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A mostrar mensagens com a etiqueta #Alegriadoamor

Consequência do amor

Hoje há consenso sobre o facto de que os Evangelhos começaram a ser redigidos a partir do relato da Paixão; e que antes de serem constituídos na forma a que chegaram, já existia, como seu embrião, a narrativa da Paixão.

Nenhuma condenação, só misericórdia

O itinerário quaresmal sob o signo do anúncio da misericórdia de Deus narrada por Jesus conhece um verdadeiro auge no trecho evangélico do quinto domingo da Quaresma: o texto do encontro entre Jesus e a mulher surpreendida em adultério (João 8,1-11).

É preciso que a alegria volte ao coração da Igreja

O maior desafio para a religião cristã, hoje, é reiterar que a alegria que o encontro com o Senhor Jesus promete e permite não é uma “coisa de católicos”, mas é destinada a todos.

Bodas de Ouro

"Lembrai-vos que não ser amado não é uma tragédia; é o não amar que é a tragédia. Este é o sal da vida: amar!" Dom Tonino Bello

A beleza da família

A família não é apenas uma invenção cultural, nem é simplesmente um formato que a civilização emprestou à vida comum.

A diferença cristã

É possível para nós, humanos, amar o inimigo, quem nos faz mal, quem nos odeia e quer matar-nos?

Quem ama não trai

A fidelidade não é uma virtude, trata-se apenas de uma simples consequência do amor, quando é verdadeiro.

O amor é um acto de vontade

Aqui, no Perú, tive e irá ter muitas experiências transformadoras e extraordinárias. Uma delas foi sem dúvida viver em comunidade. Foi o concretizar de um sonho.

“O mundo precisa de espanto!”

“Uma das grandes virtudes que precisamos reencontrar é a arte do espanto, pois é verdadeiramente por aí que tudo começa.

Os teus defeitos são maiores que os meus!

Nem sempre conseguimos olhar para cada coisa com a clareza necessária. Falta-nos, muitas vezes, a capacidade para ver bem, para afastar o que nos turva a água de dentro. Outras vezes, falta-nos a coragem para querer ver.

Papa convida a valorizar sexualidade e afectividade humanas

Francisco sublinhou que a afectividade é “um chamamento ao amor, que se manifesta na fidelidade, no acolhimento e na misericórdia”.

Escolhemos (sempre!) quem se ama

As razões que a razão não admite Isso de dizermos que não se escolhe quem se ama não é verdade. Escolhe! De forma atenta e com minúcia.

Quem manda no teu coração?

Há um vento que sopra dentro de cada um de nós e ao qual devíamos dar mais tempo e espaço. Não se vê, mas conhece-se pelo que faz e pelo que pode fazer.

Papa: a fidelidade é um estilo de vida. Com o amor não se brinca

Na Audiência Geral de hoje, o Papa falou sobre o sexto mandamento: não cometer adultério. E pediu uma preparação madura ao sacramento do matrimónio, "um verdadeiro catecumenato".

O Amor da-te asas

Os amigos, quando verdadeiros, não são âncoras como dizem tantas vezes, são como asas que nos ajudam a voar mais longe rumo a novos horizontes, rumo a novos paraísos. O amor deixa a porta aberta. Amar é deixar a porta aberta: podes partir ou podes ficar.

Família: Igreja deve abandonar «moral de escritório» para «acompanhar, esperar e sobretudo integrar» – D. José Tolentino Mendonça

D. José Tolentino Mendonça afirmou hoje (Fátima, 20 jul 2018) no Encontro Internacional das Equipas de Nossa senhora que é necessário não ficar por uma “moral fria, de escritório” e que cada família é chamada a ser “um laboratório de misericórdia”.

Família: O perdão «é um ato unilateral de amor» – D. José Tolentino Mendonça

Arcebispo assinala que a família é um «grande laboratório de vida e de construção»
Fátima, 19 jul 2018 (Ecclesia) – O futuro arcebispo D. José Tolentino Mendonça afirmou hoje no Encontro Internacional das Equipas de Nossa Senhora que a parábola do «Filho pródigo» recorda às famílias que o perdão «é um ato unilateral de amor” de que todas as pessoas precisam.

5 lições sobre a família que eu aprendi com “Os Incríveis 2”

Um filme para crianças e adultos, com todos os ingredientes de uma trama de super-heróis. Mas, “Os Incríveis 2” apresenta uma mensagem sobre a realidade que vivem muitas famílias hoje em dia.

A família de diálogo e amor gratuito

Não se conhece bem a história, mas é possível, ao jeito de Santo Inácio, procurarmos compor a cena. Estamos no ano de 1939, em França, quando uma jovem leva o marido para se encontrar com o Pe. Henri Caffarel. Tinham um pedido, que era procurar aprofundar a santidade do seu matrimónio, a sua vida a dois mais perto de Deus. O Pe. Caffarel não se fez de rogado e respondeu «façamos o caminho juntos», e rapidamente se juntaram mais três casais, mesmo numa época em que o espectro da guerra começava a pairar sobre as suas cabeças.
Passou a guerra e o crescimento foi de tal forma que surpreendeu todos. Por todo o mundo, multiplicavam-se os casais que queriam aprofundar a sua espiritualidade conjugal. A procura da santidade começava a tomar forma e tem-se mantido até aos dias de hoje, onde podemos encontrar quase 150 mil pessoas, espalhadas por 92 países, que, reunidas em equipas, e seguindo a Carta que o Pe. Henri Caffarel escreveu, procuram fazer este caminho em conjunto. As E…

"Ainda te queres casar comigo?"

Existe um senhor que se levanta de manhã, frita rissóis, faz sandes de couratos e compra um Compal diariamente. Organiza tudo nu
Vai visitar a mulher.