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A mostrar mensagens com a etiqueta #Solidariedade

Fé e futebol: Kuba, o céu para além dos golos

Há um jogador polaco que nunca para de surpreender. Trata-se de Jakub Blaszczykowski, também conhecido pelo diminutivo de Kuba, que na sua pátria é considerado da mesma maneira que um herói nacional, amado pelos seus dotes futebolísticos, mas também pelas suas qualidades de homem generoso e intrépido.

Porque não amamos até ao fim?

Há cada vez mais pessoas idosas a viver sozinhas e isoladas. A sua solidão, porque não é escolhida, é uma condenação dos outros e da sua própria família. Alguns aceitam-na como condição quase natural da sua idade e pela determinação que têm em não ser peso para ninguém, menos ainda para aqueles que amam.

A solidão própria do Natal

Uma das mais belas correspondências de Natal que conheço é a que o poeta Rainer Maria Rilke manteve com a mãe, ao longo de 25 anos. Claramente as cartas de ambos deveriam ser escritas e recebidas antes da festa.

Mais vale dar tudo!

É sempre mais fácil ficar sentado à sombra de não fazer nada. É bom deixar-se ficar abandonado à beirinha do calor confortável do comodismo. Da inércia. Da desmotivação. Do não vale a pena. Do “já fiz o que podia ser feito”.

Ninguém (re)começa sozinho!

Somos feitos de recomeços. Claro que também há muitas coisas que terminam em nós e connosco e, inevitavelmente, também temos um currículo de fins a fazer fila dentro do coração. No entanto, os recomeços parecem inaugurar uma espécie de esperança que não se apaga, nem mesmo com o cair das noites.
O IV Ciclo de Conferências “Nova Ágora” terminou ontem, dia 16 de Março, e nem o frio que se fez sentir impediu os “Olhares sobre o Envelhecimento e Qualidade de Vida” de lotarem novamente o Espaço Vita.

Não dar presentes aos miúdos

Nesse Natal sem caixas e embrulhos, elas aprenderiam algo que é cada vez mais difícil de ensinar: a gratidão.

Não sei ser feliz por ti! Posso ser feliz contigo?

Não conseguimos ser felizes pelos outros. É uma verdade pequenina. Que se entala entre muitas outras verdades maiores e com mais impacto na vida de cada um.

A família não é intocável

Com frequência, nós crentes temos defendido a “família” no abstrato, sem pararmos para refletir sobre o conteúdo concreto de um projeto familiar entendido e vivido desde o Evangelho. E, no entanto, não basta defender o valor da família sem mais, porque a família pode traduzir-se de formas muito diferentes na realidade.

"A menina agora volta para casa. Nós não."

Foi o desabafo do Cesário que me fez escrever qualquer coisa sobre o que vivi na última semana. Eram dez e pouco da noite, tinha acabado a vigília de homenagem às vítimas em Figueiró dos Vinhos e ele ainda tinha na mão um balão branco que àquela hora já só estava meio cheio. Era o último dia de uma longa e dura jornada de trabalho e estávamos a arrumar as coisas para no dia seguinte regressarmos a Lisboa.

MENSAGEM DO SANTO PADRE PARA O I DIA MUNDIAL DOS POBRES

(XXXIII Domingo do Tempo Comum – 19 de novembro de 2017) Tema: «Não amemos com palavras, mas com obras»
1. «Meus filhinhos, não amemos com palavras nem com a boca, mas com obras e com verdade» (1 Jo 3, 18). Estas palavras do apóstolo João exprimem um imperativo de que nenhum cristão pode prescindir.

Via-sacra do mundo: A Paixão de Jesus no drama humano

jarino47/Bigstock.com A via-sacra é meditação e oração sobre a Paixão de Jesus, mas também caminho de conversão para cada pessoa e para o mundo. Neste texto propomos vivê-la fazendo dialogar a subida ao Calvário com algumas notícias que nas últimas semanas têm habitado o quotidiano, sempre com o olhar voltado para a luz da vigília pascal e da ressurreição.

Os amigos...

O que aproxima os amigos, o que os liga entre si é a descoberta de uma afinidade interior, puramente gratuita, mas suficientemente forte para fazer persistir no tempo o afeto, a cumplicidade, a relação e o cuidado. Se quisermos explicar que afinidade é essa nem sabemos. E isto é verdade tanto na amizade anónima que, por exemplo, dois miúdos do mesmo bairro estarão agora a iniciar, como nas amizades célebres, como aquela de Montaigne por Étienne de La Boétie, que levou o primeiro a escrever: “Na amizade, as almas mesclam-se e fundem-se uma na outra em união tão absoluta que elas apagam a sutura que as juntou, de sorte a não mais a encontrarem.