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A mostrar mensagens com a etiqueta Educação

“Os pais não são amigos dos filhos. São adultos e devem funcionar como tal, traçando limites”

O psiquiatra Daniel Sampaio, que trabalha há mais de 30 anos com adolescentes e famílias, alerta: “quando as gerações ficam muito próximas, a autoridade enfraquece”Na última crónica que escreveu para a revista P2, do jornal Público, em Dezembro último, dizia que os pais estão mais próximos dos filhos como nunca, mas, em muitos casos, há um marcado défice de autoridade”. O que está a falhar? Na primeira metade do século XX, os pais estavam mais distanciados dos filhos. Existia autoritarismo e, muitas vezes, castigos físicos. A relação entre pais e filhos era de uma certa distância repressiva. A partir da segunda metade do século XX, nos anos 70 e 80, houve uma aproximação das gerações. Os pais, sobretudo, os progenitores masculinos, ficaram próximos das crianças. Do ponto de vista psicológico, isso foi muito benéfico. Mas, quando as gerações ficam muito próximas, a autoridade enfraquece. Neste momento existem muitos problemas porque os pais têm dificuldade em exercer a autoridade e a fu…

TUDO COMEÇA PELO ESPANTO

Uma das grandes virtudes que precisamos de reencontrar é a arte do espanto, pois é verdadeiramente por aí que tudo começa...

Lembro-me muitas vezes de um ensaio da escritora italiana Natalia Ginzburg sobre aquilo que os pais transmitem aos filhos. E a opinião dela é que os pais parecem esgotar o seu papel no ensinamento das pequenas virtudes, e frequentemente se demitem de dizer uma palavra ou tomar uma iniciativa sobre as grandes. É como se todo o nosso sistema de valores educativos se restringisse à aprendizagem do que é o senso comum adquirido, aquilo que de uma forma ou de outra se respira no ar, escolhendo assim a estrada mais cómoda. O pior, porém, é o que, neste modelo educativo, se deixa a descoberto em termos da aventura humana como aventura de construção do sentido. E Natalia Ginzburg dá exemplos. A relação com o dinheiro é um deles. Os pais sentem o cuidado de ensinar os filhos a poupar e a utilizar de forma parcimoniosa os recursos financeiros, mas sentem menos, como tarefa…

Quer ser um bom pai?

Veja os conselhos do Papa Francisco A sabedoria do Papa Francisco em forma de dicas valiosas
“Um bom pai sabe esperar e sabe perdoar, do fundo do coração”, afirmou o Papa Francisco durante uma catequese na qual refletiu sobre o papel do pai na família, colocando como exemplo a parábola do Filho Pródigo. O Papa se referiu à função do pai na família, a partir de uma perspectiva positiva, deixando de lado os “perigos dos pais ‘ausentes’”.
“Toda família precisa do pai”, disse. O pai “sabe bem quanto custa transmitir esta herança: quanta proximidade, quanta doçura e quanta firmeza”, mas também “quanto consolo e recompensa se recebe quando os filhos honram esta herança! É uma alegria que redime todo cansaço, que supera toda incompreensão e cura toda ferida”.

Praga só depois de Braga

Não têm um crucifixo na aula, mas devem saber o que significa. Como é bom que alguém lhes diga que não precisam de ir à Índia para aprender a meditar. Não por uma questão de fé, mas de cultura. Aquela de que estupidamente parecemos andar envergonhados. Ainda bem que há Erasmus e programas de intercâmbio e os nossos filhos não crescem fechados dentro de fronteiras, mesmo quando são as mais antigas do mundo. Ainda bem que há voos "low-cost" e alojamentos locais a preços acessíveis, e têm amigos em todos os cantos do mundo. E vivam os pais que pegam na família e viajam com ela, sem medo de tudo e de nada, abrindo-lhes horizontes. Será com certeza uma geração menos suscetível a permitir que lhe vendam, sem crítica, que há por aí Estados que raptam os filhos dos imigrantes para os dar a homossexuais, que os comunistas comem crianças ao pequeno-almoço, os de Leste cortam gargantas a sangue-frio, os americanos nunca viram um mapa, ou aceitar estereotipar os outros pela sua nacionalid…

