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Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta Natal

Solenidade da Epifania do Senhor: Caminhar para encontrar a Glória

O Papa presidiu na manhã da sexta-feira (06/01) a Solenidade da Epifania do Senhor, na Basílica de São Pedro. Francisco falou de uma "nostalgia" que impeliu os reis magos a colocarem-se a caminho e seguir a estrela de Belém.  "Lá, em Belém, havia uma promessa de novidade, uma promessa de gratuidade. Lá estava a acontecer algo de novo", refletiu o Pontífice.
Homilia integral
«Onde está o Rei dos judeus que acaba de nascer? Vimos a sua estrela no Oriente e viemos adorá-Lo» (Mt 2, 2).
Com estas palavras, os Magos, que vieram de terras distantes, dão-nos a conhecer o motivo da sua longa caminhada: adorar o Rei recém-nascido. Ver e adorar são duas ações que sobressaem na narração evangélica: vimos uma estrela e queremos adorar.

Contemplar o Presépio e a Sagrada Família

Estes dias da oitava do Natal são algo de magnífico. Já passou o rebuliço das consoadas e o ano novo ainda se vem aproximando de mansinho. Se durante o Advento preparamos a chegada do Menino, na oitava podemos e devemos celebrar a Alegria e Graça de sentirmos que Deus se fez verdadeiro Homem, para melhor nos poder conduzir à salvação.
Desde pequeno que para mim os Natais não são verdadeiramente Natal sem que na família se faça uma encenação e reprodução do presépio. Temos a sorte de ser muitos primos, e de quase todos os anos haver um recém-nascido convocado para representar o papel de Menino Jesus. Sempre rodeado de Maria e José, de uma miríade de pastores (em regra os primos mais pequeninos) uma série de anjos (os primos em torno dos sete anos) e no final os três reis magos (sempre os primos que estão já a caminho da idade da ‘aborrecência’). Todos os anos a algazarra é muita, com os papéis a rodarem, com algum amuo porque se achava que nesse ano é que se era promovido de pastor a an…

Rezar em Família no Natal - NA OITAVA DO NATAL

CONTEMPLAR A ALEGRIA DO EVANGELHO “Era a luz verdadeira que ilumina todo o homem”
ITINERÁRIO SIMBÓLICO Atitude mariana: Interioridade
ABRIR A CASA À LUZ No início da oração acender a vela
ORAÇÃO P. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. R. Amém!
 P. Com Maria e José, oremos ao Senhor!
 R. Neste Natal, Ele nos dá a alegria do Seu amor!
P. Celebramos, em festa, com grande alegria, o nascimento de Jesus. É esse o convite que ressoa na noite de Natal, e que é dirigido, em primeiro lugar, a uns pastores, que pernoitavam nos campos, guardando os seus rebanhos durante a noite. O Anjo disse-lhes:
LEITURA BÍBLICA “Hoje, na cidade de David, nasceu-vos um Salvador, que é o Messias, Senhor. Isto vos servirá de sinal: encontrareis um menino envolto em panos e deitado numa manjedoura” (Lc 2,11-12).

Poemas de Natal

Natal Que nos trazes a não ser lágrimas cada vez mais,
natal eterno a nascer
de outros natais...
Ligeira esperança que toca
os nossos olhos molhados
e o sangue da nossa boca,
amordaçados...

Mensagem de NATAL do Papa Francisco: NATAL és tu, quando...

No Natal costuma haver muito barulho…
…Mas é necessário fazer silêncio para ouvir a voz do AMOR! NATAL és tu, quando te dispões, todos os dias, a nascer de novo deixando Deus entrar no teu coração! O PINHEIRO DE NATAL és tu, quando com a tua força e coragem resistes aos ventos e dificuldades da vida! AS DECORAÇÕES DE NATAL és tu, quando as tuas virtudes são cores que enfeitam a tua vida!

