vocábulo que é amar, ou então, no sentido mais íntimo e humano assumindo o sentido de apaixonar-se por algo ou por alguém. Neste caso, o namorar é também entendido como o afeto livre e gratuito entre casais e esposos, numa entrega plena no quotidiano, numa cumplicidade a dois para enfrentar a árdua caminhada. O namoro assenta num acolhimento, numa dedicação, numa entrega, num diálogo amoroso que se assume e que se sente para enfrentar a vida. Noutra dimensão, temos o namoro simples das coisas be…

Oração para o dia dos Namorados: "Não somos apenas UM! Somos dois…"

Estamos aqui, SENHOR! Não somos apenas UM Somos dois, Somos diferentes e somos imperfeitos, mas sabemos que tu está connosco SENHOR! Ao longo da nossa vida, que tentamos percorrer de mãos dadas, vamos aprofundando o dom da entrega um ao outro, segundo o teu exemplo SENHOR! O caminho não é fácil, por vezes, temos sentimentos que nos fazem mal, ações que nos magoam…e buscamos sempre perdoar, como tu perdoaste e perdoas SENHOR! Na correria diária, não sabemos escutar, não conseguimos dialogar, não sabemos parar …e torna-se difícil acolher um ao outro como tu nos acolhes SENHOR! Durante o exigente caminho, desta vida a dois, nem sempre encontramos tempo para namorar, para sonhar, para reconfortar e compreender como tu nos compreendes SENHOR! Ajuda-nos a encontrar, em cada um de nós, a capacidade da entrega, do encanto, da surpresa, da verdade, do perdão, da felicidade e da doação SENHOR! Estamos aqui, SENHOR! Não somos apenas UM Somos uma FAMÍLIA Que procura CAMINHAR Que procura NAMORAR Que procura v…