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A mostrar mensagens com a etiqueta Casar

Sim, ainda estou casado!

Sim, depois de oito anos, depois da crise dos sete anos (crise? qual crise, se gostamos tanto um do outro?), numa altura em que amigos e familiares próximos se chateiam e separam um do outro, uns atrás dos outros, continuamos casados.

Namorar...

Namorar é caminhar. Fácil? Não, não é.

Hoje celebra-se São Valentim, dia dos namorados. Podia ficar por aqui e estaria tudo dito sobre esta comemoração comercial. Confesso que sou pouco romântico "por marcação" ou "por pedido". Explico-me. Ou o amor é um caminho que se percorre ou não é amor. Portanto, o dia 14 de fevereiro, ou foi o início de uma caminhada a dois ou não faz falta nenhuma no calendário do casal de namorados.Vivemos numa sociedade cada vez mais globalizada e comercial. O dia dos namorados é consequência desta vivência "interesseira". Ainda na semana passada escrevia acerca da queda do número de casamentos pela Igreja. E o Papa Francisco, já alertou, por diversas vezes,  para a nulidade sacramental da maioria destes. Muitos casais entendem que este sacramento é apenas uma bênção, um costume social para agradar a pais e família. A realidade sobrenatural é completamente esquecida.

Carta ao meu marido nesta fase complicada do casamento

A nossa vida é complicada neste momento, não é? Nós não queremos que seja. Mas neste momento é. Trabalhamos para ser pagos para pagarmos contas e parece que há sempre mais meses do que dinheiro. Temos duas pessoas muito pequeninas que parecem nossos chefes, enquanto nos esforçamos por manter o controlo. Somos empurrados de tantas maneiras que, por vezes, damos por nós e estamos em lados opostos. Acabamos por discutir. Discutimos sobre as decisões parentais e também sobre “quem é a vez de trocar a fralda”. Discutimos sobre dinheiro e sobre as vezes que escolhemos ir almoçar fora na semana passada. Discutimos sobre a roupa para lavar e passar e sobre a limpeza da casa. Discutimos sobre coisas estúpidas que, eventualmente, acabamos por nos desviar do tema e discutimos sobre outras coisas à mistura.

Papa ouve casal de recasados que comunga “através dos necessitados”

Francisco ouviu emocionado os testemunhos de dois casais, um jovem deficiente motor e uma mãe solteira que sentiu várias vezes a tentação de abortar, mas “graças a Deus” não o fez.


O Papa Francisco foi acolhido esta segunda-feira na cidade de Tuxtla Gutiérrez pelas palavras de vários representantes das famílias que encheram o estádio para o ver. O Papa ouviu emocionado os quatro testemunhos de pessoas que vieram directamente das “periferias” de que Francisco tanto fala. O primeiro a tomar a palavra foi Manuel, um jovem de 14 anos em cadeira de rodas a quem, aos cinco anos, foi diagnosticada distrofia muscular, “a minha capacidade especial”, como o descreve. “Tenho muta fé e cresceu a minha esperança”, disse o jovem, “sei que Deus me abençoou com esta capacidade especial. Confio nele. E se for sua vontade me dará saúde física”. Manuel explicou como sai à rua na sua cadeira de rodas para tentar evangelizar os jovens e pediu a Francisco que reze muito pelos jovens mexicanos. “Há muita violênc…

Relógio da Família: revitalizar o matrimónio

Iniciativa desenvolvida por elementos da CVX pretende munir casais de ferramentas que os ajudem a avivar o seu projecto de família. Encontram-se abertas as inscrições para o "Relógio da Família", iniciativa dirigida a casais e a decorrer em dois fins-de-semana na Casa da Torre (Soutelo), Centro de Espiritualidade e Cultura. De acordo com a organização, o "Relógio da Família" é uma ferramenta a pensar nos casais e no seu matrimónio. "O amor na sua forma de «relação doméstica», só por si, não dará nem segurança e muito menos futuro. Lembre-se por isso que a segurança de pouco lhe serve; é como a beleza, passa com a idade.

