Avançar para o conteúdo principal

Mensagens

A mostrar mensagens com a etiqueta "Mortedigna

Matar a morte

É possível a fé «matar a morte»?

‘O meu corpo é meu!’

A eutanásia pressupõe que a liberdade deve sempre prevalecer. Mas a liberdade individual nunca pode ser usada contra a dignidade humana.

A liberdade de morrer e o dever de salvar

Hoje o André parece-nos um herói. E foi. Mas fez a coisa mais instintiva e natural. Até ao fim tentou salvar uma vida e só isso já é dar-lhe uma razão acrescida para querer viver. Porque será que ninguém pensa nisto quando se discute o extremo oposto? Quando se defende a eutanásia.

Antecipar a morte

Da proposta do Bloco não decorre que a eutanásia e o suicídio assistido sejam legais apenas em caso de morte iminente ou doenças terminais, como sucede por exemplo no Estado norte-americano do Oregon

"Dez razões para rejeitar a eutanásia e o suicídio assistido"

O médico psiquiatra, José Manuel Jara, fundador da Associação de Apoio aos doentes depressivos e bipolares, considera que "a chamada morte assistida é um falso direito".

Eutanásia – a falsa campanha

Para alguns, este homem é um exemplo da indignidade humana. Para outros é um hino à vida.

Eutanásia, morte digna?

Como é possível que, num mundo cheio de mortes por ideologias fanáticas que pretendem um mundo limpo de infiéis, sem dignidade nem lugar, estejamos nós a discutir como matar para eliminar o sofrimento.

Eutanásia: Associação dos Médicos Católicos Portugueses alerta para «destruição» da relação médico-doente

Organismo contesta proposta de legalização, que «vai contra a própria medicina»
A Associação dos Médicos Católicos Portugueses (AMCP) manifestou-se hoje contra a proposta de Lei em favor da legalização da eutanásia, apresentada pelo Bloco de Esquerda, considerando que a mesma “afetará gravemente a relação médico-doente”.

A eutanásia sempre é ilícita porque procura a morte, afirma o Papa Francisco

Segundo o ACI Digital (17/11/2017), o Papa Francisco recordou a posição da Igreja em relação à eutanásia ao assegurar que “é sempre ilícita porque propõe interromper a vida, procurando a morte”.

Eutanásia, morte digna?

Como é possível que, num mundo cheio de mortes por ideologias fanáticas que pretendem um mundo limpo de infiéis, sem dignidade nem lugar, estejamos nós a discutir como matar para eliminar o sofrimento
Gostava de perceber o que se entende por dignidade. Para os defensores da eutanásia, esse tem sido um argumento. Mas dá vontade de perguntar: uma pessoa sofrida, em grande sofrimento, por uma doença ou situação “sem cura” perde a dignidade? A mãe a fazer o luto de um filho, por exemplo, ou um deficiente profundo, um doente “terminal” ou o Papa João Paulo II tremendo e babando-se nos seus últimos tempos, tornaram-se indignos? Não seria melhor “ajudá-los a morrer” ou, talvez, “matá-los piedosamente”? A resposta que me dão é que “faz muita impressão”, que “não há direito de deixar ali a sofrer”, que “a sua vida já só é um peso para si mesmo e para os outros” que “a sua vida acabou”, “que sentido tem?”; e por isso mais vale acabar mesmo… e nós ajudamos; claro… se for esse o seu desejo pedido …