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A Família Que Somos - Inquérito

A Família Que Somos - Inquérito

A Equipa da Pastoral Familiar Arciprestal de Vila Nova de Famalicão está a levar a cabo um inquérito acerca da Família.  Este inquérito surge na lógica dos desafios do papa Francisco feitos na Exortação Apostólica  Amoris Laetitia (A Alegria do Amor).  Na realidade, este inquérito parte da constatação da realidade de cada família que somos (“Como é e como está”) para se deixar questionar e iluminar pela Exortação Apostólica. Por outras palavras, depois do sínodo sobre a família, depois desta exortação do papa Francisco, que  continuidade dar, ou como concretizar a Exortação Apostólica, quais as dificuldades e/ou constrangimentos da sua aplicação, que caminhos propor... Como trazer para as famílias e como coloca-las a refletir sobre a proposta cristã de família?

Bênção para famílias "irregulares"

Senhor, que sondais e perscrutais os corações destes Vossos filhos e filhas, Vós que conheceis e alimentais os seus sonhos, e os amparais nos seus pesadelos:
Infundi neles a Vossa luz e sabedoria, para iluminarem, de esperança e confiança, as suas crises, angústias e dificuldades, e discernirem, na verdade e na caridade, com humildade e a ajuda da Igreja, os caminhos possíveis de resposta a Deus e de crescimento, no meio dos limites.

XI Jornada da Família - Família: uma questão jurídica ou uma união de facto!?

Realiza-se no dia 21 de Maio, de 2016, a partir das 14h30, no Centro Pastoral de Santo Adrião de Vila Nova de Famalicão. A esta jornada está associado o Dia Arciprestal Jubilar da Família. Para além da formação a celebração da família. As equipas responsáveis pela Jornada deixam-nos uma primeira reflexão.
FAMÍLIA UMA QUESTÃO JURÍDICA OU UMA UNIÃO DE FACTO?! XI JORNADA DA FAMÍLIA

O amor na família e o amor à família. Poderíamos definir assim o contexto em que vamos realizar a XI Jornada da família, promovida pelas equipas de Pastoral Familiar da Unidade Pastoral de São Martinho de Brufe, São Martinho de Cavalões e de Santo Adrião de Vila Nova de Famalicão, em parceria com a Equipa Arciprestal de Pastoral Familiar de Vila Nova de Famalicão. A família é o bem mais preciso de qualquer sociedade. É um bem a cuidar e a preservar. Cuidar da família é desde sempre um tarefa imprescindível que pertence a cada um mas também à sociedade e à Igreja. Não só porque é um bem preciso, nem porque é a base …

"É importante que divorciados sintam que fazem parte da Igreja"

O papa pediu hoje, na exortação apostólica 'Amoris Laetitia' ('A alegria no amor"), que sejam evitadas posturas rígidas perante situações "familiares irregulares", como a dos divorciados que voltaram a casar. Francisco apoiou a readmissão dos recasados nos sacramentos, mediante um processo de acompanhamento. Nesta exortação sobre a família, o papa indica "o caminho do discernimento", ou seja, um padre deve identificar caso a caso "as situações irregulares", como um casal de divorciados recasados, para que sejam readmitidos nos sacramentos. "É importante que os divorciados que vivem uma nova união sintam que fazem parte da Igreja, que 'não estão excomungados', e não são tratados como tal, porque sempre integram a comunhão eclesiástica", defendeu Francisco.

Quando acaba o amor no casal é preciso «não condenar» nem «fazer casuística», mas «caminhar» com ele, diz papa

O papa vincou na última sexta-feira, no Vaticano, que a Igreja tem o dever de acompanhar os membros de um casal que deixam de estar unidos pelo amor, em vez de os criticar ou de os analisar à luz de argumentos subtis. «[Quando] o amor fracassa, porque muitas vezes fracassa, devemos sentir a dor do fracasso, acompanhar as pessoas que tiveram este fracasso no próprio amor. Não condenar. Caminhar com eles. E não fazer casuística com a sua situação», vincou Francisco, segundo a Rádio Vaticano. As palavras do papa foram proferidas na homilia da missa a que presidiu, intervenção baseada no Evangelho proclamado nas eucaristias de hoje (cf. Artigos relacionados), em que um grupo de fariseus pergunta a Jesus se um homem pode repudiar a sua mulher. «Sempre o pequeno caso. E esta é a armadilha: por trás da casuística, por trás do pensamento casuístico, há sempre uma armadilha. Sempre. Contra as pessoas, contra nós, contra Deus, sempre», vincou.