Família: Igreja escreve aos namorados portugueses

Mensagem da Comissão Episcopal responsável pelo setor lembra importância de projetar «família alegre e feliz»
Lisboa, 12 fev 2015 (Ecclesia) – A Comissão Episcopal do Laicado e da Família (CELF) divulgou uma nota sobre o Dia dos Namorados, que se assinala este domingo, deixando votos de que este tempo sirva para “concretizar o sonho de constituir uma família saudável”. “Saudamos todos os namorados no dia que lhes é dedicado. Fazemo-lo com alegria e esperança, augurando-lhes um futuro feliz”, escrevem os bispos que acompanham o setor familiar, na Conferência Episcopal Portuguesa. Na mensagem, enviada à Agência ECCLESIA, o organismo católico fala do namoro como “um direito e um dever de quem se sente chamado ao matrimónio”. “Desejamos que o namoro seja cada vez mais uma oportunidade para um maior conhecimento mútuo em ordem à concretização de um projeto de família alegre e feliz”, pode ler-se.

Papa telefona para coordenador de um projeto para separados ou divorciados

No último sábado, o Papa Francisco telefonou para o diácono Paolo Tassinari, coordenador do projeto “O anel perdido”, da Diocese de Fossano, Itália, vinculado à pastoral das pessoas separadas ou divorciadas. A notícia do jornal da diocese “La Fedeltà”, citado pela Sir, explica que o telefonema do Papa aconteceu depois que algumas pessoas do grupo enviaram uma carta ao Pontífice.  O Papa, relata Tassinari, “pediu para falar sobre as iniciativas do projeto diocesano com as pessoas separadas ou divorciadas, ou em nova união, demonstrando ter na mão a carta que o grupo tinha escrito e me incentivando a continuar o caminho”. Ele então convidou o grupo para uma audiência no Vaticano. “Depois do telefonema – diz o diácono – eu disse para o meu filho: “Era o Papa! E comecei a chorar!

Casar-se ou juntar-se?

Perguntei-lhes se alguma vez tinham pensado em casar-se. Olharam para mim admirados. Então ele, com um sorriso de quem perdoa uma pergunta tão ingénua, tomou a iniciativa de responder. «Casar-se? Para quê? Já nos amamos e isso é o importante. Que sentido tem uma cerimónia exterior que não acrescentará nada ao nosso amor? Queremos um amor genuíno! Queremos um amor livre! Queremos um amor sem nenhum tipo de coacção! Este modo de actuar parece-nos muito mais sincero. Não necessitamos de nenhum tipo de ataduras. Ataduras que cortariam as asas da nossa liberdade». Ela concordava com a cabeça. Todo o raciocínio do namorado parecia lógico. Estava de acordo com ele. Não havia fissuras na sua argumentação.

10 frases do Papa Francisco sobre a Família

1. “É na família onde aprendemos a abrir-nos aos outros, a
crescer em liberdade e em paz." Audiência Geral, 18 de fevereiro de 2015

2. “E esta é a grande missão da família: arranjar lugar para
Jesus que vem, receber Jesus na família, na pessoa dos filhos, do marido, da
esposa, dos avós, porque Jesus está aí." Audiência Geral, 17 de dezembro de 2014. 3. “Sim, ser mãe não significa só trazer um filho ao mundo, mas é também uma opção de vida: o que é que uma mãe escolhe? Qual é a opção de vida de uma mãe? A opção de vida de uma mãe é a opção de dar vida. E isto é grande, isto é belo." Audiência Geral, 7 de janeiro de 2015.

Um grande "sim" à família

O Cardeal Christoph Schönborn disse que o Sínodo dos Bispos já atingiu o objetivo principal: reafirmar um grande "sim" à família. Em declarações à Zenit na semana passada, o arcebispo de Viena aplaudiu a nova metodologia escolhida pelo Papa Francisco para o Sínodo, apesar das críticas iniciais de que as mudanças causaram "confusão". Em vez disso, disse o cardeal, a mudança é "muito, muito útil, pois envolve cada um dos participantes”. "Há 13 reuniões em pequenos grupos, três vezes mais do que os sínodos precedentes. Com este método - menos Plenárias e mais grupos linguísticos - mais direto, eu diria, gera um contato mais frutuoso para as discussões", disse ele.

Preparação para o casamento

Resposta improvisada do Papa Francisco
Os jovens não querem casar, preferem conviver, tranquilos e sem compromissos; depois, se vier um filho, casam-se à pressa. Hoje não está na moda casar! Muitas vezes nos matrimónios na igreja, eu pergunto: «Tu que vens casar, é porque queres deveras receber do teu noivo ou da tua noiva o Sacramento, ou vens porque socialmente se deve fazer assim?». Aconteceu há pouco tempo que, depois de uma longa convivência, um casal que conheço decidiu casar. «E quando?». «Ainda não sabemos, porque estamos a procurar uma igreja que esteja em harmonia com o vestido e um restaurante que esteja próximo da igreja, e depois temos que preparar as lembranças, e depois...». «Mas, diz-me, com que fé te casas?». Como se preparam os casais que devem casar?