Filhos que são como estrangeiros

A depressão juvenil é um dos maiores dramas que acontecem nas famílias. Enche a casa de perplexidades e pavores, mancha a relação entre pais e filhos, intoxica todos os que se aproximam para ajudar. Primeiro dia de chuva de Outono. Horas corridas, reuniões aceleradas, encontros fugazes e conversas atropeladas. Tudo vivido numa vertigem porque a rentrée veio com força e, para cúmulo, chove, há obras por todo o lado na cidade e o trânsito fica imediatamente parado. No meio deste pára-arranca, uma curta visita profissional a um amigo que depois me acompanha pela rua, até ao carro, para termos mais tempo para conversar. Pergunto sempre pelos seus. Mulher e filhos, mas também por projectos novos e antigos, bem como por amigos comuns. Desta vez a conversa centrou-se em alguém que ambos conhecemos por ser muito novo, mas já ter um histórico grande de depressões e desânimos. A conversa fez-nos parar numa esquina e ali ficámos nesse tempo breve-demorado, em bolha, alheios ao movimento em volta. –…

Tempo de férias escolares é também altura de reforçar a segurança na internet lá em casa

Mais tempo livre é atualmente igual a mais tempo online, o que se pode tornar um problema para pais e educadores já que os mais novos estão entre os utilizadores mais vulneráveis na internet. O site SeguraNet pode ser uma ajuda. O website tem várias ferramentas dirigidas aos pais e educadores mas também outras para os mais novos, aliando a prevenção e educação aos jogos e entretenimento, uma das melhores formas de captar a atenção de crianças e adolescentes.

Crianças mais generosas

O sucesso depende, mais do que nunca, de saber colaborar com os outros, por isso é fundamental educar crianças empáticas e socialmente conscientes. Segundo a revista online “Pazes”, investigadores de Harvard chegaram aos seguintes cinco conselhos para ensinar os mais novos, desde cedo, a serem mais generosos e altruístas.
1. Passe tempo com os seus filhos Essa parece ser a base de tudo. Quando as crianças são tratadas com respeito e amor, tendem a aprender a respeitar e a importar-se mais com o próximo. Converse, faça perguntas, escute as respostas com interesse, planeie programas divertidos para fazerem juntos… Uma criança que se sente amada já tem meio caminho andado.
2. Dê o exemplo As crianças aprendem a ter comportamentos éticos e morais, observando o comportamento dos pais e de outros adultos que respeitam. Preste atenção ao seu comportamento.

Castigar!?

Quero continuar a ser filha dos meus pais...

Os filhos que cuidam dos pais por amor são verdadeiros salva-vidas. Salvam da solidão, da exclusão, do abandono, do esquecimento, da indigência moral e emocional em que vivem muitos velhos.
A partir dos quarenta e muitos, cinquenta e poucos, todos começamos a sentir que os papéis se invertem nas famílias e caímos na conta de que mais ano, menos ano, seremos convocados a cuidar dos nossos pais. Confrontados com doenças crónicas, ou chamados de emergência depois de acidentes cardiovasculares cerebrais, quedas e até atropelamentos provocados por distração, falta de audição ou visão, damos connosco atordoados e aflitos, sem saber o que pensar. Pior, sem sabermos o que fazer. Como agir, a quem recorrer, como ajudar?

Não quero que António Costa seja pai dos meus netos

Onze horas de escola para os nossos filhos? Faz-me pele de galinha sempre que o Estado se candidata a zelador da família, substituindo-se a ela. Queria dizer ao senhor primeiro-ministro que não quero que seja pai dos meus filhos. Nem mãe. E de caminho digo o mesmo ao ministro da Educação. Escrevi-o em Abril de 2002, quando Durão Barroso acabou com as pausas letivas a meio dos períodos escolares, e repito-o em 2016, já com netos, a António Costa. Porque agora, como então, faz-me pele de galinha sempre que o Estado decide candidatar-se ao posto de zelador da família, substituindo-se a ela. De que é que estou a falar? Do anúncio de que o Governo pretende alargar a possibilidade de permanência na escola dos alunos até ao 9.º ano por um período de, nada mais nada menos do que onze horas por dia. Por outras palavras a quase totalidade do tempo em que permanecem acordados. A notícia recebeu o aplauso das associações de pais, e provavelmente de muitos pais, mesmo não associados, sem entenderem, j…

Pais, precisamos de filhos mais altruístas. Como?

