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A mostrar mensagens com a etiqueta #Sofrimento

A importância de aprender a perder

A vida é feita de muitas perdas. Quase tudo o que nos chega e julgamos ter ganho, algum dia, sem aviso, pode perder-se.

Porque não amamos até ao fim?

Há cada vez mais pessoas idosas a viver sozinhas e isoladas. A sua solidão, porque não é escolhida, é uma condenação dos outros e da sua própria família. Alguns aceitam-na como condição quase natural da sua idade e pela determinação que têm em não ser peso para ninguém, menos ainda para aqueles que amam.

“A criança tem que cair e ralar o joelho. Porque a vida dói, a realidade dói. Mas passa.”

O pediatra e pesquisador Daniel Becker, do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, deu uma entrevista para Revista Exame, falando sobre as agendas a cada dia mais preenchidas das crianças, reflexo da preocupação de seus pais com a competitividade dos nossos dias ou mesmo reflexo da própria competitividade dos pais.

Nunca se arrependa de ser uma boa pessoa

Não se arrependa de ser uma boa pessoa. Quantas vezes já pensamos que não vale a pena ser uma? Algo sempre acontece contra você; os bons gestos não são sempre acompanhados de reconhecimento. E não é só o reconhecimento, muitas vezes você percebeu que os seus gestos não foram nem mesmo percebidos pelo outro.

“Morte doce”? E que tal falar a sério, e com tempo, de eutanásia?

Vi, vivi, li, troquei argumentos e busquei o contraditório. Não tenho certezas mas sei identificar dilemas morais e éticos. Por saber que eles existem, e são grandes, choca-me a urgência dos deputados.

"Podemos aceitar uma lei que vai trazer ainda mais sofrimento?"

Padre José Nuno Ferreira da Silva, capelão durante 18 anos do Hospital são João no Porto, doutorado em bioética e professor, defende que quem professa uma religião tem de agir no debate sobre a morte assistida.

“É desonesto argumentar com o sofrimento e não criar condições para acabar com ele"

Sacerdote católico e porta-voz do Grupo de Trabalho Inter-religioso para a Saúde (GTIR), o padre José Nuno Silva diz que há muita “hipocrisia” nos argumentos pró-eutanásia. Capelão do hospital de São João, no Porto, e com especialização académica nas questões da morte, defende que as religiões não podem deixar de ser ouvidas pelo Estado.

O bem e o mal não dependem das leis

A sociedade atual tem uma perspetiva tão errada do que são os valores que se julga capaz de os determinar por via de leis.

O silêncio puro da oração

Um homem morre por nós, a pena que seria nossa, assume-a ele. Ama-nos de tal forma que nem nós conseguimos compreender bem o porquê, pois não somos dignos de algo tão grande.

O AMOR FAZ VER O QUE A PAIXÃO CEGOU

Cada um de nós é um ser dotado de uma sensibilidade mais ou menos apurada. Tudo o que existe, visível e invisível, interior ou exterior, pode afetar-nos.

A Eutanásia e a bola de neve: ilusão ou realidade?

É frequente considerar que uma primeira decisão no sentido de legalizar a eutanásia, mesmo que de modo restrito, conduzirá a que esta venha a ser admitida em circunstâncias que hoje consideramos inaceitáveis. Será assim?

“O que REALMENTE significa ter ansiedade”

Este texto foi originalmente publicado no site Thought Catalog, por Kirsten Corley, e é, de longe, o texto mais simples, direto e esclarecedor que já li sobre o tema. A ansiedade, mal do século, doença que tem feito, ao longo dos anos, uma multidão de mentes cativas, é um mal a não ser desprezado, subestimado ou ignorado. É hora de encará-lo de frente. Você está pronto?

DIANTE DE QUEM SOFRE

A quem é reduzido à impotência por uma doença irreversível ou por um imprevisto declínio da saúde e que, por isso mesmo, se coloca a pergunta sobre “o que estou eu a fazer nesta terra”, qual a resposta que melhor pode ajudar? Diante de quem sofre, a atitude mais justa parece-me que seria a do silêncio. No entanto, o silêncio também pode ser entendido como sinal de hesitação, ou como tentativa de transferência do problema. Por isso, há que falar, embora com pudor, talvez pedindo desculpa por alguma palavra a mais. Falar com a consciência de que quando se sofre, é difícil fazer da necessidade virtude, se não sobrevém uma força do Alto. Falar sem discursos consolatórios, ajudando humildemente a superar a tentação da apatia e a suportar toda a tristeza, e se possível fazer sempre da nossa dúvida uma pergunta, um canto, uma esperança e uma prece a Deus. 

(LDO)

Eutanásia – o fracasso da Humanidade

Há 20 anos estive ligada a máquinas a receber morfina por ter dores horríveis. Não desisti. A dor resolveu-se e passei 5 anos entre uma cadeira de rodas e canadianas. E se tivessem desistido de mim?

As dores que despertam

Há dores que nos fazem perder o sorriso, mas também nos secam as lágrimas, de tão profundas que são. A vida é dura, quase injusta. Chegam a ser incompreensíveis as tantas adversidades contra as quais estamos obrigados a lutar pela sobrevivência do que somos.

Paciência não é resignação, é dialogar com os próprios limites

“A fé, colocada à prova, produz paciência.” O Papa Francisco inspirou sua reflexão na Primeira Leitura do dia, de São Tiago Apóstolo.

Um grito silencioso - a desnutrição do amor e dos afetos

A “desnutrição” no que respeita ao amor e aos afetos é uma realidade que não se pode mais esconder e fazer de conta que não existe, porque existe e precisa ser encarada de frente!

Os sem-Natal

Impressiona sempre estar cara a cara com quem vive diariamente numa cela e cumpre pena pela sua falta, especialmente quando se trata de penas pesadas ou condenações para a vida.

AMAR É DESTRUIR A SOLIDÃO DO OUTRO

O egoísmo é uma forma que alguns encontram para lidar com o medo de falhar. Uma resposta quase natural para quem não se quer magoar. Afastam-se, fazendo com que as distâncias lhes sirvam de muralhas.

DA NOSSA NECESSIDADE DE CONSOLAÇÃO

O regime tecnológico que hoje vigora baralha-nos ainda mais, porque nos transmite a ilusão de que nada falha. A memória de um vulgar computador embaraça-nos se comparada com a sucessão dos nossos esquecimentos, lapsos, inexatidões.