Por que muitos jovens não querem casar-se?

Na catequese desta quarta-feira, Francisco refletiu sobre o sacramento do matrimônio e recordou que é uma união protegida por Deus O Santo Padre Francisco estava acompanhado por dois convidados de honra no papamóvel hoje pela manhã. Um jovem com síndrome de Down e um acólito percorreram a praça com o Papa saudando os fiéis e peregrinos de todo o mundo reunidos para participar da Audiência Geral. A chuva que tem caído estes dias em Roma deu uma trégua hoje, permitindo que os peregrinos desfrutassem mais a companhia do Papa. Como de costume, antes da catequese, Francisco abençoou e beijou as crianças que lhe foram trazidas, e trocou algumas palavras com os fiéis que estavam nas filas da frente.

"O amor é forte como a morte" - Dia dos Namorados

Eis a voz do meu amado! Ele aí vem, transpondo os montes, saltando sobre as colinas. O meu amado é semelhante a uma gazela ou ao filhinho da corça. Ei-lo detrás do nosso muro, a olhar pela janela, a espreitar através das grades. O meu amado ergue a voz e diz-me: «Levanta-te, minha amada, formosa minha, e vem. Minha pomba, escondida nas fendas dos rochedos, ao abrigo das encostas escarpadas, mostra-me o teu rosto, deixa-me ouvir a tua voz. A tua voz é suave e o teu rosto é encantador». O meu amado é para mim e eu sou para ele. Ele disse-me: «grava-me como um selo no teu coração, como um selo no teu braço, porque o amor é forte como a morte e a paixão é violenta como o abismo. Os seus ardores são setas de fogo, são chamas do senhor. As águas torrenciais não podem apagar o amor, nem os rios o podem submergir».
Cant 2, 8-10.14.16a; 8, 6-7a

Sabe quais sãos os objectivos do Sínodo da família? A polémica face ao essencial!

A polémica se centra excessivamente na questão da comunhão para divorciados novamente casados, mas você sabe quais são os objetivos do sínodo?

Focalizar é reduzir. Os debates que precederam o sínodo da família se cristalizaram na questão do acesso dos divorciados novamente casados à comunhão sacramental, mas não mostraram os objetivos deste sínodo. É verdade que a questão não é secundária, porque detrás dela se esconde a da indissolubilidade do matrimónio sacramental. Mas este tema ocupa apenas um lugar muito pequeno (só 3 dos 159 artigos) no Instrumentum laboris que servirá de base para os trabalhos dos padres sinodais.
A Igreja, hospital de guerra Os bispos tenderão menos a debater sobre o casamento que sobre a família, como indica claramente o tema do sínodo (que às vezes é esquecido): “Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização”. No entanto, no âmbito da família, que passa por uma crise mundial, os sofrimentos não se reduzem (obviamente) ao dos divorciados novamente …

O Matrimónio e a Família segundo a Gaudium et spes

Nas vésperas do Sínodo sobre a família trazemos à memória o que o Concílio Vaticano II nos deixou na Constituição Gaudium et spes. 
CAPÍTULO I
A PROMOÇÃO DA DIGNIDADE DO MATRIMÓNIO E DA FAMÍLIA
O matrimónio e a família no mundo actual 47. O bem-estar da pessoa e da sociedade humana e cristã está intimamente ligado com uma favorável situação da comunidade conjugal e familiar. Por esse motivo, os cristãos, juntamente com todos os que têm em grande apreço esta comunidade, alegram-se sinceramente com os vários factores que fazem aumentar entre os homens a estima desta comunidade de amor e o respeito pela vida e que auxiliam os cônjuges e os pais na sua sublime missão. Esperam daí ainda melhores resultados e esforçam-se por os ampliar. Porém, a dignidade desta instituição não resplandece em toda a parte com igual brilho. Encontra-se obscurecida pela poligamia, pela epidemia do divórcio, pelo chamado amor livre e outras deformações. Além disso, o amor conjugal é muitas vezes profanado pelo egoís…

Papa Francisco aos noivos e casais: "Isto faz-nos pensar nos casais que «não suportam o caminho»"

