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XIII Jornada da Família desafiada a “Construir a casa sobre a rocha”

Pela décima terceira vez, as Equipas da Pastoral Familiar das paróquias de S. Martinho de Brufe e Santo Adrião, de V. N. de Famalicão organizaram, as Jornadas da Família, desta vez com o tema: “FAMÍLIA – um projeto de vida”.

O evento realizou-se na tarde do passado sábado, no Centro Pastoral de Santo Adrião, sendo moderador o Pároco, Padre Francisco Carreira e convidado, o Padre Rui Alberto, de 50 anos, Saleziano há 28 anos; este orador prendeu a atenção das cerca de trezentas pessoas presentes (foto), dada a sua experiência, já que é doutorado em teologia, com especialidade em pastoral juvenil e catequética, pela Universidade Pontifícia Salesiana, de Roma; para além de se interessar pelas pontes entre educação, comunicação e evangelização; também foi professor ERMC na Escola Salesiana de Manique e atualmente dirige as Edições Salesianas.
A Câmara Municipal de V. N. de Famalicão esteve representada pelo Vereador Leonel Rocha; e, entre as cerca de três centenas de participantes estavam elementos de Equipas da Pastoral Familiar de várias paróquias; elementos de Equipas de Nossa Senhora; um grupo de doze pares de noivos, que iniciou aqui a sua caminhada pelo Centro de Preparação para o Matrimónio, conduzido pelo Diácono Vitor Araújo, sendo que os próximos encontros acontecem nos dias 17 de fevereiro; 3 e 17 de março.
Desta vez, o Pe. Rui Alberto, para abordar o tema “Família – um projeto de vida”, serviu-se da carta pastoral “Construir a casa sobre a rocha” de D. Jorge Ortiga. Para além de ver no tema das jornadas a prespectiva positiva da família, o P.e Rui Alberto viu na carta pastoral um bom instrumento para ajudar cada pessoa e, por consequência, cada família, a fazer um bom projecto de vida. Para este padre salesiano, o projecto de vida de qualquer família passa pelo Educar para a alegria, pois educar é um movimento dinâmico de extração do que há de melhor no Homem para o fazer crescer e ser mais... E neste tempo onde não há capacidade nem tempo para saborear a espera, por estar mais voltado para o “apetece-me” e, portanto, para o imediato, do que para a liberdade do “eu quero”,  e, portanto, para descobrir o mais certo, o Padre Rui Alberto falou na diferença entre o amar e o gostar, sendo que amar está no horizonte da vontade e o gostar no horizonte dos apetites. Para o efeito, não poderá faltar na construção deste projecto de vida a liberdade: amar é o que eu escolho fazer. Esta escolha produz uma alegria maior que não é um estado psicológico, mas uma experiência vital que muitas vezes convive com a dor, o luto, o desemprego... e no entanto, isso não tira a alegria interior de viver.
Posto isto, foi altura de dividir os participantes em 7 grupos, os quais estiveram cerca de 45 minutos em reflexão e debate sobre alguns temas relativos à preparação e vivência do matrimónio, apresentando depois em público as conclusões a que chegaram.
Houve tempo ainda para algumas pessoas apresentarem as suas dúvidas, a que todas elas ele deu resposta, envolvidas no tema proposto pela organização.
Habitualmente, D. Jorge Ortiga, Arcebispo Primaz de Braga encerra estas jornadas; mas, desta vez e dado não estar no momento de boa saúde, enviou uma mensagem de saudação dirigida a todos os presentes, que foi lida pelo moderador: «… refletir sobre as realidades importantes, sobretudo em grupo, é um dever de todos e, particularmente, dos católicos. Não podemos viver acriticamente e guiados por meras tradições sem a mínima compreensão das realidades. Uma das realidades mais importantes é, como sabemos, a família. Dizemos que ela é a célula da sociedade e da Igreja. Ninguém ignora que, sociológica e cristãmente, dela depende a qualidade de vida das pessoas e da sociedade.» e continua, «... Lembro aos casais presentes a importância do projeto já assumido há muitos ou poucos anos. Se ainda não o foi, é a oportunidade para continuar o namoro e decidir para onde se quer caminhar. Fundamentalmente é saber para onde se deve caminhar.»
Esta é, parte da extensa mensagem do Arcebispo Primaz de Braga, que conclui: «Ter um projeto e trabalhar para que muitos outros o tenham. A esperança raiará assim no coração das famílias.»  

Pelas equipas de Pastoral da Família da paróquia de São Martinho de Brufe e Santo Adrião de Vila Nova de Famalicão!

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