As crianças de hoje colocam a própria felicidade acima dos outros devido à educação que recebem dos pais. Mas a sociedade está a precisar de gente mais altruísta. Como? Há cinco formas de o conseguir. Os pais de hoje parecem ter-se esquecido do significado da palavra “altruísmo”. De acordo com o estudo de Richard Weissbourd, psicólogo da Universidade de Harvard, 80% dos 10 mil jovens entrevistados afirma que os pais se sentem mais satisfeitos quando os filhos põem a sua felicidade e sucesso no topo das prioridades do que quando preferem prestar apoio aos outros. Este é um dado que faz adivinhar um futuro pouco risonho para a humanidade: “Uma comunidade saudável depende de adultos que estão empenhados em priorizar o bem comum em detrimento do seu próprio”. A consequência do incumprimento destes valores são 30% de estudantes agredidos em ambiente académico, mais de metade das raparigas passaram por episódios de assédio sexual e mais de 50% admitiu mentir ou trapacear na escola. Em suma, e…

Projeto português lança curso de segurança online de crianças e jovens

O projeto português MiudosSegurosNa.Net apresenta o seu primeiro curso online sobre segurança de crianças e jovens que navegam na Internet. Esta iniciativa surge no encalço do Dia Mundial da Criança e visa promover boas práticas em matéria de Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) e alertar para os riscos associados à Grande Rede que ameaçam a segurança dos mais novos.
A Internet é um oceano de informação, uma verdadeira ferramenta de aprendizagem. No entanto, como em tudo, existe um lado luminoso e um envolto em sombras. Tendo em conta que para as mais recentes gerações o digital é quase uma extensão das suas próprias existências, é preciso que pais, educadores, e demais responsáveis por “pequenos adultos”, estejam cientes dos perigos predam a segurança dos mais novos quando viajam pelo mundo cibernético.

A família é um bem para a sociedade

A família é um bem para a sociedade, primeiro, porque é o centro onde nascem e crescem os futuros membros da sociedade. As crianças nascem numa família e, ao nascer, fazem parte da família. É no seio da família que recebem a educação a que têm direito. A família é o primeiro laço de transmissão da cultura. Este papel é insubstituível: o ser humano nasce e cresce no seio de uma família; constrói a sua identidade no seio de uma rede de laços de parentesco. Estamos convencidos (mesmo que esta evidência não seja fácil de demonstrar) que um mundo sem família, em que as crianças seriam geradas em máquinas, sem pais, para de seguida se juntarem, seria muito grave para a existência da humanidade. A família é um bem para a sociedade porque oferece a base afetiva em que se constrói a personalidade. É preciso ser amado, encorajado, para adquirir a confiança suficiente para poder autorrealizar-se como pessoa, tornar-se pessoa ativa e participativa na vida da sociedade. Quando nascemos, temos neces…

Construir sobre a rocha - Catequese para a família

Faz pouco mais de um ano que o meu pai faleceu e, durante a missa do funeral, enquanto nos despedíamos dele, eu senti ao mesmo tempo uma dor imensa e uma intensa alegria. Depois, conversando com as amigas que me acompanhavam, eu me lembro de ter dito que o meu maior agradecimento ao meu pai era pela fé e pela confiança na providência divina que ele tinha me transmitido. Era aquela, para mim, a herança mais preciosa. É ela que me mantém de pé sobre rocha. E esta é a herança que eu também quero deixar para os meus filhos, familiares e amigos. O primeiro passo é ser conscientes da sua importância. Podemos deixar muitas coisas para os nossos filhos: estudos, bons colégios, viagens, esporte, computadores, idiomas, cursos... Tudo isso é muito bom e necessário. Mas se nos esquecemos de ensinar a eles o imenso Amor de Deus ou o escondemos no fundo do nosso coração ou nos limitamos a uma série de costumes e tradições, vamos deixá-los indefesos diante da vida e das tormentas que os esperam. Estar…

