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A mostrar mensagens com a etiqueta #Perdão

Começar por baixo

«É preciso começar por baixo.» Disse-o desde o início. No verão de 2013, o novo papa, em resposta a uma entrevista ao diretor da revista “La Civiltà Cattolica” explicou a sua visão da Igreja: «Vejo com clareza que a coisa de que a Igreja mais precisa hoje é a capacidade de curar feridas e voltar a aquecer o coração dos fiéis, a vizinhança, a proximidade.

O dom (cristão) das lágrimas

Estamos no coração do tempo da Quaresma, um tempo que deveria ser dedicado à conversão, ao regresso ao caminho que conduz a Deus: conversão, com efeito, é sempre um deixar os ídolos para aderir ao Deus que nos atrai, nos chama à sua comunhão e perdoa os nossos renegamentos, as nossas contradições ao seu amor.

Aprendizes da diferença, por Tolentino Mendonça

O Evangelho de Lucas traz um episódio desconcertante em relação à Sagrada Família de Nazaré: Maria e José perdem de vista Jesus, procuram-no em vão entre parentes e familiares, e no fim encontram-no, com grande espanto, num contexto que não esperavam (no templo, enquanto discutia com os doutores da lei).

Nenhuma condenação, só misericórdia

O itinerário quaresmal sob o signo do anúncio da misericórdia de Deus narrada por Jesus conhece um verdadeiro auge no trecho evangélico do quinto domingo da Quaresma: o texto do encontro entre Jesus e a mulher surpreendida em adultério (João 8,1-11).

Abre os teus os bolsos cosidos: Dá tudo o que tens, dinheiro, conselhos, sorrisos

Dar tudo, do dinheiro aos conselhos passando pelos sorrisos, não julgar e ter presente a misericórdia de Deus para perdoar os outros, sem esquecer de se perdoar a si próprio, foram as propostas para a Quaresma e para a vida que o papa sugeriu hoje, na missa a que presidiu, no Vaticano.

O manto rasgado

«Um soldado pergunta ao “abba” Mios se Deus acolher realmente um convertido. Mios responde-lhe: «Diz-me: se o teu manto se rasga, tu lança-lo fora?». «Não», responde o soldado, «remendo-o e continuo a usá-lo».

A diferença cristã

É possível para nós, humanos, amar o inimigo, quem nos faz mal, quem nos odeia e quer matar-nos?

Não te atormentes!

Guarda-te de julgar. Priva-te do pessimismo e das mordidas nos calcanhares alheios.

Pedir desculpas aos filhos: sim ou não?

Tenho verificado que, para muitos pais, o pedido de desculpas – quando é devido por eles – fica por dizer.

Família: O perdão «é um ato unilateral de amor» – D. José Tolentino Mendonça

Arcebispo assinala que a família é um «grande laboratório de vida e de construção»
Fátima, 19 jul 2018 (Ecclesia) – O futuro arcebispo D. José Tolentino Mendonça afirmou hoje no Encontro Internacional das Equipas de Nossa Senhora que a parábola do «Filho pródigo» recorda às famílias que o perdão «é um ato unilateral de amor” de que todas as pessoas precisam.

Decide-te e liberta-te!

Não fiques preso às opções que deixas para trás, a verdade é que nunca saberás onde te levariam. Liberta-te.

Papa: o insulto mata o futuro. O caminho é a reconciliação

O Papa Francisco celebrou a missa na manhã de quinta-feira na capela da Casa Santa Marta. Em sua homilia, comentou o Evangelho de Mateus, que fala do discurso de Jesus sobre a justiça, o insulto e a reconciliação.

A Teologia do abraço

Já parou para pensar que dificilmente uma pessoa te abraça? Há quem se contente com um “tudo bem?”, outros com um “oi” e não passa disso. Já pensou se com todas as pessoas que encontrássemos tivéssemos a bondade de cumprimentá-la com um abraço ou, se preferir, um amasso?

9 hábitos dos casais altamente resilientes

Veja se você já tomou estas atitudes em sua vida conjugal

7 segredos para um matrimónio feliz

Por que há matrimónios que permanecem sempre como se fossem recém casados e outros, contudo, se oxidam?

​O amor é uma brisa

Num jogo de equilíbrios, os que se amam fortalecem-se através do que têm de comum e fortalecem-se, da mesma forma, no que têm de diferente, mas complementar. No demais, perdoam-se.

Diz sim ao amor

Somos muito benevolentes com a violência, desculpamo-la muito facilmente. E, todos, somos em algum momento da nossa vida, com mais ou menos intensidade, violentos para com alguém. Há uma música da “Avenida Q” que fala de todos sermos um pouco racistas, assim também é com a violência. Todos fomos violentos em algum momento e com alguma pessoa seja gritando, seja dizendo coisas horríveis, seja fazendo bullying ou de tantas outras formas.
Há muitos tipos de violência, com diferentes gravidades e consequências. Porém, todos eles agridem, todos eles deixam marca em nós. Podemos não ver essas marcas, mas existem e têm em impacto em nós. Daniel Comboni falou das pessoas escravizadas como embrutecidas.
Quantos de nós não somos embrutecidos?
Quantos de nós não temos cicatrizes?
É preciso criar a cultura do encontro e a revolução da ternura a que tanto o Papa Francisco nos convida. É preciso abandonar o ciclo de violência porque tal como nos diz Gandhi: “Olho por olho, dente por dente e…

Um cristão não pode dizer “sou contra homossexuais”

Convém recordar que Jesus Cristo está depois do Antigo Testamento e que, na sua passagem pela terra, deu sempre lugar de destaque às prostitutas, sobretudo a Maria Madalena. E, já agora, não será Mateus 19:12 uma aceitação da naturalidade da homossexualidade? “Alguns eunucos são assim porque nasceram assim”.

Perdoa-te...

«Concede o teu perdão àquele que foste ontem e não te conhece hoje debaixo do chuveiro. (...) A verdade é só uma, o que tu foste ontem já não te conhece». Armando Silva Carvalho - A Sombra do Mar