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Entrevista - XIV Jornada da Família Separações: reconciliação e luto

Entrevista dos intervenientes na XIV Jornada da Família feita da rubrica "Pensar a Família" da Rádio Cidade Hoje

A marginalização da família... Da família ninguém quer falar!

Percebe-se que efetivamente o tema família é um assunto à margem. E cuidar das suas dificuldades e problemas é um não assunto, a não ser quando as questões são económicas ou financeiras.

XIV Jornada da Família - Separações: reconciliação e luto

Um desafio para participar no dia 9 de Fevereiro, das 14h30 às 19h, nas XIV Jornadas da Família, no Centro Pastoral de Sto Adrião de Vila Nova de Famalicão



Inscreve-te aqui: https://goo.gl/forms/TWeWKnRKGAWpXBWG2

XIV Jornada da Família “SEPARAÇÕES – RECONCILIAÇÃO E LUTO

São muitas as formas de separação na família... Umas inevitáveis, outras sem retorno, outras ainda a pedir a cura e a reconciliação. A morte, a doença, o divórcio, a homossexualidade, a violência doméstica, a migração... tudo isto são acontecimentos do quotidiano, que trazem por si mesmos separações, rupturas, divisões... E tudo isto é vida!

As dores que despertam

Há dores que nos fazem perder o sorriso, mas também nos secam as lágrimas, de tão profundas que são. A vida é dura, quase injusta. Chegam a ser incompreensíveis as tantas adversidades contra as quais estamos obrigados a lutar pela sobrevivência do que somos.

​Por quem os sinos choram?

E sempre que os sinos choram, choram e chamam por nós, chamam bem alto por mim e por ti… Para que nos lembremos de viver antes que outros sinos nos chorem.

A SAUDADE DE QUEM JÁ MORREU

Saudade maior é de quem já se foi. Mesmo nos que nutrem a fé no reencontro, é visível a dor de ter que seguir longe de quem se queria por perto. A dor de perder quem nos é querido, pela astuta ação da morte deixa em todos nos a marca da saudade.

Quando a fé dá sentido ao sofrimento maior

A primeira peregrinação de Inês a Fátima foi aos 14 anos. Começou a caminhar com o pai, que morreu no ano passado, no percurso do santuário. Este sábado ainda não sabe se consegue voltar. Se for, leva o filho, Pedro, uma criança que “está a morrer há quatro anos”, mas que vive para dar sentido à fé. Tudo depende do ar, o ar que nos permite continuar...