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A Igreja é chamada a fazer «diaconia» no «continente digital»

«Educar os ritmos quotidianos, um tempo de imersão, um tempo de desconexão?» foi o tema que Gemma Serrano, diretora do Departamento do Humanismo digital do College des Bernardins, em Paris, trouxe à quarta edição da formação «Do Clique ao Toque» que hoje termina, em Braga.

Porque não amamos até ao fim?

Há cada vez mais pessoas idosas a viver sozinhas e isoladas. A sua solidão, porque não é escolhida, é uma condenação dos outros e da sua própria família. Alguns aceitam-na como condição quase natural da sua idade e pela determinação que têm em não ser peso para ninguém, menos ainda para aqueles que amam.

A solidão própria do Natal

Uma das mais belas correspondências de Natal que conheço é a que o poeta Rainer Maria Rilke manteve com a mãe, ao longo de 25 anos. Claramente as cartas de ambos deveriam ser escritas e recebidas antes da festa.

Ninguém (re)começa sozinho!

Somos feitos de recomeços. Claro que também há muitas coisas que terminam em nós e connosco e, inevitavelmente, também temos um currículo de fins a fazer fila dentro do coração. No entanto, os recomeços parecem inaugurar uma espécie de esperança que não se apaga, nem mesmo com o cair das noites.

“Morte doce”? E que tal falar a sério, e com tempo, de eutanásia?

Vi, vivi, li, troquei argumentos e busquei o contraditório. Não tenho certezas mas sei identificar dilemas morais e éticos. Por saber que eles existem, e são grandes, choca-me a urgência dos deputados.
O IV Ciclo de Conferências “Nova Ágora” terminou ontem, dia 16 de Março, e nem o frio que se fez sentir impediu os “Olhares sobre o Envelhecimento e Qualidade de Vida” de lotarem novamente o Espaço Vita.

O que um computador não pode fazer

Teremos de refletir melhor sobre o impacto da tecnologia na forma da nossa humanidade, para lá do ingénuo deslumbramento promovido pelas grandes máquinas publicitárias. Também aqui estamos num período de transição.

AMAR É DESTRUIR A SOLIDÃO DO OUTRO

O egoísmo é uma forma que alguns encontram para lidar com o medo de falhar. Uma resposta quase natural para quem não se quer magoar. Afastam-se, fazendo com que as distâncias lhes sirvam de muralhas.

Eduardo Sá. “Contentamo-nos nas relações, com medo que não venha mais ninguém”

Divórcios a suaves prestações e solidões assistidas. Ao Observador, e por causa do novo livro, Eduardo Sá diz que somos preguiçosos nas relações e não sabemos amar. Morremos para a vida e não de amor.