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A mostrar mensagens com a etiqueta #Daravida

Ainda não chega?!

Não sei se já teremos percebido que não sabemos por onde vamos.

A vida é viva quando tem coração, dar é a lei profunda da existência

O homem bom do bom tesouro do seu coração extrai o bem. O bom tesouro do coração: uma definição tão bela, tão plena de esperança, daquilo que somos no nosso íntimo mistério. Todos temos um tesouro bom guardado em vasos de argila, ouro fino a distribuir.

A (boa) inquietude de cada dia desejemos hoje

Greves em setores basilares da sociedade, alterações climáticas, doenças…: a atualidade “oferece-nos” amplos motivos de inquietação, estamos, em graus diferentes e muitas vezes por boas razões, inquietos.

Mais vale dar tudo!

É sempre mais fácil ficar sentado à sombra de não fazer nada. É bom deixar-se ficar abandonado à beirinha do calor confortável do comodismo. Da inércia. Da desmotivação. Do não vale a pena. Do “já fiz o que podia ser feito”.

Perder a face não é o drama da vida. O drama da vida é não dar a vida

Deus não se escuta estando no sofá. Compreendeis? Sentado, a vida cómoda, sem fazer nada, e quero escutar o Senhor. Asseguro-te que ouvirás qualquer coisa menos o Senhor. O Senhor, com a vida cómoda, no sofá, não se escuta. Permanecer sentados, na vida (…), cria interferência com a Palavra de Deus, que é dinâmica.

O que é que nos falta?

Não nos chega tudo o que temos. Somos bons a pedir mais, a querer mais, a sonhar mais. Não nos chega o que já alcançámos, o que já é nosso e o que construímos. Não nos chegam os planos já cumpridos, os sonhos já realizados e as preces já ouvidas.

Um dia houve alguém que não sabia desistir!

Um dia houve alguém que decidiu resgatar todos aqueles que viviam no seu mundo. Decidiu que todos deveriam ter a oportunidade de recomeçar todos os dias. Decidiu que a sua maior obra seria dar a conhecer a todo o mundo que todos poderiam começar do zero sempre que se dirigissem a si. 
Um dia houve alguém que decidiu dar a sua vida para que a vida dos outros pudesse ter sentido. Arriscou toda a sua vida na vida dos outros. Dando-se sem medidas. Saindo de si para que ninguém ficasse isolado como verdadeira ilha. Arriscou toda uma vida apontando para um reino que acontece no presente de cada um. 
Um dia houve alguém que decidiu ser médico de todos os males. Decidiu que a sua cura seria através do seu amor desmedido e da sua presença constante. Decidiu curar ao seu jeito, mas mesmo assim foi acusado de não estar junto dos que sofrem. Foi acusado de heresias. Foi condenado por lhe cobrabrem o que não era devido. Foi dado como morto quando nunca deixou de soprar o seu divino re…

Carta aos meus Avós - A partir de Saramago

Eutanásia: um «retrocesso civilizacional»

O bispo de Aveiro publicou hoje uma nota pastoral sobre o tema da eutanásia, considerando que a eventual legalização desta prática constituiria um “retrocesso civilizacional” para Portugal.

Cuidar a vida

Todas as questões fracturantes que a sociedade ocidental tem vindo a debater, como o aborto, a eutanásia, as barrigas de aluguer ou a procriação medicamente assistida, devem ser enquadradas nos conceitos de “dominar” e “cuidar”, bem ao jeito da narrativa da criação no Livro do Génesis, onde Deus mandou o homem dominar sobre os animais e cuidar da vida humana.

JULGAM-SE DEUSES

A nossa sociedade parece movida em torno do consumismo. Acredita-se na lógica do consumo: começa-se com a aquisição para depois apenas explorar até à exaustão o que temos. Esta exaustão pode não ser a do objeto; por vezes somos nós que ficamos saturados, demasiado rápido.

O silêncio puro da oração

Um homem morre por nós, a pena que seria nossa, assume-a ele. Ama-nos de tal forma que nem nós conseguimos compreender bem o porquê, pois não somos dignos de algo tão grande.

Como chegamos a uma decisão?

Decidir é preferir entrar por uma porta, o que implica preterir todas as outras. E há quem não consiga aceitar que a vida é feita de sacrifícios que exigem deixar para trás coisas boas, em vista de outras, melhores.

DA NOSSA NECESSIDADE DE CONSOLAÇÃO

O regime tecnológico que hoje vigora baralha-nos ainda mais, porque nos transmite a ilusão de que nada falha. A memória de um vulgar computador embaraça-nos se comparada com a sucessão dos nossos esquecimentos, lapsos, inexatidões.

O QUE PROCURAS?

A nossa existência é muito mais do que o tempo entre o início e o fim da vida. A profundidade é essencial. Como se chega lá? Através da escuta atenta de si mesmo.

A eutanásia sempre é ilícita porque procura a morte, afirma o Papa Francisco

Segundo o ACI Digital (17/11/2017), o Papa Francisco recordou a posição da Igreja em relação à eutanásia ao assegurar que “é sempre ilícita porque propõe interromper a vida, procurando a morte”.

Amar é dar a vida

O medo apresenta-se como uma das principais características da pessoa humana, sendo, muitas vezes, um obstáculo ao seu próprio caminho, isto é, à vivência da sua própria vida.