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A mostrar mensagens com a etiqueta #Morte

XIV Jornada da Família “SEPARAÇÕES – RECONCILIAÇÃO E LUTO

São muitas as formas de separação na família... Umas inevitáveis, outras sem retorno, outras ainda a pedir a cura e a reconciliação. A morte, a doença, o divórcio, a homossexualidade, a violência doméstica, a migração... tudo isto são acontecimentos do quotidiano, que trazem por si mesmos separações, rupturas, divisões... E tudo isto é vida!

À saída do túnel

«Quanta estrada é preciso percorrer para chegar a Ele! Quantas barreiras a abater para chegar àquele sol que intuo na outra vida, a verdadeira vida! A verdadeira Luz à saída do túnel.»

Matar a morte

É possível a fé «matar a morte»?

«Se amanhã eu não estiver cá…»

Há dias em que não me é fácil saber que não chego para as encomendas, que me questiono ser a mãe que precisas, que fico com os nervos em franja e não tenho a calma suficiente para falar contigo e fazer-te entender que apenas quero o melhor para ti. Que o teu bem é a minha felicidade maior e o motivo pelo qual eu vivo.

“Não é fácil amar, mas é bom. E se não se amar não se vive”

O amor, a saúde, a doença, a vida e a morte. Nome maior da psicanálise, continua a estudar e a tentar compreender a condição humana. Aos 87 anos, António Coimbra de Matos continua focado no futuro

O dia em que me tornei invisível...

Já não sei em que datas estamos, nesta casa não há folhinhas, e na minha memória tudo está revolto. As coisas antigas foram desaparecendo.E eu também fui apagando sem que ninguém se desse conta.
Quando a família cresceu, trocaram-me de quarto. Depois, passaram-me para outro menor ainda acompanhada das minhas netas, agora ocupo o anexo, no quintal de trás.

Eutanásia: Esta rampa não é para mim!

As pessoas com mobilidade reduzida precisam de rampas em vez de degraus, já que é isso que lhes confere sentido de liberdade. Eu sou uma dessas pessoas que lutam pela extinção dos obstáculos para que as rodas da minha cadeira possam deslizar.

Finlândia rejeita eutanásia

Deputados decidiram criar um grupo de trabalho sobre cuidados paliativos para doentes em fim de vida.

Eutanásia – Contributos para um diálogo esclarecedor

«Eutanásia: o que está em causa? Contributos para um diálogo sereno e humanizador»

Eutanásia: razões para dizer “não”

Na Bélgica e Holanda é usada para matar pessoas com depressão ou ansiedade. Parece piada de humor negro, mas é a realidade.

“É desonesto argumentar com o sofrimento e não criar condições para acabar com ele"

Sacerdote católico e porta-voz do Grupo de Trabalho Inter-religioso para a Saúde (GTIR), o padre José Nuno Silva diz que há muita “hipocrisia” nos argumentos pró-eutanásia. Capelão do hospital de São João, no Porto, e com especialização académica nas questões da morte, defende que as religiões não podem deixar de ser ouvidas pelo Estado.

Eutanásia: um «retrocesso civilizacional»

O bispo de Aveiro publicou hoje uma nota pastoral sobre o tema da eutanásia, considerando que a eventual legalização desta prática constituiria um “retrocesso civilizacional” para Portugal.

Deixem-me morrer com dignidade

Uma ação ou omissão que tenha como intenção aliviar o sofrimento, mesmo que aproxime o momento da morte, não é eutanásia; é um ato médico no sentido mais profundo do que é ser médico.

«Eutanásia: o que está em causa? Contributos para um diálogo sereno e humanizador»

Nota Pastoral do Conselho Permanente da Conferência Episcopal Portuguesa

Bioética: Semana da Vida dedicada ao tema da eutanásia

A Igreja Católica em Portugal vai dedicar a sua Semana da Vida de 2018 ao tema da eutanásia, procurando promover um debate “sereno” sobre o tema, apresentando a sua posição à sociedade.

Eutanásia: Sim ou Não? | A Eutanásia e os alicerces da Civilização

A questão da legalização da eutanásia e do suicídio assistido assume uma particular relevância, uma relevância que não têm muitas outras questões políticas que marcam a atualidade.

Eutanásia, que argumentos?

Além de clarificar conceitos, que tanta confusão suscitam, este texto procura também provocar a reflexão, tendo como ponto de partida os argumentos dos defensores da eutanásia. No final, apontam-se caminhos para acolher a vida.

A Eutanásia e a bola de neve: ilusão ou realidade?

É frequente considerar que uma primeira decisão no sentido de legalizar a eutanásia, mesmo que de modo restrito, conduzirá a que esta venha a ser admitida em circunstâncias que hoje consideramos inaceitáveis. Será assim?

À espera da morte ou a lutar pela vida eterna?

A existência faz-se passo a passo, degrau a degrau. Por vezes, chegamos a pontos onde não há mais caminho. Aí, ou voltamos para trás ou saltamos para diante. Sem certezas, pois que umas vezes o certo é recuar e outras é arriscar.

‘O meu corpo é meu!’

A eutanásia pressupõe que a liberdade deve sempre prevalecer. Mas a liberdade individual nunca pode ser usada contra a dignidade humana.