Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta #Dor

A importância de aprender a perder

A vida é feita de muitas perdas. Quase tudo o que nos chega e julgamos ter ganho, algum dia, sem aviso, pode perder-se.

“A criança tem que cair e ralar o joelho. Porque a vida dói, a realidade dói. Mas passa.”

O pediatra e pesquisador Daniel Becker, do Instituto de Estudos em Saúde Coletiva da Universidade Federal do Rio de Janeiro, deu uma entrevista para Revista Exame, falando sobre as agendas a cada dia mais preenchidas das crianças, reflexo da preocupação de seus pais com a competitividade dos nossos dias ou mesmo reflexo da própria competitividade dos pais.

Nunca se arrependa de ser uma boa pessoa

Não se arrependa de ser uma boa pessoa. Quantas vezes já pensamos que não vale a pena ser uma? Algo sempre acontece contra você; os bons gestos não são sempre acompanhados de reconhecimento. E não é só o reconhecimento, muitas vezes você percebeu que os seus gestos não foram nem mesmo percebidos pelo outro.

"Podemos aceitar uma lei que vai trazer ainda mais sofrimento?"

Padre José Nuno Ferreira da Silva, capelão durante 18 anos do Hospital são João no Porto, doutorado em bioética e professor, defende que quem professa uma religião tem de agir no debate sobre a morte assistida.

O bem e o mal não dependem das leis

A sociedade atual tem uma perspetiva tão errada do que são os valores que se julga capaz de os determinar por via de leis.

Lançamento do livro "Elogio da sede", de José Tolentino Mendonça

O P. José Tolentino Mendonça conversa esta quinta-feira com a jornalista Anabela Mota Ribeiro a propósito do seu novo livro, "Elogio da sede", durante a sessão de lançamento da obra, que será apresentada pelo responsável máximo dos Jesuítas em Portugal, P. José Frazão Correia.

O silêncio puro da oração

Um homem morre por nós, a pena que seria nossa, assume-a ele. Ama-nos de tal forma que nem nós conseguimos compreender bem o porquê, pois não somos dignos de algo tão grande.

O AMOR FAZ VER O QUE A PAIXÃO CEGOU

Cada um de nós é um ser dotado de uma sensibilidade mais ou menos apurada. Tudo o que existe, visível e invisível, interior ou exterior, pode afetar-nos.

“O que REALMENTE significa ter ansiedade”

Este texto foi originalmente publicado no site Thought Catalog, por Kirsten Corley, e é, de longe, o texto mais simples, direto e esclarecedor que já li sobre o tema. A ansiedade, mal do século, doença que tem feito, ao longo dos anos, uma multidão de mentes cativas, é um mal a não ser desprezado, subestimado ou ignorado. É hora de encará-lo de frente. Você está pronto?

DIANTE DE QUEM SOFRE

A quem é reduzido à impotência por uma doença irreversível ou por um imprevisto declínio da saúde e que, por isso mesmo, se coloca a pergunta sobre “o que estou eu a fazer nesta terra”, qual a resposta que melhor pode ajudar? Diante de quem sofre, a atitude mais justa parece-me que seria a do silêncio. No entanto, o silêncio também pode ser entendido como sinal de hesitação, ou como tentativa de transferência do problema. Por isso, há que falar, embora com pudor, talvez pedindo desculpa por alguma palavra a mais. Falar com a consciência de que quando se sofre, é difícil fazer da necessidade virtude, se não sobrevém uma força do Alto. Falar sem discursos consolatórios, ajudando humildemente a superar a tentação da apatia e a suportar toda a tristeza, e se possível fazer sempre da nossa dúvida uma pergunta, um canto, uma esperança e uma prece a Deus. 

(LDO)

As dores que despertam

Há dores que nos fazem perder o sorriso, mas também nos secam as lágrimas, de tão profundas que são. A vida é dura, quase injusta. Chegam a ser incompreensíveis as tantas adversidades contra as quais estamos obrigados a lutar pela sobrevivência do que somos.

Paciência não é resignação, é dialogar com os próprios limites

“A fé, colocada à prova, produz paciência.” O Papa Francisco inspirou sua reflexão na Primeira Leitura do dia, de São Tiago Apóstolo.

Um grito silencioso - a desnutrição do amor e dos afetos

A “desnutrição” no que respeita ao amor e aos afetos é uma realidade que não se pode mais esconder e fazer de conta que não existe, porque existe e precisa ser encarada de frente!

Nós nos outros

"À medida que desenvolvemos maior aceitação por nós  e pelas nossas limitações, também descobrimos em nós  mais compaixão para com os outros." Nancy McWilliams - Psicoterapia Psicanalítica

Os sem-Natal

Impressiona sempre estar cara a cara com quem vive diariamente numa cela e cumpre pena pela sua falta, especialmente quando se trata de penas pesadas ou condenações para a vida.

AMAR É DESTRUIR A SOLIDÃO DO OUTRO

O egoísmo é uma forma que alguns encontram para lidar com o medo de falhar. Uma resposta quase natural para quem não se quer magoar. Afastam-se, fazendo com que as distâncias lhes sirvam de muralhas.

DA NOSSA NECESSIDADE DE CONSOLAÇÃO

O regime tecnológico que hoje vigora baralha-nos ainda mais, porque nos transmite a ilusão de que nada falha. A memória de um vulgar computador embaraça-nos se comparada com a sucessão dos nossos esquecimentos, lapsos, inexatidões.

A SAUDADE DE QUEM JÁ MORREU

Saudade maior é de quem já se foi. Mesmo nos que nutrem a fé no reencontro, é visível a dor de ter que seguir longe de quem se queria por perto. A dor de perder quem nos é querido, pela astuta ação da morte deixa em todos nos a marca da saudade.

Quando a fé dá sentido ao sofrimento maior

A primeira peregrinação de Inês a Fátima foi aos 14 anos. Começou a caminhar com o pai, que morreu no ano passado, no percurso do santuário. Este sábado ainda não sabe se consegue voltar. Se for, leva o filho, Pedro, uma criança que “está a morrer há quatro anos”, mas que vive para dar sentido à fé. Tudo depende do ar, o ar que nos permite continuar...

Nas tribulações e dificuldades, a família não está sozinha!

Queridos irmãos e irmãs! Acabamos de recordar, através das meditações, da oração e dos cânticos, os passos de Jesus no caminho da Cruz: um caminho que parecia sem saída e, no entanto, mudou a vida e a história do homem, abrindo a passagem para «os novos céus e a terra nova» (cf. Ap 21, 1).