10 frases do papa Francisco sobre o Natal

O Natal está perto. Que tal viver mais intensamente o Natal e, nos cartões entregues a amigos e parentes, unir aos votos de boas festas belas frases que falem sobre o sentido mais profundo desse dia especial?
Dez frases do papa Francisco sobre o Natal.
1. “Em Jesus manifestou-se a graça, a misericórdia, a ternura do Pai: Jesus é o Amor feito carne. Não se trata apenas dum mestre de sabedoria, nem dum ideal para o qual tendemos e do qual sabemos estar inexoravelmente distantes, mas é o sentido da vida e da história que pôs a sua tenda no meio de nós.” (Homilia no Natal de 2013)

"Muitas pessoas estão a dar uma segunda oportunidade à Igreja"

É um dos grandes pensadores do Portugal contemporâneo e do lugar do catolicismo no mundo. Em entrevista ao PÚBLICO e à Rádio Renascença, José Tolentino Mendonça fala do Natal, do amor, da poesia e do papel do Papa Francisco na reinvenção do papel da Igreja. José Tolentino Mendonça não tem dúvidas: o Papa Francisco trouxe à Igreja Católica uma vitalidade que se julgava perdida e a prova disso são as muitas pessoas que se reconciliaram com a fé cristã. “Está a acontecer um pouco por todo o lado e como sinal, ao mesmo tempo, de uma cultura que volta a ter disponibilidade para ouvir aquilo quer julgava que já não queria ouvir mais.” A poucos dias do Natal falamos com o padre-poeta que gosta de construir pontes entre crentes e não-crentes, entre fé e pensamento.
Há um Natal de antigamente e um Natal dos dias de hoje?  As formas como vivemos o Natal não são indiferentes à História, até porque o cristianismo é uma religião vertiginosamente histórica. Há outras tradições religiosas para quem a H…

O Presépio em casa no Advento e no Natal

Papa Francisco explica por que é importante o presépio em casa no Advento e no Natal

Durante a Audiência Geral desta quarta-feira, o Papa Francisco explicou a importância de ter o presépio em casa, além da necessidade de contemplar cada um de seus elementos no tempo do Advento e no Natal, porque também nele podemos encontrar uma fonte de esperança. “Nas casas dos cristãos, durante o tempo do Advento, é preparado o presépio, segundo a tradição que remonta a São Francisco de Assis. Na sua simplicidade, o presépio transmite a esperança”, assinalou o Papa “Antes de tudo, notamos o lugar em que nasceu Jesus: Belém. Pequena aldeia da Judeia onde mil anos antes tinha nascido Davi, pequeno pastor eleito por Deus como rei de Israel”.

Oração de Consoada 2016

Maria, na Tua Casa,
 descobrimos a Casa de Esperança
 e da Alegria do Evangelho.
 A partir do Teu sim generoso,
 também nós dizemos:
 “Faça-se em mim segundo a Tua Palavra.”
José, nesta noite,
 ajuda-nos a tornar a nossa casa semelhante à Vossa,
 onde Jesus habita
 e sacia as nossas fomes de paz, justiça e alegria.

Dificilmente voltarei a gostar do Natal

Hoje não gosto do Natal, da correria, da preocupação, do enredo à volta de um presente, da ostentação, de quem vai dar ou receber o melhor, da pressa levada às lojas, do consumismo louco e sem regras
A minha avó contava-me que na véspera, quando já todos dormiam, metia dentro dos sapatos de cada uma das crianças um rebuçado, e que na manhã de Natal aquilo era de uma felicidade levada a extremos. Que faziam daquilo história para o ano todo, que depois daquela manhã eram todos mais felizes. Foi este o Natal que ela me passou, mesmo que eu o achasse fraco porque já tinha um Game Boy e carros telecomandados; mas apreciava o verdadeiro sentido das coisas, o gesto que enchia corações e os tornava felizes com tanto no meio de tão pouco.

Para haver Natal este Natal

Talvez seja preciso reaprendermos Coisas tão simples!
Que as mãos preocupadas com embrulhos Esquecem outros gestos de amor, Que os votos rotineiros que trocamos Calam conversas que nos fariam melhor, Que os símbolos apenas se amontoam E soltam uma música triste Quando já não dizem aquela verdade profunda!

