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A mostrar mensagens com a etiqueta #relaçõeshumanas

São Valentim: Bispos portugueses alertam para violência no namoro

MENSAGEM DA COMISSÃO EPISCOPAL DO LAICADO E FAMÍLIA PARA O DIA DOS NAMORADOS – 14 de FEVEREIRO de 2019 Há encontros que marcam a vida. O namoro pode proporcionar um conjunto de momentos fundadores de uma relação para toda a vida e pela qual se dá a vida. A relação entre namorados é, por si mesma, dinâmica, pois trata-se desde o princípio, de uma tríplice descoberta: Quem sou eu? Quem és tu? Quem somos nós? Conhecermo-nos é muito mais do que apreender as características de cada um, pois a vida é muito mais do que a nossa psicologia e a nossa biologia. A relação acontece com beleza e profundidade, quando partilhamos escolhas, sonhos e projetos. Só poderemos caminhar, se seguirmos pelo mesmo caminho e resolvermos juntos as dificuldades das encruzilhadas que vamos encontrando na vida.
O tempo do namoro é decisivo, porque leva à descoberta da beleza do amor pela dádiva da vida, por isso, requer tempo, delicadeza e seriedade, que geram confiança, estima e respeito. É, por isso,…

O vitral caído

«A verdade é como um imenso vitral caído por terra em mil pedaços. As pessoas precipitam-se, dobram-se, apanham um fragmento e, brandindo-o como uma arma, declaram: “Tenho a verdade na mão!”. Seria preciso, ao contrário, recolher com paciência todos os pedaços, uni-los com a amizade e, no fim, a verdade resplandeceria.»

O ser humano como fim

«Age de maneira a tratar a humanidade, quer na tua pessoa quer na pessoa de qualquer outro, sempre ao mesmo tempo como um fim, e nunca simplesmente como um meio.»

Gerir ausências (como pais e como casal)

Nunca imaginei que este tema de gerir ausências tocasse tanta gente. Quando falei nisso no Instagram recebi dezenas e dezenas de mensagens a pedir que escrevesse sobre o tema.

Ninguém se salva sozinho

O nosso tempo é marcado por um egoísmo fundamentalista. Quase ninguém vive sem se comparar com outros e sem competir por ter mais do que os demais.

“O que REALMENTE significa ter ansiedade”

Este texto foi originalmente publicado no site Thought Catalog, por Kirsten Corley, e é, de longe, o texto mais simples, direto e esclarecedor que já li sobre o tema. A ansiedade, mal do século, doença que tem feito, ao longo dos anos, uma multidão de mentes cativas, é um mal a não ser desprezado, subestimado ou ignorado. É hora de encará-lo de frente. Você está pronto?

O que um computador não pode fazer

Teremos de refletir melhor sobre o impacto da tecnologia na forma da nossa humanidade, para lá do ingénuo deslumbramento promovido pelas grandes máquinas publicitárias. Também aqui estamos num período de transição.

Nós nos outros

"À medida que desenvolvemos maior aceitação por nós  e pelas nossas limitações, também descobrimos em nós  mais compaixão para com os outros." Nancy McWilliams - Psicoterapia Psicanalítica

Não sei ser feliz por ti! Posso ser feliz contigo?

Não conseguimos ser felizes pelos outros. É uma verdade pequenina. Que se entala entre muitas outras verdades maiores e com mais impacto na vida de cada um.

Eduardo Sá. “Contentamo-nos nas relações, com medo que não venha mais ninguém”

Divórcios a suaves prestações e solidões assistidas. Ao Observador, e por causa do novo livro, Eduardo Sá diz que somos preguiçosos nas relações e não sabemos amar. Morremos para a vida e não de amor.

O SILÊNCIO NOSSO DE CADA DIA

É essencial que saibamos encontrar e valorizar os tempos para parar, pensar e sossegar.

A SAUDADE DE QUEM JÁ MORREU

Saudade maior é de quem já se foi. Mesmo nos que nutrem a fé no reencontro, é visível a dor de ter que seguir longe de quem se queria por perto. A dor de perder quem nos é querido, pela astuta ação da morte deixa em todos nos a marca da saudade.

«Arquitextura» das relações

"De entre todos os pedidos, os que nos custam mais são os mais simples, aqueles imateriais e que se prendem com a arquitetura (ou arquitextura, como ensinou Derrida) das relações: pedir amor, pedir desculpa, pedir presença, conversa, compaixão."

"Desempatia", o flagelo que afeta muitas relações

Mais do que falta de empatia, a maioria das relações do século XXI são caracterizadas pela “Desempatia”: Não interessa o que o outro pensa, sente ou precisa. O outro, não existe!