10 maneiras de amar os filhos sem usar palavras

Do contato visual às refeições em família: dicas simples que podem fazer toda a diferença
Provérbios 22,6: "Guiai as crianças pelo caminho reto e, quando adultas, elas não se desviarão". Mas qual é o caminho reto por onde orientar uma criança? Em primeiro lugar, eu quero orientar os meus filhos a amar como Jesus amou. Aqui vão dez dicas simples para amar os seus filhos mais plenamente e para ensiná-los a amar como Jesus.
1. Faça contato visual com seus filhos. Olhar nos olhos só leva alguns segundos. Na maioria das vezes em que respondemos aos nossos filhos, porém, estamos focados em nossas próprias tarefas. Deixe o computador, o telefone ou os trabalhos domésticos de lado durante um instante e faça contato visual com os lindos olhos do seu filho enquanto fala com ele. Ele vai gostar muito – e isso vai iluminar o seu dia!
2. Toque nos seus filhos. Todo ser humano precisa do toque físico. Se você não abraça os seus filhos o suficiente, eles vão procurar afeto físico em outro lugar…

Filhos tornam o casamento mais feliz...

A influência das crianças na satisfação dos pais está relacionada à maneira com que a família passa as horas de lazer e a satisfação da família com a vida social
O que deixa você feliz – pensar no sorriso do seu filho, passar horas brincando com ele ou vendo aquele DVD no sofá pela 10ª vez? Pois uma pesquisa realizada na Universidade de Glasgow, no Reino Unido, acaba de comprovar: casais que têm filhos são mais felizes. E quanto maior o número de filhos, maior é a satisfação.
O coordenador da pesquisa, Luis Angeles, acredita que o resultado é simples de entender: quando responderam sobre as coisas mais importantes de suas vidas, a maioria das pessoas casadas colocou os filhos no topo da lista. E a influência das crianças na satisfação dos pais está relacionada à maneira com que a família passa as horas de lazer e a satisfação da família com a vida social.
Confirma-se o ensinamento de Deus e da Igreja:
“A tarefa  fundamental da família é o serviço à vida. É realizar, através da história, a…

10 dicas da ciência para criar filhos felizes

A missão de criar filhos nunca foi considerada fácil, mas há várias maneiras de orientar pais de primeira viagem. O site LiveScience elencou dez dicas úteis que os pesquisadores dão para educar crianças bem ajustadas.  Confira:
10 – Brinque desde muito cedo Uma criança precisa de pais que possam representar uma companhia divertida nas horas alegres. Por essa razão, os cientistas destacam o papel fundamental das brincadeiras na vida entre pais e filhos desde a tenra infância. Brincadeiras agregam criatividade e saúde psicológica aos pequenos.


A mãe ajuda os filhos a ver os problemas da vida com realismo e a superá-los

Palavras do papa Francisco no terço do último sábado, na basílica de Santa Maria Maio: “Maria é mãe e uma mãe se preocupa acima de tudo com a saúde dos filhos. Ela sabe cuidar da saúde dos filhos sempre com grande e terno amor. Nossa Senhora cuida da nossa saúde. O que é que isto quer dizer? Eu penso em especial em três aspectos: ela nos ajuda a crescer, a encarar a vida e a ser livres”, disse o bispo de Roma depois do terço do último sábado, 4 de maio, quando tomou posse formalmente da basílica de Santa Maria Maior, na Cidade Eterna. O papa explicou o papel fundamental da mãe na família: “Não se educa, não se cuida da saúde evitando os problemas, como se a vida fosse uma rodovia sem obstáculos. A mãe ajuda os filhos a olhar para os problemas da vida com realismo e a não se perder no meio deles, mas a encará-los com valentia, a não ser fracos e a saber superá-los, no equilíbrio sadio que a mãe 'sente' entre as áreas de conforto e as áreas de ris…

"Papel dos recasados na Igreja"

Cinema, teatro e leitura
O filme "Fiel Companheiro" vai ser exibido esta sexta-feira, 8 de março, no âmbito de um ciclo de três encontros sobre "O papel dos recasados na Igreja", que em vez das habituais conferências ou painéis recorre à leitura, ao cinema e ao teatro. O tríptico que decorre no Auditório Vita, em Braga, tem como objectivo «começar a criar uma mentalidade de abertura a quem sofre e procura na Igreja a compreensão e não a condenação taxativa de quem não quer procurar formas de dialogar e acolher», refere uma nota enviada ao Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura (SNPC). «Sabemos o quão doloroso é para todos os casais uma separação. Mesmo que, por vezes, uma relação já não parece ter sentido, as dores de uma separação marcam a vida do casal e da família para toda a sua vida. Não terão o direito de serem felizes refazendo as suas vidas? Porque é que ainda hoje encontramos muito desconhecimento, preconceito e pouca vontade em …