Papa ouve casal de recasados que comunga “através dos necessitados”

Francisco ouviu emocionado os testemunhos de dois casais, um jovem deficiente motor e uma mãe solteira que sentiu várias vezes a tentação de abortar, mas “graças a Deus” não o fez.


O Papa Francisco foi acolhido esta segunda-feira na cidade de Tuxtla Gutiérrez pelas palavras de vários representantes das famílias que encheram o estádio para o ver. O Papa ouviu emocionado os quatro testemunhos de pessoas que vieram directamente das “periferias” de que Francisco tanto fala. O primeiro a tomar a palavra foi Manuel, um jovem de 14 anos em cadeira de rodas a quem, aos cinco anos, foi diagnosticada distrofia muscular, “a minha capacidade especial”, como o descreve. “Tenho muta fé e cresceu a minha esperança”, disse o jovem, “sei que Deus me abençoou com esta capacidade especial. Confio nele. E se for sua vontade me dará saúde física”. Manuel explicou como sai à rua na sua cadeira de rodas para tentar evangelizar os jovens e pediu a Francisco que reze muito pelos jovens mexicanos. “Há muita violênc…

O Sínodo dos bispos sobre a família explicado aos filhos, em nove pontos

No domingo passado, um dos meus filhos perguntou-me à queima-roupa: «Porquê esse Sínodo era tão importante? Três semanas para dizer o quê?» Eu aceitei o desafio, tentando não "cair na fácil repetição do que é indiscutível ou já foi dito", ou tentando não usar "uma linguagem arcaica ou simplesmente não compreensível", em nove pontos.
1) A Igreja do Papa Francisco ama os homens e as mulheres de hoje, com as suas qualidades (a sua busca de liberdade e credibilidade) e com os seus defeitos (o individualismo e a falta de planeamento em que muitas vezes se atolam as relações entre as pessoas); e assim também as famílias. Na Igreja, porém, há os nostálgicos, ou seja, aqueles que voltam o olhar para o passado, imaginando-o como um paraíso perdido e pensando que podem empurrar os ponteiros do relógio para trás ao som de batalhas e de slogans.

Presidente delegado do Sínodo confirma que discernimento «pode chegar até à comunhão» de recasados.

O arcebispo da Aparecida, no Brasil, o Cardeal Raymundo Damasceno, declarou ontem à Família Cristã e à Agência Ecclesia que o caminho de discernimento que os casais divorciados recasados fazem com o seu confessor ou orientador espiritual pode «chegar até à comunhão e à confissão». «No contacto com um ou com outro casal que deseje ser acompanhado», e depois de «um discernimento sobre a sua situação», «quem sabe, num caso ou noutro, chegar até à comunhão e à confissão», confirmou o cardeal, em declarações proferidas em Roma, no final da missa conclusiva do Sínodo dos Bispos, que decorreu em Roma nas passadas três semanas. O cardeal brasileiro explica que o «Sínodo não tomou nenhuma decisão» geral sobre o assunto, antes determinando que cada caso seja avaliado individualmente. «O Sínodo fala muito do discernimento, porque cada caso é um caso. Não podemos generalizar as situações dos casais que vivem uma segunda união, porque cada um tem uma situação muito concreta, muito especial, com tod…

Família: Relatório final propõe prática do «Discernimento» nas comunidades

O cardeal Christoph Schönborn, arcebispo de Viena, disse hoje no Vaticano que o Sínodo dos Bispos sobre a família propõe critérios de «discernimento» sobre situações como as dos divorciados em segunda união. Em conferência de imprensa, o presidente da Conferência Episcopal da Áustria referiu que o relatório final da assembleia, com votação marcada para esta tarde, «dá critérios não só para a questão do acesso aos Sacramentos mas para o acompanhamento de situações que o Catecismo chama irregulares». Especificamente sobre os divorciados que voltaram a casar civilmente, os participantes falaram com «com grande atenção», sem tocar a questão do acesso à Comunhão de forma «direta», mas com «a palavra chave discernimento». «Não há preto e branco, sim ou não», acrescentou. Esta apresentação traz «critérios fundamentais» para o «discernimento das situações» que são em muitos casos «tremendamente diferentes», sem as «julgar». «A própria palavra do Papa João Paulo II na Familiaris Consortio, diz …

Sínodo: Consensos difíceis, alguns acordos e críticas à falta de abordagem de temas relevantes sobre a família

Encontra-se em processo de análise a versão final do relatório do Sínodo, que será entregue ao Papa. © DR O acesso dos divorciados recasados à Comunhão, a preparação para o matrimónio e a necessidade de alterações de linguagem dominaram as conferências de imprensa da última semana do Sínodo, bem como os 13 relatórios apresentados. No que diz respeito aos divorciados recasados, as opiniões dividem-se. São várias as referências que insistem na manutenção da “actual disciplina”, admitindo que os católicos devem “abster-se” da Comunhão. No entanto, muitos frisam a necessidade de um acompanhamento dos casais que vivem em situações irregulares. Já a importância de se aprofundar a preparação matrimonial é matéria unânime entre os grupos de trabalho. Numa óptica de balçanço do Sínodo, diversos bispos lamentam a falta de tempo para abordar temas relevantes relacionados com a família.

