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Respostas às questões propostas para a IX Jornada da Família - Nas periferias da Família

O PAPA FRANCISCO DESAFIA-NOS A IR ÀS PERIFERIAS EXISTÊNCIAS, A ABRIR AS PORTAS DA IGREJA PARA SAIR E IR AO ENCONTRO DE TODOS, QUAISQUER QUE SEJAM AS SITUAÇÕES. O QUE TE DIZ ESTE DESAFIO? COMO PENSAS CONCRETIZA-LO?

- É sem duvida uma mente aberta. Jesus acolheu todos, são todos filhos de Deus. Não é nada fácil, é preciso muita coragem, mas não podemos desanimar. Ás vezes uma palavra na hora certa faz a diferença.

- Este desafio faz falta na igreja, especialmente na minha paróquia fecha-se as portas em vez de as abrir, ajudando as pessoas a compreender que Jesus é o caminho, a verdade e a vida.

- É bom o desafio mas é difícil os jovens aderirem, mas vamos tentando falar hoje e amanhã.

- A Igreja relativamente a este conceito deveria ser mais aberta a acolher, não rejeitar, saber os motivos e tentar ajudar. Não deveria ser tão rígida e ser mais flexível.

- Este desafio do Papa Francisco está por enquanto num plano dos discursos e temo que não saia daí tão cedo. É bonito, fica bem, corre o risco de ficar no plano das intenções e de não ter expressão nos actos que importa por parte da Igreja. Oxalá esteja errado, seria bom para todos.

- Acolher, acolher, acolher... penso que tenho de deixar alguns preconceitos e colocar-me no lugar dessas pessoas para melhor saber o que fazer.

- Essa é a vontade de Jesus Cristo! As orações de pouco valem sem obra. A beata Madre Teresa de Calcutá afirma que quando a nossa alma se separa do corpo Jesus nos vai perguntar: “Eu tive sede, eu tive fome... deste-me de beber e de comer”. É necessário estar atento para fazer a vontade do senhor e sermos verdadeiramente felizes e santos.

- Aceitamos e achamos óptimo a linha de orientação do Papa Francisco na busca de uma Igreja de todos e para todos.

- Dá o exemplo na esperança de o ver ser seguido.

- Não foi preciso o Papa Francisco dize-lo, já o pratico no meu dia a dia, tentando compreender algumas situações e dando apoio a tanta gente que se encontra nesse dilema.

- O Papa Francisco foi uma luz que desceu ao mundo. Ele põe em prática sem medo as suas próprias palavras. Ilumina as trevas com a sua luz, vontade, amor a próximo, sabedoria e humildade. Jesus disse;
“O meu povo sofre por falta de conhecimento da verdade”.

- Este desafio devia ser encarado como uma obrigação e todos nós deveríamos participar. De várias formas una mais directamente e outros indirectamente, mas sempre com o pensamento que todos juntos podemos fazer a diferença.

- Muito bem! Eu já faço isto, mas infelizmente a própria Igreja não o faz.

- É um desafio pastoral fundamental duma Igreja que existe para os mais necessitados, na vida afectiva, social, material. A Igreja deve atender todos, em especial aqueles que estão ou são afastados da dignidade humana. Quanto ás familias, deve promover o ideal de família e acolher os que não conseguem atingir ou suportar esse ideal.

- Acho que é um desafio que deve ser concretizado. Nomeadamente levar uma palavra de conforto, de paz, de incentivo, de carinho a todas as pessoas que não têm uma família, onde o sofrimento, a dor, a incompreensão impera.

- Á minha maneira, concretizo-o sempre que se proporciona, falo de deus como criador e falo da natureza que Ele criou. Idealizo-o como uma força viva de uma magnitude tão grande que não sou sequer digna de me curvar perante Ele, respeito-o e bendigo o seu nome, agradeço o que me tem concedido e peço a humildade faça parte do meu ser.

- O desafio é muito interessante. Criando espaços de partilha. Aceitando e ouvindo as opiniões de todos, não desprezando… e depois tentar construir pontes.


- Gostava de ouvir falar sobre os problemas da violência doméstica e das consequências que daí advêm: rejeição, desonra, dor, incompreensão, sofrimento, indiferença dos filhos….a vitima fica calada e o agressor continua as suas maldades.

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