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É preciso que a alegria volte ao coração da Igreja

O maior desafio para a religião cristã, hoje, é reiterar que a alegria que o encontro com o Senhor Jesus promete e permite não é uma “coisa de católicos”, mas é destinada a todos.

Pensar é a tarefa mais importante para a Igreja de hoje

Para enfrentar a dificuldade que o cristianismo experimenta, a cada passo, em fazer surgir, florescer e alimentar nos nossos contemporâneos, especialmente naqueles das novas gerações, o desejo de um encontro de fé com Jesus, tem de se voltar a pensar.

“O Cristianismo não é uma ideologia, é uma pessoa”

Austen Ivereigh é jornalista e biógrafo do Papa Francisco. Publicou há pouco "Francisco, o Grande Reformador" e já tem novo livro a caminho: "Pastor Ferido – A luta do Papa Francisco para converter a Igreja Católica". Numa entrevista ao Igreja Viva, à Rede Mundial de Oração pelo Papa e ao Ponto SJ falou dos desafios do actual pontificado, dos escândalos que assolam a Igreja e do futuro do cristianismo.

A diferença cristã

É possível para nós, humanos, amar o inimigo, quem nos faz mal, quem nos odeia e quer matar-nos?

Educação: Três pistas para dar um lugar a Deus na escola

1. Recolocar a grande questão do sentido
Ao ignorar as múltiplas dimensões religiosas da cultura, torna-se opaca a nossa civilização, cuja matriz é o cristianismo, conjugado com a herança greco-latina. Uma «mutilação intelectual» que fez cair o nível cultural global dos alunos. Com efeito, ao interditar a colocação da grande questão do sentido (o «porquê»), ocorreu um acantonamento no «como», na esterilidade da tecnocracia. Adeus aos conhecimentos (saber com), bem-vindo mundo das competências (os métodos, os procedimentos, que garantem mais a empregabilidade a curto prazo do que o crescimento humano.
Escreve Simone Weil: «Faz-se mal a uma criança quando é criada num cristianismo estreito que a impede de ser capaz de perceber que existem tesouros de ouro puro nas civilizações não cristãs. A educação laica faz ainda pior. Ela dissimula esses tesouros e ainda os do cristianismo».

2. Ser claro sobre a laicidade
No plano político a laicidade supõe a neut…

Respeita-se quem acredita em extraterrestres, mas não em Deus

Uma jovem madrilena publicou um vídeo no YouTube a fim de manifestar as contínuas discriminações e brincadeiras que sofreu dos seus companheiros ao reconhecer a existência de Deus.

Ser e sentir-se amado

«Obteve tudo aquilo que queria/ desta vida, apesar de tudo?/ Sim./ E que coisa queria?/ Poder dizer-me amado, sentir-me/ amado na Terra.»

Um cristão não pode dizer “sou contra homossexuais”

Convém recordar que Jesus Cristo está depois do Antigo Testamento e que, na sua passagem pela terra, deu sempre lugar de destaque às prostitutas, sobretudo a Maria Madalena. E, já agora, não será Mateus 19:12 uma aceitação da naturalidade da homossexualidade? “Alguns eunucos são assim porque nasceram assim”.

Esperança cristã não está na prosperidade mas numa Pessoa, não é teórica mas é testemunho

A nossa esperança não é um conceito, não é um sentimento, não é um telemóvel, não é uma pilha de riquezas, a nossa esperança é uma Pessoa», viva e presente em cada ser humano, sublinhou hoje o papa, no Vaticano.

«Alguns homens parecem viver no tempo das cavernas», Igreja tem de prevenir violência contra mulheres

O presidente do Conselho Pontifício da Cultura mostrou-se hoje convicto de que «o único verdadeiro instrumento de prevenção da violência, em geral e especificamente contra as mulheres, é a educação, e essa é um grande tarefa para a escola e para a Igreja».

Investir na vida, na família, nos jovens

Teve lugar no Vaticano o encontro entre o Papa Francisco e os líderes europeus por ocasião do 60° aniversário dos Tratados constitutivos da Comunidade Europeia. No seu discurso o Santo Padre sublinhou que na origem da civilização europeia está o Cristianismo, sem o qual os valores ocidentais de dignidade, liberdade e justiça são incompreensíveis.
No seu discurso Francisco  recordou o 25 de Março de 1957, um dia – disse - cheio de expectativas e esperanças, de entusiasmo e trepidação, e só um evento excepcional, pelo seu alcance e consequências históricas, podia torná-lo único na história. A memória daquele dia, ressaltou o Papa,  une-se às esperanças de hoje e às expectativas dos povos europeus que exigem de discernir o presente para continuar com renovado entusiasmo e confiança o caminho iniciado.