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A mostrar mensagens com a etiqueta #GianfrancoRavasi

Usar o tempo

«Aqueles que empregam mal o tempo, são os primeiros a lamentar-se que passa demasiado depressa.» A agenda que tenho à minha frente diz que, se Deus quiser, tenho ainda 262 dias para viver em 2019, mas que 103 já desapareceram.

São José, a força eloquente do silêncio.

São José, homem justo e dócil, capaz de ouvir a Deus, é recordado como Esposo de Maria e Padroeiro da Igreja.

Saber e amar

«A piedade é a única maneira para escapar à aridez que a prática da reflexão cria inevitavelmente nas raízes da nossa sensibilidade. Saber não prepara para amar.»

O manto rasgado

«Um soldado pergunta ao “abba” Mios se Deus acolher realmente um convertido. Mios responde-lhe: «Diz-me: se o teu manto se rasga, tu lança-lo fora?». «Não», responde o soldado, «remendo-o e continuo a usá-lo».

Uma gota de água

«Nunca pensei mudar o mundo. Procurei apenas ser uma gota de água limpa. Se também tu te tornares uma gota de água limpa, já seremos dois. E se também o for a tua mulher ou o teu marido, seremos três e depois quatro, dez, cem.»

Não envelhecer

«Há uma certa resignação que te torna a vida exangue e inerte diante dos acontecimentos. É preciso não encher a alma de arrependimentos, mas conservá-la jovem, fresca, aberta à vida e ao futuro. O nosso grande privilégio de criaturas humanas, a nossa luz interior, é que nós próprios podemos decidir não envelhecer.»

Os olhos das crianças

«Olhai uma criança, olhai a aurora de Deus, olhai os olhos que vos fixam e vos amam. A um pequeno pode dizer-se tudo. Quando um destes graciosos passarinhos vos olha confiante e feliz, a alma restabelece-se.»

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos: Ir ao encontro

«Para unir-se é preciso amar-se. Para amar-se é necessário conhecer-se. Para conhecer-se é obrigatório ir ao encontro um do outro.»

Para onde estamos a ir

«O futuro é como o paraíso: todos os exaltam, mas ninguém quer ir agora para lá.»

Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos: Ir ao encontro

«Para unir-se é preciso amar-se. Para amar-se é necessário conhecer-se. Para conhecer-se é obrigatório ir ao encontro um do outro.»

O meu nome é paciência

«Há quem diga que no Paraíso, Deus chama cada eleito com o nome de uma virtude. Não poderá chamar-me Esperança: não esperei nenhuma alegria nem na Terra nem no Céu. Nem Fé: não estive certa. Nem Caridade: amei Deus e o próximo com parcimónia. Nem Generosidade: contei, pesei e medi tudo.

Todos os nascimentos

«O Natal é o nascimento absoluto que reflete e assume, ilumina e redime, abençoa e consagra todos os nascimentos anteriores e todos os nascimentos depois. Cada homem que vem à luz repete o milagre do Natal de Cristo; porque é Deus que decide aquele nascimento; é Ele que quer aquela vida. É precisamente em cada um desses nascimentos, em cada uma dessas vidas, sem exclusão, que o impeliu desde sempre a fazer-se carne.»

À saída do túnel

«Quanta estrada é preciso percorrer para chegar a Ele! Quantas barreiras a abater para chegar àquele sol que intuo na outra vida, a verdadeira vida! A verdadeira Luz à saída do túnel.»

O vitral caído

«A verdade é como um imenso vitral caído por terra em mil pedaços. As pessoas precipitam-se, dobram-se, apanham um fragmento e, brandindo-o como uma arma, declaram: “Tenho a verdade na mão!”. Seria preciso, ao contrário, recolher com paciência todos os pedaços, uni-los com a amizade e, no fim, a verdade resplandeceria.»

O ser humano como fim

«Age de maneira a tratar a humanidade, quer na tua pessoa quer na pessoa de qualquer outro, sempre ao mesmo tempo como um fim, e nunca simplesmente como um meio.»

Dormir na igreja

«Alguns anciãos foram ter com o padre Poemen e colocaram-lhe uma interrogação: "Se virmos irmãos a dormitar durante a liturgia, quer que os sacudamos, para que fiquem acordados?". Ele respondeu-lhes: "Na verdade, se eu vejo um irmão que dormita durante a liturgia, coloco a sua cabeça nos meus joelhos e deixo-o repousar".»

Rezar com os sentidos

«Ó Senhor, dá-me a tua luz para que veja o teu amor. Dá-me um coração para amar-te, dá-me olhos para ver-te, dá-me ouvidos para escutar a tua voz, dá-me lábios para falar de ti, dá-me o gosto de saborear-te, dá-me o olfato para cheirar o teu perfume, dá-me mãos para tocar-te e pés para seguir-te.»

Pensar e venerar

«A felicidade suprema do pensador é sondar o sondável e venerar em paz o insondável.» Foi um dos maiores poetas de todos os tempos, Goethe, sobretudo pelo seu “Fausto”. Deixou-nos também várias máximas e reflexões, uma das quais constitui o objeto da nossa meditação.
São claras as duas vias que o grande escritor traça. A primeira é a racional: com o nosso pensamento podemos «sondar o sondável». Trata-se de uma aventura exaltante que não envolve apenas o cérebro, mas também o agir sobre a matéria, o intervir nos vários fenómenos, criar obras de arte e assim por diante.
Iluminador, como sempre, é outra grande personalidade da história da cultura, o filósofo Pascal, que nos seus “Pensamentos” observava: «O homem é visivelmente feito para pensar; é toda a sua dignidade e todo o seu mester. Mas todo o seu dever é pensar como se deve».
É precisamente o «pensar bem, como se deve» que faz reconhecer a segunda via. Diante do mistério, do «insondável», o ser humano deve deter-se …

Escola e professores são raízes da cultura

Escola e professores são raízes da cultura, diz papa a crianças, que o fizeram recordar infância na mais bela das cidades«Nunca vos esqueçais dos primeiros mestres, nunca vos esqueçais da escola. Porquê? Escutai bem. Porque são as raízes da vossa cultura. O que significa desenraizado? Sem raízes. Eu não devo ser desenraizado, isto é, sem raízes. E por isso recordai a escola, os professores, na vida ajudar-nos-á sempre, manter as raízes para dar flores e frutos.»
Estas foram algumas das palavras que o papa transmitiu hoje, no Vaticano, aos mais de 500 alunos de escolas das periferias de Roma e Milão, no contexto do "Comboio das Crianças", iniciativa promovida pelo sexto ano consecutivo pelo Átrio dos Gentios, plataforma da Santa Sé para o diálogo entre crentes e não crentes coordenada pelo Conselho Pontifício da Cultura.
O tema do encontro foi "Cidade amiga", alusão à forma como as crianças sonham a requalificação dos seus bairros. E foi esse o mo…

Beleza, amor e vida

«A glória não é outra coisa que a beleza; a beleza não é outra coisa que o amor; o amor não é outra coisa que a vida. Portanto, se queres viver, ama. Se amas, és belo. Se esta beleza te falta, então não vives, tens só a aparência da vida, mas não vives dentro de ti.»