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A mostrar mensagens com a etiqueta #Sociedade

A beleza da família

A família não é apenas uma invenção cultural, nem é simplesmente um formato que a civilização emprestou à vida comum.

O tempo social e a reconfiguração das nossas sociedades

A maneira como os membros de uma determinada comunidade vivem e organizam a sua vida social está diretamente relacionada com a sua conceção particular de tempo.

Entrevista - XIV Jornada da Família Separações: reconciliação e luto

Entrevista dos intervenientes na XIV Jornada da Família feita da rubrica "Pensar a Família" da Rádio Cidade Hoje

A marginalização da família... Da família ninguém quer falar!

Percebe-se que efetivamente o tema família é um assunto à margem. E cuidar das suas dificuldades e problemas é um não assunto, a não ser quando as questões são económicas ou financeiras.

A (boa) inquietude de cada dia desejemos hoje

Greves em setores basilares da sociedade, alterações climáticas, doenças…: a atualidade “oferece-nos” amplos motivos de inquietação, estamos, em graus diferentes e muitas vezes por boas razões, inquietos.

A importante missão dos idosos na família: O dia dos avós

No dia 26 de julho, festa de S. Joaquim e Santa Ana, avós do Menino Jesus, celebra-se o dia dos avós. O Papa Francisco tem feito repetidas reflexões sobre o papel dos avós na família, das quais extraímos as seguintes:

O valor da boa educação

A educação vai muito além do que se pode e deve aprender na escola. Em casa, a educação não se resume ao acompanhamento do desempenho escolar. Às famílias pede-se que eduquem através do exemplo, que não se deve resumir à forma com que se entregam ao seu emprego.

Porque é que os cães são mais importantes do que os bebés (humanos)?

Porque é que a sociedade que humaniza todos os dias os animais é a mesmíssima que mata à partida os bebés com trissomia 21, só para dar um exemplo?

Cuida da tua família...

Podemos não ter mais nada, mas se tivermos família, parece que isto é o suficiente para que a vida continue ainda a fazer sentido...

A família não é intocável

Com frequência, nós crentes temos defendido a “família” no abstrato, sem pararmos para refletir sobre o conteúdo concreto de um projeto familiar entendido e vivido desde o Evangelho. E, no entanto, não basta defender o valor da família sem mais, porque a família pode traduzir-se de formas muito diferentes na realidade.

«A esperança começa com o "tu". Quando há o "nós", começa uma revolução»

«Como seria belo se, enquanto descobrimos novos planetas longínquos, redescobríssemos as necessidades do irmão e da irmã que orbitam à minha volta! Como seria belo que a fraternidade, esta palavra tão bela e por vezes incómoda, não se reduzisse apenas à assistência social, mas se tornasse atitude de fundo nas escolhas a nível político, económico, científico, nas relações entre as pessoas, entre os povos e os países.»

O DIREITO A DESCONECTAR-SE

Estamos mais próximos dos desconhecidos e mais desconhecidos dos que nos são próximos

Via-sacra do mundo: A Paixão de Jesus no drama humano

jarino47/Bigstock.com A via-sacra é meditação e oração sobre a Paixão de Jesus, mas também caminho de conversão para cada pessoa e para o mundo. Neste texto propomos vivê-la fazendo dialogar a subida ao Calvário com algumas notícias que nas últimas semanas têm habitado o quotidiano, sempre com o olhar voltado para a luz da vigília pascal e da ressurreição.

“As famílias estão a dizer que existem e são maioria. E isso choca”

Está a chegar ao fim o prazo para assinar a petição “Pai, mãe e filhos”, que pede à Europa que reconheça a família natural.

Um grupo de cidadãos quer que a União Europeia reconheça oficialmente que a família é constituída por mãe, pai e filhos, quando os há.
A petição, que se chama “Mum, dad and kids” (“Pai, mãe e filhos”, em português) afirma que há cada vez mais documentos europeus que falam de família e que procuram mesmo definir o conceito, embora nem todas as definições estejam de acordo entre si. “Como não existe esta clareza de conceitos, os textos europeus estão a tornar-se cada vez mais difíceis de interpretar e aplicar”, lê-se no site.

É preciso educar os educadores

Mudanças profundas ocorreram em escala mundial nas últimas décadas do século 20, entre elas o avanço da tecnologia de informação, a globalização econômica e o fim da polarização ideológica nas relações internacionais. Diante desse cenário, o sociólogo francês Edgar Morin, hoje com 95 anos, defende que a maior urgência no campo das ideias não é rever doutrinas e métodos, mas elaborar uma nova concepção do próprio conhecimento. No lugar da especialização, da simplificação e da fragmentação de saberes, Morin propõe um dos conceitos que o tornaram um dos maiores intelectuais do nosso tempo: o da complexidade.