Maria na Família

DESEMBRULHAR O NATAL

Será que algum dia nos aproximaremos da dádiva genuína e desinteressada, da pura dádiva? E como é que isso se faz?
No frenesim de consumo que atropela dezembro, nesse labirinto de excesso, euforia e solidão em que a vida, como uma imposição, se torna, cada um de nós aprende, mesmo sem dizê-lo, alguma coisa sobre a dádiva. Ora, talvez o que nos custe mais neste insano tráfico pré-natalício seja, precisamente, a constatação dolorosa e inconfessada de que não sabemos ou não conseguimos dar. Ainda que as mãos se atulhem de embrulhos, sabemo-las no fundo vazias, atadas às suas posições invisíveis, incapazes de dar não o inútil, mas o que seria preciso, indisponíveis para a tarefa da reparação da vida, equivocadas em relação à verdadeira carência ou ao diagnóstico que fazem da escassez e da lacuna.

Advento: o que você está esperando?

Uma pergunta que você pode responder hoje mesmo - e ser muito mais feliz depois disso
Quem não se comove ao ver uma mãe abraçando seu filho recém-nascido? A gravidez é motivo de grande alegria. Cada criança que nasce é um verdadeiro milagre. Amor semeado, cresce, cresce, cresce. E quando nasce, Deus fica feliz. Dá gargalhadas de alegria: “- Luz! Luz! Luz!”, grita Ele sorridente. -“Luz para iluminar o mundo!” Quem espera um bebê pode ter muitos medos mas o amor cobre uma multidão de temores e a ansiedade de ver chegar a criança não cabe no peito. E essa espera da mãe? De nove meses, semana após semana, contando os dias, as horas, sofrendo as dores de parto, esperando aquele momento único de abraçar o fruto do seu ventre? Noites em vigília. Quantas vezes deve ter ouvido o título deste texto: “o que você está esperando?” E lá se iniciava o relato da história de uma vida. Quanta esperança renasce nos lares após o nascimento de um bebê.

O ADVENTO E A INDÚSTRIA DOS CHOCOLATES

Os chocolates são uma coisa a brincar, claro, mas o Advento toca a estrutura do próprio tempo, é uma causa demasiado séria para as religiões judaica e cristã
Vi que uma conhecida marca de chocolates decidiu brindar-nos, no seu catálogo de Natal 2016/2017, com uma proposta de calendário de Advento, intitulando-a deste modo despojado, mas curioso: “A contagem regressiva para o Natal”. E criou para os potenciais consumidores dois modelos possíveis: não só na tradicional divisão entre chocolate negro e chocolate branco, mas também através de embrulho diferenciado (um de grafismo sóbrio em dourado ténue, outro coloridíssimo, com reproduções da exuberante decoração da época), embora mantendo uma mesma numeração, de 1 a 24. Poderíamos pensar que esta numeração estivesse então ligada à dita contagem regressiva (faltam vinte dias, dezanove dias, quinze, sete...),

O Sim de Maria!

Que teus olhos, Menino, ensinem largueza

Que teus olhos, Menino, ensinem largueza
e altura aos meus olhos

Que teus olhos curem os meus
da fadiga e dos seus filtros

Que teus olhos desimpeçam a visão
fragmentária, parcial e indecisa

Que teus olhos devolvam aos meus olhos
o vento azul da viagem e a sua alegria
Devolvam o real como anel aberto
em vez dos círculos obsidiantes e fechados
Devolvam o aberto como imagem
e programa

Que teus olhos, Menino, ensinem aos meus
o seu natal P.e José Tolentino Mendonça

É Natal, nunca estive tão só.

Último Poema
É Natal, nunca estive tão só.
Nem sequer neva como nos versos
do Pessoa ou nos bosques
da Nova Inglaterra.
Deixo os olhos correr
entre o fulgor dos cravos
e os dióspiros ardendo na sombra.
Quem assim tem o verão
dentro de casa
não devia queixar-se de estar só,
não devia.
Eugénio de Andrade

O Natal de todos nós

Uma bela poesia de Tolentino de Mendonça sobre o Natal de todos nós (crentes ou ateus)

Poemas de Natal

NATAL
Seja cada presépio a nossa casa
Transformada no mais florido altar,
Um pedaço de sol em cada brasa,
Uma estrela do céu em cada olhar.

Seja o Natal das prendas uma prenda
Que não esqueça o mundo humilde e mudo,
Seja a verdade a dominar a lenda
A verdade primeiro e mais que tudo.

Seja o Natal fraterna comunhão
Com os pobres sem pão e sem lareira,
Não haja, em parte alguma, coração
Que, por Jesus, não ame a terra inteira.