Um grande "sim" à família

O Cardeal Christoph Schönborn disse que o Sínodo dos Bispos já atingiu o objetivo principal: reafirmar um grande "sim" à família. Em declarações à Zenit na semana passada, o arcebispo de Viena aplaudiu a nova metodologia escolhida pelo Papa Francisco para o Sínodo, apesar das críticas iniciais de que as mudanças causaram "confusão". Em vez disso, disse o cardeal, a mudança é "muito, muito útil, pois envolve cada um dos participantes”. "Há 13 reuniões em pequenos grupos, três vezes mais do que os sínodos precedentes. Com este método - menos Plenárias e mais grupos linguísticos - mais direto, eu diria, gera um contato mais frutuoso para as discussões", disse ele.

Uma criança comove o sínodo: o menino que dividiu a hóstia com seu pai, que é divorciado recasado

O papa Francisco e os 270 padres sinodais ouviram com emoção, na Sala do Sínodo, a história relatada por um bispo que celebrou uma missa de primeira comunhão numa paróquia: um menino foi até o altar para receber na mão a hóstia consagrada e, por iniciativa própria, partiu-a em duas partes, dando a metade ao pai que o acompanhava, mas que, sendo divorciado e tendo se casado pela segunda vez, não podia receber a comunhão. O episódio evoca o sofrimento dos católicos em situações irregulares que os impedem de receber sacramentos e mostra que os “filhos do divórcio”, percentual considerável das crianças de hoje, não aceitam a exclusão dos seus pais desta dimensão central da vida cristã.

Sínodo dos Bispos: da uniformidade à unidade

Discordâncias e tensões não levam necessariamente à guerra, mas antes revelam entrega, vida, convicção e verdade. E quando o diferente é escutado com humildade, gera-se o verdadeiro diálogo.
Há um ano realizou-se a III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos, convocada pelo Papa Francisco, com o título “Os desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”. Esta teve o intuito de preparar a XIV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, com o título “A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo”, que ocorrerá de 4 a 17 de Outubro, em Roma. Por se centrar quase exclusivamente nas questões ditas fraturantes, a comunicação social inflacionou a polémica que possa ter existido na Assembleia Extraordinária do sínodo. Divisão dentro da Igreja! Haverá um novo cisma? Francisco provoca confrontos entre os prelados! Este era o tipo de títulos em meios de comunicação não necessariamente sensacionalistas.

"Instrumentum laboris" do Sínodo sobre a família

Em menos de quatro meses terá início em Roma o Sínodo Ordinário sobre a família. Nesta terça-feira de manhã foi apresentado ao público o “Instrumentum Laboris”, ou seja, o documento que vai orientar a reunião e que deverá ser usado como referência durante o Sínodo. O documento foi preparado a partir do texto conclusivo do precedente Sínodo e das respostas dos fiéis de todo o mundo que contribuíram preenchendo o questionário enviado a todas as Conferências Episcopais pelo Vaticano. Como citado na introdução do documento, depois de refletir sobre a III Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos em outubro de 2014 sobre Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização, a XIV Assembleia Geral Ordinária, a ser realizada de 4 a 25 de outubro deste ano, vai abordar o tema A vocação e a missão da família na Igreja e no mundo contemporâneo. O percurso sinodal será marcado por três momentos intimamente relacionados: a escuta dos desafios sobre a família; o discernimento da …

A bela e árdua missão da família, hoje

A nossa diocese de Leiria-Fátima dedica um biénio à pastoral familiar perante os novos desafios e na perspetiva da evangelização. Propusemo-nos dois grandes objetivos: redescobrir e reconhecer como e quanto é bom, belo e feliz formar uma família segundo o desígnio de Deus; e como e quanto isto é precioso e indispensável para a vida das pessoas, da sociedade e da Igreja e para o futuro da humanidade. A nossa reflexão crente não pode limitar-se simplesmente a constatar a crise que hoje atinge a família, a analisar os dados e, pior ainda, a ficar parada junto ao muro das lamentações. A primeira urgência é sobretudo o reconhecimento e o anúncio de que o Evangelho tem algo de importante e belo a dizer hoje para a família (o Evangelho da família) e também de que a instituição familiar é Evangelho, boa notícia para o mundo contemporâneo enquanto realidade originária de amor como criatura de Deus-Amor. É, pois, necessário que a comunidade cristã faça ressaltar a beleza e a dignidade da família…

Papa no encerramento do Sínodo: "Esta é a Igreja, nossa mãe!"

