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A mostrar mensagens com a etiqueta #liberdade

O bem une, o mal separa

Uma das estratégias mais antigas e eficazes para conseguir destruir uma família, uma instituição ou mesmo um povo, é a divisão.

O passador de fronteiras

Jesus surge, no Evangelho do 23.º Domingo (Marcos 7, 31-37), antes de tudo como o “passador” de fronteiras: caminha com os seus atravessando a Galileia, passando às cidades fenícias de Tiro e Sidon, até à Decápole pagã.

Decide-te e liberta-te!

Não fiques preso às opções que deixas para trás, a verdade é que nunca saberás onde te levariam. Liberta-te.

Eutanásia: votar “não” pelo dever de salvar

A maioria dos portugueses ainda não sabe o que se passa na Holanda e na Bélgica, dois países que legalizaram a eutanásia. O quadro é dramático, para usar um eufemismo.

A Eutanásia e a bola de neve: ilusão ou realidade?

É frequente considerar que uma primeira decisão no sentido de legalizar a eutanásia, mesmo que de modo restrito, conduzirá a que esta venha a ser admitida em circunstâncias que hoje consideramos inaceitáveis. Será assim?

A liberdade de morrer e o dever de salvar

Hoje o André parece-nos um herói. E foi. Mas fez a coisa mais instintiva e natural. Até ao fim tentou salvar uma vida e só isso já é dar-lhe uma razão acrescida para querer viver. Porque será que ninguém pensa nisto quando se discute o extremo oposto? Quando se defende a eutanásia.

Eutanásia – o fracasso da Humanidade

Há 20 anos estive ligada a máquinas a receber morfina por ter dores horríveis. Não desisti. A dor resolveu-se e passei 5 anos entre uma cadeira de rodas e canadianas. E se tivessem desistido de mim?

Os espinhos à volta do bem

Ser capaz de arrancar a alguém um espinho que traz espetado no corpo, ao qual possa até já ter-se resignado, é algo de libertador, quase divino.

9 hábitos dos casais altamente resilientes

Veja se você já tomou estas atitudes em sua vida conjugal

Respeita-se quem acredita em extraterrestres, mas não em Deus

Uma jovem madrilena publicou um vídeo no YouTube a fim de manifestar as contínuas discriminações e brincadeiras que sofreu dos seus companheiros ao reconhecer a existência de Deus.

A família ou uma carreira? A Família

Para ser valioso é preciso ser útil. Muitos pensam que o seu valor depende do que têm, da sua carreira ou da posição social que ocupam.

Perdoa-te...

«Concede o teu perdão àquele que foste ontem e não te conhece hoje debaixo do chuveiro. (...) A verdade é só uma, o que tu foste ontem já não te conhece». Armando Silva Carvalho - A Sombra do Mar

A família não é intocável

Com frequência, nós crentes temos defendido a “família” no abstrato, sem pararmos para refletir sobre o conteúdo concreto de um projeto familiar entendido e vivido desde o Evangelho. E, no entanto, não basta defender o valor da família sem mais, porque a família pode traduzir-se de formas muito diferentes na realidade.

Ser livre é tudo menos fácil

«Dá a liberdade ao homem fraco, e ele ligar-se-á com as suas próprias mãos e ta devolverá. Para um espírito fraco a liberdade não faz sentido.»

A liberdade não decide o bem e o mal

A vida é feita de escolhas que nos definem. A liberdade humana é tão radical que, partindo da nossa natureza, deixa tudo o mais em aberto.

Investir na vida, na família, nos jovens

Teve lugar no Vaticano o encontro entre o Papa Francisco e os líderes europeus por ocasião do 60° aniversário dos Tratados constitutivos da Comunidade Europeia. No seu discurso o Santo Padre sublinhou que na origem da civilização europeia está o Cristianismo, sem o qual os valores ocidentais de dignidade, liberdade e justiça são incompreensíveis.
No seu discurso Francisco  recordou o 25 de Março de 1957, um dia – disse - cheio de expectativas e esperanças, de entusiasmo e trepidação, e só um evento excepcional, pelo seu alcance e consequências históricas, podia torná-lo único na história. A memória daquele dia, ressaltou o Papa,  une-se às esperanças de hoje e às expectativas dos povos europeus que exigem de discernir o presente para continuar com renovado entusiasmo e confiança o caminho iniciado.

A vida na ponta dos dedos...

São cada vez mais os artigos de jornal, os desabafos dos pais e as afirmações "soltas" que se insurgem contra o modo como as crianças vivem dependentes dos ecrãs. Os números afiançam que mais de 60% dos tablets das casas portuguesas já pertencem aos mais pequenos. E os especialistas vão recordando que as crianças que utilizam os tablets por um tempo superior a 30 minutos por dia podem vir a sofrer, futuramente, de dores nas costas e no pescoço e de outras sequelas posturais. Seja como for, enquanto que em muitas famílias os tablets são a babysitter favorita para entreter as crianças, o alarme geral das pessoas crescidas a propósito deste "vicio dos tempos modernos" cresce, todos os dias. Como se a elas - e, sobretudo, aos adolescentes - se fossem barricando numa multiplicidade de instrumentos tecnológicos com um ímpeto tal que, aparentemente, ninguém os conseguiria parar ou, mesmo, resgatar.

Eutanásia e o «mito da autonomia»

A solidariedade é sentida como o primeiro e mais expressivo dever de humanidade. Por isso se rebela a inteligência e o coração contra os muros que se erguem e contra os mortos que ninguém chora.
TAGS Uma só coisa é certa no debate da eutanásia: está em causa uma fronteira civilizacional. Ultrapassá-la ou defendê-la, depende da perspetiva. A questão de fundo é inelutável: a centralidade da autonomia, como valor antropológico e jurídico. É em nome da autonomia que se reclama o direito a decidir quando e em que circunstâncias podemos pôr termo à própria vida; é em nome da autonomia que se exige a assistência médica nesse momento singular; é em nome da autonomia que se postula uma leitura dignificante, altruísta, humanizadora do que até há bem poucos anos era sinal de barbárie… E é também em nome da autonomia que se condena qualquer visão diferente, catalogada como intolerante e sem direito de cidadania, porque, justamente, parece ameaçar a auto-determinação do sujeito.

Eutanásia, morte digna?

Como é possível que, num mundo cheio de mortes por ideologias fanáticas que pretendem um mundo limpo de infiéis, sem dignidade nem lugar, estejamos nós a discutir como matar para eliminar o sofrimento
Gostava de perceber o que se entende por dignidade. Para os defensores da eutanásia, esse tem sido um argumento. Mas dá vontade de perguntar: uma pessoa sofrida, em grande sofrimento, por uma doença ou situação “sem cura” perde a dignidade? A mãe a fazer o luto de um filho, por exemplo, ou um deficiente profundo, um doente “terminal” ou o Papa João Paulo II tremendo e babando-se nos seus últimos tempos, tornaram-se indignos? Não seria melhor “ajudá-los a morrer” ou, talvez, “matá-los piedosamente”? A resposta que me dão é que “faz muita impressão”, que “não há direito de deixar ali a sofrer”, que “a sua vida já só é um peso para si mesmo e para os outros” que “a sua vida acabou”, “que sentido tem?”; e por isso mais vale acabar mesmo… e nós ajudamos; claro… se for esse o seu desejo pedido …