A primeira Leitura fala-nos do caminho do povo no deserto. Pensemos naquele povo em marcha, guiado por Moisés! Era formado sobretudo por famílias: pais, mães, filhos, avós; homens e mulheres de todas as idades, muitas crianças, com idosos que sentiam dificuldade em caminhar... Este povo lembra a Igreja em caminho no deserto do mundo actual; lembra o Povo de Deus que é composto, na sua maioria, por famílias. Isto faz pensar nas famílias, nas nossas famílias, em caminho pelas estradas da vida, na história de cada dia... É incalculável a força, a carga de humanidade presente numa família: a ajuda mútua, o acompanhamento educativo, as relações que crescem com o crescimento das pessoas, a partilha das alegrias e das dificuldades... As famílias constituem o primeiro lugar onde nos formamos como pessoas e, ao mesmo tempo, são os «tijolos» para a construção da sociedade. Voltemos à narração bíblica... A certa altura, o povo israelita «não suportou o caminho» (Nm 21, 4): estão cansados, falta a …

A batalha mais difícil

Roubo este título ao livro Mapa Sentimental (Editora Aguilar, Madrid, 2012), do meu amigo Javier Urra. Psicólogo clínico e forense, Javier tem dedicado a sua vida à defesa dos direitos das crianças e à intervenção junto de jovens com problemas comportamentais. É autor de vários livros, alguns publicados em Portugal, que se recomendam pela abordagem ética dos problemas dos mais novos e das suas famílias. No livro Mapa Sentimental, Javier Urra defende que a estabilidade emocional se alcança através do conhecimento aprofundado dos próprios sentimentos e da responsabilização pelas acções de cada um. Através do autocontrolo, atingimos a segurança emocional, essencial para consolidarmos uma boa saúde mental.  Javier Urra, a propósito da “batalha mais difícil”, cita Napoleão Bonaparte, que afirmou: “Tenho-a todos os dias comigo mesmo.” E assinala como essenciais o compromisso, a responsabilidade e o vínculo, para a construção de relações humanas mais satisfatórias.

As propostas apresentadas pelo cardeal Walter Kasper no Consistório dos Cardeais sobre a Família - Resumo

Em seis pontos, as propostas apresentadas pelo cardeal Walter Kasper no Consistório dos Cardeais sobre a Família [20-21 Fevereiro], para dar uma solução pastoral à situação dos divorciados recasados. As reacções não se fizeram esperar e se deram sobretudo ao nível da filtragem do conteúdo. Nesse sentido, segue em anexo o texto integral, em italiano, da conferência. Síntese do texto que segue: 1) uma alternativa à via jurídica; 2) Uma nova hermenêutica jurídica e pastoral que veja, em cada causa, a “pessoa humana”, 3) as rupturas irremediáveis, 4) Comunhão espiritual e comunhão sacramental, 5) fundamentos patrísticos, 6) a questão final de Walter Kasper ao Consistório.
[1] Uma alternativa à via jurídica “Dado que esses [os tribunais eclesiásticos] não são de direito divino, mas se desenvolveram historicamente, coloca-se a questão se a via judiciária deva ser a única via para resolver o problema ou se não seria possível outros procedimentos mais pastorais e espirituais. Como alternativa s…

Respostas às questões propostas para a IX Jornada da Família - Nas periferias da Família

O PAPA FRANCISCO DESAFIA-NOS A IR ÀS PERIFERIAS EXISTÊNCIAS, A ABRIR AS PORTAS DA IGREJA PARA SAIR E IR AO ENCONTRO DE TODOS, QUAISQUER QUE SEJAM AS SITUAÇÕES. O QUE TE DIZ ESTE DESAFIO? COMO PENSAS CONCRETIZA-LO?
- É sem duvida uma mente aberta. Jesus acolheu todos, são todos filhos de Deus. Não é nada fácil, é preciso muita coragem, mas não podemos desanimar. Ás vezes uma palavra na hora certa faz a diferença.
- Este desafio faz falta na igreja, especialmente na minha paróquia fecha-se as portas em vez de as abrir, ajudando as pessoas a compreender que Jesus é o caminho, a verdade e a vida.
- É bom o desafio mas é difícil os jovens aderirem, mas vamos tentando falar hoje e amanhã.
- A Igreja relativamente a este conceito deveria ser mais aberta a acolher, não rejeitar, saber os motivos e tentar ajudar. Não deveria ser tão rígida e ser mais flexível.
- Este desafio do Papa Francisco está por enquanto num plano dos discursos e temo que não saia daí tão cedo. É bonito, fica bem, corre o ris…