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Eutanásia: somos péssimos a debater coisas sérias

Esta exigência de regulamentar a vida pública a partir das convicções pessoais de cada um é um tique totalitário só possível numa terra sem um pingo de cultura liberal.

Eutanásia: Esta rampa não é para mim!

As pessoas com mobilidade reduzida precisam de rampas em vez de degraus, já que é isso que lhes confere sentido de liberdade. Eu sou uma dessas pessoas que lutam pela extinção dos obstáculos para que as rodas da minha cadeira possam deslizar.

Eutanásia: Interrupção Voluntária do Amor (IVA)

Nestas últimas semanas, estou em visita pastoral às paróquias mais pequenas do arciprestado de Cabeceiras de Basto. No contexto atual de debate sobre a eutanásia, tenho procurado saudar ainda com mais respeito e carinho os idosos que encontro nos Centros de Convívio, em suas casas ou na Igreja Paroquial na celebração do Sacramento da Unção dos Doentes.

Eutanásia: votar “não” pelo dever de salvar

A maioria dos portugueses ainda não sabe o que se passa na Holanda e na Bélgica, dois países que legalizaram a eutanásia. O quadro é dramático, para usar um eufemismo.

“Morte doce”? E que tal falar a sério, e com tempo, de eutanásia?

Vi, vivi, li, troquei argumentos e busquei o contraditório. Não tenho certezas mas sei identificar dilemas morais e éticos. Por saber que eles existem, e são grandes, choca-me a urgência dos deputados.

Qual é a pressa, senhores deputados?

Todos os deputados que se levantarem para votar pelo sim à eutanásia, mesmo sem mandato para isso, já sabem que estarão a votar contra a própria sociedade e até contra a Medicina. Qual é a pressa?

E se ajudássemos os outros a viver?

Nunca fui autónoma, mas isso não me tornou menos digna em nenhum dos dias, desde que nasci. É por isso que não posso ficar em silêncio, numa altura em que nos preocupamos em como ajudar os outros a morrer.

Finlândia rejeita eutanásia

Deputados decidiram criar um grupo de trabalho sobre cuidados paliativos para doentes em fim de vida.

“É desonesto argumentar com o sofrimento e não criar condições para acabar com ele"

Sacerdote católico e porta-voz do Grupo de Trabalho Inter-religioso para a Saúde (GTIR), o padre José Nuno Silva diz que há muita “hipocrisia” nos argumentos pró-eutanásia. Capelão do hospital de São João, no Porto, e com especialização académica nas questões da morte, defende que as religiões não podem deixar de ser ouvidas pelo Estado.