Eminências, Beatitudes, Excelências,
irmãos e irmãs,
É com o coração cheio de reconhecimento e gratidão que gostaria de dar graças, juntamente convosco, ao Senhor que nos acompanhou e orientou ao longo dos dias passados, com a luz do Espírito Santo! Agradeço de coração ao senhor cardeal Lorenzo Baldisseri, secretário-geral do Sínodo, a D. Fábio Fabene, subsecretário, e, com eles, agradeço ao relator, senhor cardeal Péter Erdő, que trabalhou muito mesmo em dias de luto familiar, bem como ao secretário especial, D. Bruno Forte, aos três presidentes delegados, aos escritores, consultores, tradutores e pessoas anónimas, enfim a todos aqueles que nos bastidores trabalharam com verdadeira fidelidade, com dedicação total à Igreja e sem descanso: muito obrigado! Estou grato de igual modo a todos vós, amados padres sinodais, delegados fraternos, auditoras, auditores e assessores, pela vossa participação concreta e frutuosa. Rezarei por vós, pedindo ao Senhor que vos recompense com a abundância do…

Divorciados recasados: Afinal, um debate tão antigo como a Igreja

As notícias do que se passa no sínodo dos bispos dão conta de um debate acesso entre duas tendências que, afinal, vêm de muito longe no tempo.
O casamento cristão é indissolúvel. Este palavrão significa que nada, a não ser a morte, pode dissolver o vínculo que se estabelece entre marido e mulher. Embora o matrimónio tenha sido, desde os inícios do cristianismo, considerado indissolúvel, esta indissolubilidade conheceu sempre algumas nuances de interpretação – e da respectiva gestão pastoral. Ao contrário da sensação comum, a questão de como lidar com casamento-divórcio-recasamento, é tudo menos recente. Logo na era apostólica surgem diferentes sensibilidades e mesmo propostas de solução. O próprio Novo Testamento testemunha duas destas possibilidades. Segundo o Evangelho de Mateus, Jesus diz: “se alguém repudiar a sua mulher – exceto em caso de adultério – e casar com outra, comete adultério” (Mt 19, 9; cf. Mt 5, 32).

Sínodo da Família. Papa derrotado no primeiro round?

Vencido ou vencedor? Na véspera do final do sínodo da família, os observadores e vaticanistas desdobram-se em análises: como sai o pontificado de Francisco da grande reunião de bispos que quis reflectir sobre as novas formas de família?
Há já quem dê o argentino, que já demonstrou várias vezes o desejo de uma Igreja mais inclusiva, como derrotado - uma vez que os relatórios dos grupos de trabalho, conhecidos anteontem, descartam a possibilidade de qualquer mudança. Outros, porém, defendem que o Papa Francisco ganhou: nunca nenhum sínodo teve tanto mediatismo, chegando mesmo a ser comparado ao Concílio Vaticano II. Por isso, mesmo que os bispos e cardeais mais conservadores possam ter saído satisfeitos do sínodo, Francisco conseguiu que a ideia de que a Igreja está aberta à mudança corresse o mundo. Mas nenhuma análise pode ser linear.

"Divórcio católico??"

O patriarca de Lisboa, D. Manuel Clemente, é hoje o entrevistado do Programa ECCLESIA (RTP 2, 15h30), antecipando os temas que vão estar em debate na terceira assembleia extraordinária do Sínodo dos Bispos, dedicada às questões da família. Segundo o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, que rejeita a ideia de um ‘divórcio católico’, a Igreja Católica tem de se preocupar com a “complexidade” humana. A assembleia sinodal que se inicia este domingo gerou “expectativas” na Igreja e na sociedade que D. Manuel Clemente diz “partilhar”. Um dos assuntos mais discutidos na opinião pública foi o do acesso à Comunhão pelos divorciados, em particular os recasados. Segundo o patriarca de Lisboa, a vida sacramental na Igreja Católica “tem de coincidir, na sua globalidade, com aquilo que Cristo propõe, não são atos desgarrados”. “Eu comungo se estiver em comunhão, para acrescentar a comunhão: se tenho na minha vida uma rutura grave, concretamente no campo do Matrimónio, como é que posso comunga…